Capítulo 369
N?o entende? Esqueceu da sua alian?aWilliam, contra mim e Miguel? Zombou Guilherme.
Liliane, a testa franzida, resistiu à tontura:
Quando eu ataquei vocês?
Gritou Guilherme, furioso.
Você ainda finge n?o saber?
Vocês tramaram tudo! Primeiro inmaram a opini?o pública e depois esreceram tudo de repente!
Fizeram que todos insultassem pai e filho! Tudo para afastar Miguel da empresa, para que vocês
dois pudessem se beneficiar, n?o é verdade? Liliane ouviu em silêncio, finalmentepreendendo por
que foi trazida ali.
N?o fui eu quem fez isso e William n?o se rebaixaria a este ponto. Além disso, que benefício eu teria
em fazer isso? Eu n?o me importo William, nem jamais pensei em ficar ele. Essa história de
“sentar e colher os frutos” n?o faz sentido para mim. Disse Liliane, um sorriso ir?nico.
– Você ousa dizer que nunca pensou em ficar William? Ent?o, por que você estava cuidando da
m?e dele em sua casa? – Questionou Guilherme, estreitando os olhos.
Você acredita se eu disser que encontrei Marta?
Retrucou Liliane, apertando
os dentes ao endireitar o corpo, olhando diretamente nos olhos de Guilherme.
–
– Piada! Zombou Guilherme. – Você acha que vou acreditar em uma coincidência t?o grande?
Liliane apertou os punhos, sabendo que Guilherme n?o acreditaria, mas era a verdade. Uma verdade
que chocou até , quando descobriu.
N?o pode dizer mais nada? – Questionou Guilherme.
N?o vou admitir algo que n?o fiz. – Respondeu Liliane frieza e firmeza.
Você é teimosa! Veremos se você continuará t?o firme depois do que está por vir! – Guilherme
ordenou aos seguran?as. – V?o em frente! Batam n até admitir!
– Guilherme, só quero fazer uma pergunta! – Falou Liliane, apressadamente, antes que os seguran?as
pudessem agir.
O que quer perguntar? – Perguntou Guilherme.
Mesmo que você me force a admitir algo que te satisfa?a, isso mudará alguma
BONUS
coisa? Em vez de me interrogar, n?o seria melhor resolver o problema de uma vez por todas? – Disse
Liliane, os dentes cerrados.
Guilherme ficou sério, reconhecendo a calma e a inteligência de Liliane.
Se fosse outra pessoa, provavelmente já estaria assustada demais para argumentar naquele
momento, mas ainda conseguia apontar os postos- chave do problema para se proteger.
Infelizmente, ele n?o conseguia engolir esse orgulho!
Língua afiada! Continuem batendo! – Resmungou Guilherme, frieza.
Com essas pvras, os seguran?as desferiam um golpe forte no rosto de Liliane. A dor atingiu e a
vis?o escureceu, mas permaneceu firme.
Enquanto isso, as crian?as assistiam à cena olhos arregdos.
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Mam?e! – Exmou Alice, quase se inclinando para a t doputador.
Maldi??o! Por que o pai irresponsável n?o está lá? – Murmurou Ian, uma chama nos olhos.
Breno, se sentindo angustiado, também estava muito ansioso. Será que o pai realmente n?o ia salvar
a m?e?
O av? tinha um temperamento que poderia levar a m?e à morte!
Vendo Liliane sendo espancada pelos seguran?as, os três pequenos estavam cheios de raiva,
desespero e afli??o.
N?o posso esperar mais! – Ian pegou o celr de Breno e ligou para Eduardo. Para que servia esse
pai irresponsável e inútil?
Na família Lima.
Eduardo estava na s, entretendo os convidados. Ele convidou alguns socialites da Serafim e
jornalistas disfar?ados, esperando que, quando Liliane chegasse, pudesse exporpletamente a
falsa identidade de Mavis para que todos
soubessem quem era a verdadeira herdeira da família Lima e o qu?o repugnante
era o caráter de vidados indiferen?a, seu olhar gdo estava fixo em
Eduardo tratou os
Mavis, cuidadosamente maquiada.
Eduardo?
De repente, um grito familiar ecoou em seu ouvido.
Eduardo virou a cabe?a e viu Beatriz, vestindo um vestido amarelo suave,
aparecendo à sua frente. Ele ficou at?nito por um momento, depois seu olhar se suavizou e ele
perguntou um sorriso suave:
–
Bia? Você voltou do exterior?
—