Capítulo 347
Neste momento, Kerry entrou p porta.
Ao ver tantasidas deliciosas, ele caminhou até Liliane remando raiva:
Nix, fez tantas coisas boas paraer e nem me chamou para voltar eer!
Liliane puxou a cadeira aodo d, rindo:
Eu pensei que você n?o fosse voltar hoje.
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Kerry se sentou um baque.
– Você, mulher sem cora??o, me abandonou para sair sozinha e n?o me cumprimentou quando voltou!
Correr entre a empresa e a fábrica é muito cansativo…
Antes que Kerry terminasse suas rema??es, Marta já havia enfiadoida em sua boca. Kerry
ficou parado, rapidamente mastigou e engoliu. Ele ainda estava um pouco intimidado por Marta, pois
ainda n?o havia esquecido a última vez que foi sufocado.
Kerry co?ou a cabe?a embara?ado
– Obrigado, Marta!
Liliane bateu na cabe?a de Kerry.
– é a m?e do William.
– O quê?!
Kerry se levantou abruptamente da cadeira, chocado, e perguntou incrédulo:
A m?e do homem fedorento?!
N?o chame ele asssim, sente e fale direito. – Liliane cobriu os ouvidos.
Kerry se sentou novamente e disse:
Nix, há quanto tempo você sabe disso? Por que n?o me contou? Eu estava me perguntando por que
as crian?as mudaram até o modo de chamar .
–
Você n?o percebeu a mudan?a nos nomes que eles usam para chamar? – Liliane olhou para ele sem
pvras.
Kerry resmungou:
Eu pensei que vocês tivessem tido uma ideia repentina. O William sabe disso?
Sabe. Liliane tomou um gole de suco de milho. – Marta n?o quer ir ele.
Oh, até a própria m?e n?o quer ir ele, parece que ele n?o é mesmo uma boa pessoa. Kerry
torceu a boca.
N?o tive conclus?es precipitadas, há coisas que você n?o entende… – Liliane
disse.
– Exatamente! – Antes que Liliane pudesse terminar, Alice de repente disse. – N?o fique sempre
fndo mal do meu pai.
Todos, exceto Marta, olharam surpresos para Alice.
Alice deu uma mordida na asa de frango, olhou fixamente para todos e disse:
– O que foi?
Ian segurou o rosto macio de Alice a m?o, olhando para .
– Alice? Você está se rebndo?
Alice resmungou, afastando a m?o de Ian, piscando os olhos de forma nervosa:
N?o é nada! Eu só acho que ele ainda é legal. Mano, o pai salvou a m?e, e agora ele está deitado no
hospital.
Kerry arregalou os olhos, olhando para Liliane.
Ele a salvou? O que aconteceu? Como é que eu n?o sei de nada?
Liliane explicou para Kerry sobre o incidente no acampamento.
A express?o de Kerry passou de assustado para surpreso.
– Caramba, ele salvou você de novo!
Fndo isso, Kerry contou nos dedos.
–
Isso significa que ele te salvou cinco vezes agora!
–
Para ser precisa, foram quatro vezes. – Liliane corrigiu. Uma vez ele me deixou sozinha na montanha.
Kerry co?ou o queixo pensativo:
Na verdade, n?o conta muito, nas primeiras vezes você estava em apuros por causa dele, né? Mas
desta vez n?o, n?o esperava que ele ainda se importasse tanto você.
Kerry percebeu que n?o soou bem após terminar a frase.
Nix, eu n?o estou defendendo ele, só estou fazendo uma análise objetiva.
Eu entendo. – Liliane assentiu.
Todas essas coisas pareciam t?o vividas em sua mente, mas qual era o significado de fr sobre isso
agora?
Sentimentos sem respeito e confian?a n?o valiam a pena!
Os três pequenos sentadosdo ado na mesa ficaram at?nitos.
O pai salvou a m?e tantas vezes?
Após o jantar, Marta se sentou as crian?as para brincar os blocos de montar Lego.
Quando chegou a hora, Liliane apressou as crian?as a irem para cama. Após as ajudar a escovar os
dentes e as acalmar para dormir, Liliane percebeu que Marta ainda estava sentada diante dos blocos
de Lego.
se aproximou e sentou aodo de Marta.
– Marta, você ainda n?o vai dormir?
Marta bn?ou a cabe?a, olhando fixamente para os blocos de Lego. 1
Eu quero terminar de construir o último telhado para Alice e os outros.
– Marta, você n?o conseguirá terminar esse telhado em uma noite, pelo menos. vai levar uns três ou
quatro dias. – Liliane riu.