Capítulo 355
–
Lili se preocupa as pessoas. Você está sempre aodo d e Lili nunca se preocupou você?
Ou será que você n?o gosta que os outros se preocupem
–
No entanto, Nanda respondeu apenas algumas pvras:
– Eu n?o preciso.
A perspectiva de Nanda era que Liliane se importava porque era sua empregada, capaz
de organizar coisas importantes de maneira eficiente.
Sem habilidades, Liliane n?o teria motivo para se importar ! Além disso, n?o precisava
dessa falsa demonstra??o de cuidado!
Você precisa, porque você também é humanaAinda por cima, é uma boa pessoa. Pessoas boas
deveriam se permitir serem felizes. Disse Marta, depois de pensar por um tempo.
Ao ouvir isso, Nanda ficou perplexa e perguntou:
–
Como você concluiu que eu sou uma boa pessoa?
Marta pegou o tablet, enquanto disse:
Porque você me deu isso.
Nanda deu uma olhada, soltou uma risada sarcástica em seu cora??o. Será que emprestar um tablet
faz alguém ser uma boa pessoa? Que ingênuo!
Nanda n?o continuou a conversa, se voltou para oputador. No entanto, n?o conseguiu se
concentrar no trabalho, pois as pvras de Marta ecoavam em
sua mente.
No final da manh?, Liliane chamou Nanda para o escritório.
Nanda entrou e Liliane levantou os olhos, perguntando:
Secretária Nanda, você n?o me entregou o resumo da reuni?o de ontem de manh?, certo?
Nanda baixou os olhos, disse em tom indiferente:
Desculpe, n?o trabalhei direito.
Tudo bem, deve estar cansada, afinal, tem trabalhado incansavelmente ultimamente. Disse Liliane,
com um sorriso, depois de observar Nanda por um
C
momento. Nanda ficou em silêncio. As pvras de Marta ressurgiram em sua mente. Liliane levantou
a m?o e olhou para o relógio de pulso, continuando. Está na hora de encerrar o expediente. Que tal
irmos almo?ar juntas? Tenho algo para te contar.
Está bem. – Concordou Nanda.
Onze e meia.
Liliane levou Marta e Nanda até o restaurante do outrodo da rua da empresa.
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Depois de se sentarem na s privada, Liliane tirou um contrato e entregou a Nanda, dizendo:
– Dê uma olhada nisso.
Nanda pegou, olhou por um momento e olhou surpresa para Liliane, exmando:
– A??es?
Sim, mas s?o a??es de trabalho. Com suas habilidades, você pode receber a??es de trabalho. Disse
Liliane, sorrindo.
Sra. Liliane, eu sou apenas uma secretária. – Disse Nanda.
N?o. Está ro no contrato. A partir de amanh?, você entrará no departamento de Recursos
Humanos, se tornando oficialmente a diretora de Recursos. Humanos. N?o recuse, a empresa precisa
de alguémo você. Eu observei você durante o tempo que esteveigo. Você é rigorosa no
treinamento de novas secretárias e realiza qualquer trabalho precis?o e elegancia. Explicou
Liliane.
Liliane tinha suas próprias motiva??es para promover Nanda e lhe oferecer a??es.
Em primeiro lugar, a habilidade de Nanda no trabalho realmente se destacava e poderia gerenciar
a empresa de maneira mais eficaz no departamento de Recursos Humanos.
Em segundo lugar, e mais importante, era que ainda suspeitava se Nanda era realmente a
incendiária.
Nanda era reservada, mas depois do incidente na fábrica, mencionou Kerry a Liliane
voluntariamente,partilhando algumas pvras que fizeram suspeitar de Kerry.
Qual era a raz?o por trás de semear a discórdia? Afinal, Kerry sempre foi gentil .
Sem conseguir encontrar uma raz?o, Liliane decidiu promover Nanda e dar a a??es, observando
de pertoo Nanda agiria na empresa.
As vezes, era necessário sacrificar um pouco para ganhar mais tarde.
precisava tentar, sen?o aqu dúvida permaneceria em seu cora??o para
sempre.
Depois de um longo pensamento, Nanda, ào ver a determina??o de Liliane, concordou.
Sra. Liliane, obrigada. – Nanda expressou sua gratid?o.
N?o precisa agradecer, vamos trabalhar juntas pelo bem da empresa. – Respondeu Liliane.
Pensamentosplicados passaram p mente de Nanda, enquanto respondeu:
Certo.
Sexta–feira.
O Grupo TYCn?ou a
da neca de roupa
iniciando as pré–vendas ao mesmo
tempo que a Novitexn?ava sua nova cole??o.