Capítulo 350
Liliane apertou a testa e disse:
– Depois de borarem o no cirúrgico, me forne?am um contrato. Quando eu confirmar, vocês
podem prosseguir a cirurgia.
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O médico, ao ver Liliane concordar, parecia aliviado.
– ótimo!
Marta, parada aodo da cama, olhou para dona Lucinda e perguntou:
Lili, esta é sua m?e?
-N?o, é a dona Lucinda, que cuidava de mim antes. – Liliane respondeu, se sentando aodo da
cama.
olhou mncolicamente para dona Lucinda.
– Dona Lucinda éo uma família para mim. Minha m?e biológica e minha madrasta já faleceram.
Cinco anos se passaram desde que Liliane partiu, agora que voltou, n?o teve coragem de ir ao
túmulo de sua m?e. temia que sua m?e a repreendesse por ser inútil, já que ainda n?o tinha
conseguido levar os assassinos à justi?a.
Se conseguisse descobrir a verdade e punir os culpados, Liliane certamente se ajoelharia diante do
túmulo de sua m?e, buscando consolo para a alma d.
Ao ver as lágrimas escorrendo pelo rosto de Liliane, Marta, preocupada, pegou um len?o para
enxugar.
Liliane, surpresa, levantou os olhos. Marta já estava delicadamente acariciando o rosto frio d.
– Lili, n?o chore. Embora s n?o estejam mais aqui, você ainda tem a mim. Eu posso ser sua m?e,
posso te trataro uma filha. – Marta sorriu levemente.
O sorriso de Marta era gentil e puro.
Liliane, os olhos vermelhos, n?o p?de deixar de se jogar nos bra?os de Marta.
Marta acariciou suavemente os longos cabelos de Liliane.
– Lili, n?o chore….
Liliane sabia que, neste momento, o cora??o de Marta estava puro e ro.
às onze horas.
Liliane e Martapraram um pouco de sopa e depois foram para a suite VIP.
William estava sentado na cama, lendo alguns documentos. Ao ver Liliane e Marta entrando juntas, ele
ficoupletamente atordoado.
M?e.. – William exmou surpreso. – Como você veio até aqui?
Martan?ou um leve sorriso para William e, em seguida, se sentou em silêncio no sofá.
Nos olhos profundos de William, passou um tra?o de solid?o.
Era apenas quando as coisas estavam normais que lhe mostrava esse sorriso distante.
Observando isso, Liliane se aproximou a sopa:
Ainda n?o almo?ou, certo?
– N?o. A voz de William estava rouca.
O cora??o de Liliane apertou um pouco. Marta pode n?o amar William, mas William a viao a sua
única parente verdadeira.
– Comprei uma por??o de sopa para você.
Liliane falou novamente, quebrando a atmosfera opressiva no quarto de hospital.
– Você jáeu? – William deu uma olhada.
Liliane bn?ou a cabe?a, puxou uma cadeira e se sentou aodo da cama, pegando uma faca de
frutas para cortar uma ma??.
– Vamoser juntos primeiro.
William levantou ligeiramente o bra?o e perguntou friamente:
Você acha que posso segurar algo esta m?o?
“Quer que eu te alimente, ent?o f diretamente! Para que rodeios!”
Liliane deixou a ma?? cair for?a, pegou uma tig, a encheu de sopa e deu a William na boca.
aguentou! Afinal, William a salvou!
William, irritado pelo vapor da sopa, franziu a testa descontente e olhou para Liliane.
Você quer me queimar?
Liliane apertou a colher, retirou a m?o, assoprou para resfriar e depois ofereceu
novamente a William.
Desta vez, ele ficou satisfeito, abrindo os lábios finos ee?ando aer.
Marta, sentada no sofá, encarava intensamente as a??es dos dois.
Quanto mais olhava para os tra?os faciais de William, mais a imagem do rosto de Miguel surgia em
sua mente! O rosto que lhe trouxe inúmeros pesadelos!
As m?os de Martae?aram a se cerrar, o peito subia e descia rapidamente, e a raiva nos olhos
aumentou de repente.
No segundo seguinte, Marta se levantou abruptamente e se atirou em dire??o a
William.