Capítulo 388
A m?o de Gabriel ainda estava passeando pelo ombro de Liliane.
Sra. Liliane, sou um homem que gosta de beber antes de fr.
Liliane apertou firmeza as m?os. n?o podia ouvir o que ele estava insinuando?
Ele só queria esperar até que estivesse bêbada para facilitar as coisas? Assim, quando
estivesse vulnerável, ele naturalmente concordaria!
Liliane respirou fundo, depois disse:
– Sr. Gabriel, você deve estar ciente da situa??o atual da minha empresa. Meu problema é que minha
fábrica ainda n?o está construída. Você,o empresário experiente, sabe o qu?o difícil é resolver
certos problemas. Contanto que possamos cborar uma vez, podemos nos ajudar mutuamente no
futuro. N?o é uma boal
oportunidade?
Gabriel moveu ligeiramente a m?o em seu ombro, ent?o sorriu.
Sra. Liliane, minha empresa está indo muito bem agora. Se há dificuldades, s?o as
que você está enfrentando, n?o eu. Disse Gabriel, enquanto se aproximou de
Liliane e o cheiro de álcool em sua respira??o atingiu o rosto d. Ele levantou o
queixo de Liliane a m?o, um brilhoscivo nos olhos. – Pedir favores
requer jeito.
Os olhos de Lilianee?aram a se encher de frieza.
Sr. Gabriel, se você n?o está interessado em cborar…
N?vel(D)rama.Org''s content.
Um estrondo ecocou.
Antes que Liliane pudesse terminar, a porta da s foi chutada.
Liliane e Gabriel levantaram os olhos e viram William avan?ando em sua dire??o,
respirando raiva.
Gabriel ficou atónito, recuando e se levantando.
Senhor, St. William? O que você está fazendo….
Antes que Gabriel pudesse terminar, William agartou sua g e desferiu um soco
nele.
Liliane arregalou os olhos.
Antes que pudesse entender por que William estava ali, ele deu um chute forte na barriga de
Gabriel.
Gabriel gritou de dor.
Sr. William! Sr. William, por favor, pare de me bater!
William olhou para Jorge atrás dele, ordenando:
– Desabilite a m?o dele!
Ent?o, ele se virou para Liliane, puxando da cadeira.
O pux?o causou uma dor aguda em seu bra?o e ficou ro para Liliane
ferimento havia se aberto.
que
Liliane foi puxada para outra s vazia, a porta batendo atrás deles.
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A intoxica??o do álcool subiu à cabe?a de Liliane, que ainda n?o tinha conseguido se
firmar quando a voz furiosa de William ressoou:
Você está saindo para jantar um sujeito desse por causa de uma fabrica?
Liliane, um tom de embriaguez, respondeu:
– Com quem eu saio para jantar é minha escolha!
N?o me diga que você n?o sabe quem é Gabriel! – Gritou William.
– E dai? Liliane retrucou. Isso n?o tem nada a ver você!
O rosto bonito de William ficou sombrio, os lábios apertados, olhando para Liliane, que estava
furiosa.
Você n?o consegue responder? – Liliane deu um sorriso firo, se aproximando dele.
Eu me lembro ramente, foi você quem disse na frente do seu pai. Disse que
–
minha vida ou morte n?o tinha nada a ver você! Ent?o, de repente, você aparece aqui para
estragar a minha coopera??o?
William mordeu o lábio.
N?o tem nada a ver, mas n?o quero que Breno seja ridicrizado por causa da m?e dele, indo atrás
de qualquer homem que apare?a!
Antes que William pudesse terminar sua frase, Liliane acertou ele um tapa.
William, você é um maníaco!
maníaco! Gritou Liliane, os olhos de?aram a se encher de lágrimas. Fui eu que fui atrás desse
homem? Foi você que me for?ou a desfazer
o contrato de aluguel! Se n?o fosse por circunstancias, eu iria jantar esse homem nojento? Os
meus filhos est?o em casa me esperando! Você acha que eu preferiria sair ferimentos n?o
cicatrizados para beber?
Os olhos de William se contraíram, sentindo uma pontada no cora??o ao ver a m?o de Liliane tremer,
com sangue brilhante escorrendo pelo dorso de sua m?o pálida. Ele afastou o olhar, olhando para os
olhos nebulosos de Liliane.
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