Capítulo 407
Fora do consultorio.
Beatriz ouviu toda a conversa dos dois.
Sob o bone de aba reta, franziu firmeza a testa.
Mesmo que Liliane se parecesse muito sua tía, n?o gostava desse tipo de mulher
volúvel! Por que diabos William tinha que se apaixonar por ?
Beatriz abriu o álbum de fotos em seu celr, onde estavam as imagens que havia
acabado de capturar.
Liliane e Miguel, junto o médico chamado Carlos.
Pensativa, enviou todas essas fotos para o e–mail de William.
Ao meio–dia, no Jardim Azul.
William viu Breno encolhido no sofá assim que voltou do canteiro de obras.
Ele se aproximou de Breno, prestes a acordar ele, mas Breno abriu os olhos por conta
própria.
Ao ver a figura à sua frente gradualmente nitida, Breno murmurou seus lábios
frágeis:
Pai, você voltou.
Breno tentou se levantar, mas percebeu que seus bra?os estavam t?o dormentes que
mal conseguia mexer eles.
Ele esqueceu que havia sangrado pelo nariz antes de adormecer. Sangrou a ponto de
ficar t?o tonto que mal conseguia se levantar.
O rosto de Breno estava pálido e William observava ele, franzindo a testa cada vez
mais.
– Breno, você está me escondendo algo? – Perguntou William, olhos.
prantes.
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Breno sentiu tontura na cabe?a, apertando osbios pequenos, ele bn?ou a cabe?a.
N?o, pai, eu apenas n?o dormi bem ontem à noite. William estendeu a m?o para sentir a testa de
Breno, mas foi evitado. Breno disse de novo. Eu realmente estou
bem
A m?o de William parou no at, no ver os olhos meio baixos de Breno, ele sentiu um
aperto inexplicável no cora??o.
Breno ainda estava zangado por ele ter trazido ele à for?a de volta?
Ele gostava tanto de morar Liliane? William falou uma voz um pouco fria,
recuando sua m?o:
Você ainda está me culpando?
– Eu n?o culpo você por me trazer de volta, pai.
arrastando seu corpo cansado.
Breno se levantou do sofá,
Eu só n?o entendo por que você está agindo assim
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– Isso n?o é algo que você precise entender.
Disse William.
– Por quê? Breno ficou de pé, olhando indiferen?a para William.
William ficou atordoado por um momento o olhar de Breno. Parecia que o
garoto estava diferente do usual.
Antes, ele era t?o timido que mal conseguia olhar nos olhos de alguém. Sempre mantinha a cabe?a
baixa e fva apenas algumas pvras simples. Agora, ele encarava ele diretamente, até mesmo
suas emo??es pareciam calmas.
William franziu de leve a testa.
Você n?o entende a situa??o entre mim e .
– Pai, você n?o acha que agora até eu n?o confio mais em você? – Perguntou Breno,
novamente.
William franziu o cenho, perguntando:
– O que você está querendo dizer?
Mam?e n?o fez nada de errado! Respondeu Breno.
P primeira vez, uma faisca afiada brilhou nos olhos escuros de Breno, William
captou essa emo??o.
Poi um instante, William de repente sentiuo se fosse um vil?o.
Todo mundo estava acreditando em Liliane, exceto ele, que estava sendo t?o inflexivel .
O rosto de William ficou frio num instante.
– Eu n?o te ensinei a n?o confiar facilmente em ninguém?
– Eu posso n?o confiar nos outros, mas nunca vou deixar de confiar na mam?e!
A atmosfera na s de estar se tornou gda até o ponto de congmento.
Os empregados que estavam por perto mal ousavam respirar, pois era a primeira vez
que viam Breno e Sr. William fndo t?o asperamente um o outro.
William estreitou os olhos ligeiramente.
Breno, você quer voltar, n?o é?
Eu quero muito, mas também n?o vou deixar você sozinho, pai. Dito isso, Breno desviou o
olhar e foi em dire??o às escadas.
Capítulo 408