Capítulo 468
Hospital.
Beatriz disfar?ada entrou no hospital. conseguiu descobrir em qual quarto Breno estava e subiu de
elevador até lá.
Ao chegar ao andar, Beatriz saiu do elevador e viu William e Vinícius saindo do quarto de Breno. Dois
médicos e algumas enfermeiras os panhavam.
sto antes de se sentar
atriz abaixou a aba de seu boné e ajustou os óculos escuros em seu rosto antes em um banco
próximo, fingindo mexer no celr.
Sr. William, sugiro que cortem o cabelo de Breno nos próximos dias. Caso contrário, a queda
excessiva de cabelo pode afetar ele psicologicamente. – Disse o médico para William,
William, uma express?o visivelmente abatida em seu rosto bonito, mas incapaz de esconder seu
olhar severo, respondeu friamente:
– Cortar o cabelo n?o é o problema principal. O mais importante éo impedir que Breno continue
vomitando.
O médico continuou:
Sr. William, Breno está fisicamente debilitado no momento e n?o seria apropriado administrar
medica??o para parar o v?mito. Além disso, após esta semana, a cirurgia será necessária
imediatamente.
William, descontente, estreitou os olhos e perguntou:
–
Vocês já encontraram um doador de med óssea?
O médico ficou constrangido.
Sr. William, nós monitoramos os bancos de med óssea nos últimos dias e também entramos em
contato vários hospitais, mas n?o encontramos…
William apertou for?a os lábios e ordenou em tom sério:
– Continuem tentando.
Sim. O médico concordou.
Depois que o médico se retirou, Vinícius olhou paral William.
–
William, e se tentarmos o mercado negro?
Você acha que eu n?o tentei? Retrucou William.
Mesmo? Que tal oferecer uma rpensa generosa? N?o seria suficiente? – Perguntou
Vinícius.
O problema é que n?o encontramos uma med ósseapatível a de Breno!
Vinícius se apoiou na paréde do corredor.
Parece que ainda existem coisas que o dinheiro n?o podeprar neste mundo.
William abaixou os olhos, parecendo impotente.
Ao ver essa cena, Beatriz sentiu o cora??o doer. queria ajudar William, mas n?o sabiao. O
mercado negro n?o era algo que entendesse, muito menoso encontrar os contatos
necessários.
enviou essa informa??o para Mavis.
Ao ver a mensagem, Mavis sorriu ainda mais.
Até mesmo William, que era uma figura dominante na América do Sul, tinha momentos de impotência?
Que alívio!
Ao entardecer, Liliane ligou para Dora pedindo que levasse os seguran?as para buscar as crian?as
na esc.
Assim que desligou, recebeu uma liga??o de Carlos.
Ele perguntou gentileza:
– Você já terminou o expediente?
Liliane pegou sua bolsa e sua pasta, respondendo:
–
Sim, você está a caminho?
Estou indo de carro agora, devo chegar em uns quinze minutos. Está frio lá fora, fique dentro da
empresa me esperando. – Instruiu Carlos.
Liliane concordou e desligou. Em seguida, ligou para Eduardo.
Ele atendeu rapidamente:
Lili, você está pronta para ir?
Liliane saiu do escritório e disse:
– Sim, Carlos está vindo me buscar. Partiremos em quinze minutos. E você?
– Estou pronto para sair a qualquer momento. Respondeu Eduardo. Eu já preparei tudo para expor
.
Para evitar surpresas, eu também preparei. – Disse Liliane, pensativa. – Será que Mavis está
em casa?
Perguntei aos empregados, o av? disse para vai voltar para jantar à noite.
– ótimo, você pode ir na frente.
– Ok, me avise quando estiver chegando, eu vou te encontrar na entrada. – Respondeu Eduardo,
antes de desligar.
Liliane apertou o bot?o do elevador e desceu,
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Dessa vez, finalmente iria acertar as contas Mavis!
Ao entardecer, às 17h40.
Liliane recebeu uma foto de Dora, mostrando que as crian?as já estavam em seguran?a.
“Obrigada.“, respondeu Liliane.
Depois de responder, olhou para o relógio. Já havia passado vinte minutos e Carlos ainda n?o
havia chegado.
ligou para ele.
Demorou muito, mas Carlos n?o atendeu.
Liliane ficou preocupada e ligou novamente.