Capítulo 438
No momento em que seus olhares se encontraram, Liliane ramente viu a curiosidade nos olhos de
William.
Ele estava se perguntando por que também estava ali.
Liliane desviou o olhar e, logo em seguida, William se aproximou d passosrgos.
Com um ar gélido pairando sobre eles, a voz fria de William também panhou.
–
Eu acho que já deixei ro que n?o quero mais que você veja Breno:
Liliane deu um olhar de soio a ele.
–
Esta esc é sua propriedade? Você decide quem pode ou n?o frequentar?
William franziu o cenho e olhou para o número da s de a na parede. Em um instante, ele
entendeu.
Ele segurou o pulso de Liliane e levou em dire??o ao carro.
O gesto abrupto de William despertou a raiva em Liliane.
queria se libertar e queria xingar, mas ao ver tantos pais ao redor, n?o podia brigar William
na frente de todos. Afinal, n?o era apenas a imagem deles que estava em jogo, mas também a das
crian?as!
Assim que entraram no carro, William questionou seriedade:
–
Você matriculou seus filhos na mesma sse que Breno?
Liliane se afastou de William, mantendo uma distancia dele, e corrigiu:
–
N?o fui eu quem matriculou, meus filhos conquistaram seus lugares nesta esc por mérito próprio.
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As sobrancelhas de William se franziram.
Você n?o foi fr o diretor? De onde seus filhos tiraram a oportunidade de estudar nesta esc?
Liliane n?o suportava mais o interrogatório dele. A raiva que estava
reprimindo em seu peito era insuportável e finalmente explodiu em um grito para William.
Eu fui fr o diretor sim, mas ele já estava pensando em permitir que as
+15 B?NUS
crian?as viessem estudar aqui antes mesmo de eu ir lá! Isso incluía Breno! William, por que você é t?o
egoísta? Você nunca considera os sentimentos dos outros? Quantas vezes eu tenho que te dizer isso?
– O herdeiro da Esc Nobre de Souza é de uma linhagem respeitada em Serafim há mais de cem
anos! Você acha mesmo que eles iriam procurar seus filhos? Acha qué eu acreditaria nisso?
Liliane tremia de raiva.
Por que eu deveriamber botas para agradar alguém? Por que você n?o usa seu poder em Serafim?
é difícil para você investigar a r??o entre o Grupo TYC e
a Esc Nobre de Souza?
William endureceu o olhar.
– Vocês est?o cborando?
–
—
Sim! – Admitiu Liliane e perguntou de volta voz dura. – Algum problema isso?
—
Eu vou investigar essa quest?o. Se foro você diz, n?o terei mais obje??es.
Liliane deu um sorriso ir?nico.
– Fa?ao quiser!
Com isso dito, abriu a porta do carro e saiu.
Depois de fechar a porta do carro, Liliane respirou fundo, contendo a sensa??o de amargura em seu
nariz.
n?o conseguia entender por que ele estava sendo t?o inflexível. Se descobrisse quem
prejudicou Marta no futuro, ele se arrependeria de impedir que e Breno se encontrassem?
Minutos depois, os professores saíram as turmas.
Liliane viu imediatamente Breno, o rosto pálido e caído. queria perguntar a ele se estava se
sentindo mal, mas William já havia se adiantado, bloqueando sua vis?o.
Liliane teve que
levar Ian e Alice até o carro para irem para casa.
No trajeto.
Alice e Ian estavam sentados no carro em silêncio.
Liliane percebeu que algo estava errado e perguntou:
O que aconteceu vocês dois? Vocês n?o est?o se adaptando ao novo
ambiente da esc?
Alice suspirou fundo os lábios rosados entreabertos.
– Mam?e, é realmente estranho.
– O que você quer dizer, Alice? – Perguntou Liliane, sem entender.
<
Breno. – Alice parecia desanimada.
–
Eu acho que Breno está doente.
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–
Eu também acho, mas n?o sei exatamente o que está acontecendo. – Concordou Iàn, em voz baixa.
Liliane também havia percebido isso. Breno estava mais magro e parecia sem energia.
Depois do jantar, queria mandar uma mensagem para verificaro ele
estava.
Para n?o deixar os dois preocupados, Liliane tranquilizou eles.
N?o se preocupem, o hospital do papai Carlos é grande, ele vai fazer um check- uppleto para
Breno.