Capítulo 375
Vinícius entrou na s de estar envolta p fuma?a e se sentou no sofá aodo de
William. Prestes a perguntar sobre a situa??o, notou os hematomas nos lábios de
William e os olhos cheios de vasos sanguíneos.
Vinícius ficou em silêncio, se servindo de uma bebida.
–
Beber sozinho n?o é divertido. Eu te fa?opanhia. Disse Vinícius, brindando
seu copo ao de William.
Após tomar o primeiro gole de uma vez, Vinicius encheu seu copo novamente em
silêncio.
Você veio aqui para saber sobre a Liliane, n?o é? – Perguntou William, encarando ele por um
momento.
Eu sou o tipo que se intromete nos assuntos alheios, ignorando o bem–estar do meu amigo? Disse
Vinicius, olhando para ele sem jeito..
Realmente n?o é, mas isso n?o impede a sua curiosidade. Disse William, soltando
um sorriso ir?nico.
–
William. – Vinícius franziu a testa, continuando. – Eu sei que você está chateado, mas suas pvras
podem me machucar.
William pausou o copo, os olhos fixos em algum lugar, dizendo indiferen?a:
Eu n?o consigo perdoar pelo que fez.
– Você ainda está suspeitando que Liliane envolveu a midia no incidente Marta? – Perguntou
Vinicius.
– Sim, eu n?o consigo entender por que deixou minha m?e andar na roda–gigante sozinha.
Respondeu William, enquanto seus dedos finos brincavam a borda do
copo.
– William, o incidente da roda–gigante foi um acidente. Você n?o pode suspeitar que Liliane esteve
envolvida, certo? – Perguntou Vinicius, surpreso..
–
Minha mente n?o é t?o t. Zombou William,n?ando um olhar a Vinicius,
Vinícius respirou aliviado. Teria sido um desastre se William suspeitasse que Liliane
tinha a ver aquilo.
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– Quando você pretende fr ? Continuou Vinícius.
William ficou em silêncio, pegou o copo, tomou um grande gole e só ent?o disse:
Amanh?.
Você está fndo sério? Marc me disse que Liliane n?o está em boas condi??es
agora! – Vinicius arregalou os olhos.
–
Eu n?o posso contrr o estado d. Disse William, seus olhos semicerrados. N?o permitirei que
esse assunto fiqueo um espinho no meu cora??o.
Com isso, William se levantou e saiu da s.
Vinicius suspirou, se perguntando se William n?o estava afastando Liliane ainda
mais.
No dia seguinte.
Eduardo ficou Liliane por uma noite, antes de chamar uma cuidadora
panhar .
para
Lili, preciso ir para a empresa. Se precisar de algo, me ligue. Lembrou Eduardo,
antes de sair.
– Está bem, eu entendi. – Concordou Liliane, a cabe?a.
Assim que Eduardo saiu, a cuidadora entrou para alimentar Liliane.
– N?o precisa se iodar, Eu consigoer sozinha. – Recusou Liliane,
endireitando o corpo.
– Certo, vou buscar um pouco de água para você. Concordou a cuidadora.
Após a saída da cuidadora, Liliane desembalou aida. Mesmo sem apetite, precisavaer
um pouco.
Seus filhos estavam esperando por em casa e n?o podia se desmoronar por
causa dessas coisas.
Liliane suportou a dor no bra?o e pegou uma colherada de canja, pronta paraer.
No entanto, a porta do quarto de hospital foi aberta.
Liliane olhou para cima e viu o homem de rosto gdo parado na porta. ficou
tensa num instante.
Liliane franziu de leve a testa. Por que William teria aparecido t?o de repente?
Pensando na cena do dia anterior, Liliane sentiu uma sensa??o sufocante no peito.
à medida que William entrava e se sentava na cadeira aodo da cama, sua aura nobre emanava
uma sensa??o de imperador, olhando para de cima.
– N?o deveria me dar uma explica??o sobre o incidente minha m?e? – Perguntou William,
uma voz fria e ecoante.
Liliane narou
perguntando:
o movimento de empurrar a bandeja e olhou para ele confusa,
– Explica??o? O que eu fiz?
A express?o de William se apertou, dizendo:
– Você ainda n?o vai admitir? Manteve minha m?e por perto para obter informa??es? Para se vingar
de mim! N?o foi?
– William, eu nem sabia que a Marta era sua m?e noe?o. Como eu iria buscar informa??es? Além
disso, eu n?o sei de nada que aconteceu entre vocês dois! – Disse
Liliane, perplexa.
Depois que eu disse, você ainda n?o sabia? Retrucou William, uma voz fria