Capítulo 345
Liliane sentiu um calor reconfortante em seu cora??o ao receber a sopa de gengibre. pegou a
tig e agradeceu:
Marta, obrigada.
Marta co?ou a cabe?a, sorriu timidamente e se sentou.
Ficar na chuva n?o é bom, pegar um resfriado é ainda pior. Eu sei que tomar inje??o dói muito, ent?o
n?o quero que você fique doente.
Liliane levantou a colher.
Entendi. Mas, Marta, o William também ficou na chuva e está no hospital agora. Você n?o quer ir
visitar ele?
Ao mencionar William, Marta teve um momento de confus?o. Depois de pensar um minuto, disse:
– Meu filho? N?o se preocupe, os meninos s?o fortes, s?o as meninas que precisam de mais cuidado.
Ouvindo as pvras de Marta, Liliane n?o p?de deixar de se sentir triste. Parecia que o pensamento
de Marta ainda estava na infancia de William.
Lilianeeu uma colherada da sopa de gengibre, sentindo o calor se espalhar da garganta até o
est?mago, aliviando a tens?o de seu corpo.
Enquanto Liliane tomava, Marta a observava atentamente.
Se meu filho pudesse se casar você, seria maravilhoso. – De repente, Marta disse.Content held by N?velDrama.Org.
Liliane parou a colher no ar, um sabor amargo nos lábios..
e William n?o tinham mais chance, mas ao responder Marta, n?o queria expressar as pvras
de maneira muito dura.
Liliane recusou delicadamente:
– Marta, William encontrará uma nora gentil e atenciosa para você.
Os olhos de Marta gradualmente perderam o brilho.
– Lili, eu sei que estou doente.
Liliane ficou surpresa, percebendo a mudan?a de emo??o no rosto de Marta. disse:
Marta, você…
Minha mente está confusa. – Marta sorriu contidamente. – às vezes estou lúcida, às vezes estou
confusa. Mas agora estou muito lúcida, porque toda vez que fico bicida, lembro do que aconteceu no
passado.
Liliane estava curiosa sobre isso, mas também temia tocar em algo que pudesse. magoar Marta.
Marta continuou:
William teve uma vida difícil. Aos dezesseis anos, foi for?ado a se separar de mim. Agora, ele cresceu
e apareceu na minha frente, mas ele é um estranho para mim. Posso dizer até que n?o sinto nenhum
afeto por ele.
Liliane franziu a testa lentamente. Que tipo de mentalidade uma m?e deve ter para dizer que n?o
sente afeto por seu próprio filho?
Liliane, perplexa, perguntou:
– Marta, você cuidou de William até ele ter mais de dezesseis anos, por que n?o sente afeto por ele?
–
Se você fosse for?ada a dar à luz uma crian?a, teria afeto por ? Marta perguntou em resposta.
Liliane n?o conseguia responder a essa pergunta. n?o ousava imaginar essa possibilidade.
No entanto, de acordo as pvras de Marta, Guilherme realmente poderia. ter feito algo assim.
– Desculpe, Marta, eu também n?o tenho uma resposta para essa pergunta. – Liliane admitiu
honestamente.
Marta pegou o copo e deu um gole.
Eu n?o tenha afeto por William, ainda sinto remorso. Você é uma boa garota. Se você puder cuidar
dele em meu lugar, eu poderia morrer em paz.
As pvras de Marta assustaram Liliane.
Marta, n?o fale assim. Você viverá até uma idade avan?ada.
Você precisa entendero é angustiante carregar memórias dolorosas. – Marta sorriu
mncolicamente.
Liliane n?o queria explorar mais a fundo esse assunto e interrompeu imediatamente Marta.
Marta, eu pedirei à Dra. Daise para a panhar a um passeio no parque, tudo bem?
Marta n?o recusou, concordando:
Está bem, vá para o trabalho.
Liliane, preocupada, enviou uma mensagem para Dra. Daise:
“Dra. Daise, Marta estava emocionalmente estável quando estava aqui na empresa. teve esse tipo
deportamento em casa também?”
Depois de um tempo, Liliane finalmente recebeu a resposta de Dra. Daise:
“Sim, é assim. Pacientes que sofreram grandes traumas muitas vezes optam por esquecer
conscientemente certas memórias. Essas memórias, no entanto, permanecem profundamente
enraizadas em suas mentes e podem ser evocadas. ao ver algo específico ou encontrar uma pessoa
especial, levando a momentos de lucidez.
Srta. Liliane, permita que eu seja franca. Na minha opini?o, os períodos de lucidez d n?o s?o algo
positivo. Durante esses momentos, observei sintomas graves de depress?o, ansiedade e até
episódios de mania. Além disso, durante os períodos de desorienta??o, frequentemente delira,
pronunciando pvras difíceis de imaginar para a maioria das pessoas. Em r??o ao que disse,
farei um rtório e o enviarei para o seu celr posteriormente.”