Capítulo 301
– Se vamos ou n?o, n?o é da sua conta! – Respondeu Alice, fazendo bico.
Pa fixou os olhos em Breno, ignorandopletamente as pvras de Alice. Depois de olhar por
um tempo, Pa de repente sorriu.
Garoto bonito, você acabou de chegar aqui. Vou te levar para almo?aro uma forma de boas–
vindas, olhe só, já é meio–dia. – Convidou Pa.
Ian e Alice quase riram ao ouvir isso.
Quem era o anfitri?o afinal?
Breno, que já n?o era bom em recusar convites, apenas concordou a cabe?a de forma rígida
depois que Pa falou.
Ian e Alice ficaram surpresos.
– Afinal, n?o confio em você para levar Breno para fora! Eu também quero ir! Falou Alice,
imediatamente, olhando para Pa vigilancia.
Pa torceu a boca. realmente n?o queria levar esses dois grudentos juntos.
Mas, pensando bem,o n?o teria que pagar p refei??o, eles irem ou n?o, n?o se
importava!
Após a família Marques se arrumar, eles saíram para o restaurante os três. pequenos.
Ao chegarem lá, os Marques escolheram ostensivamente os pratos mais caros, enchendo a mesa.
Ian e Alice olhavam para Pa suspeita. ficou rica ou algo assim?
–
Garot?o, n?o seja t?o formal! Coma, n?o economize! Disse Pa, a Breno, educada.
Breno, a testa ligeiramente franzida, pegou um garfo. Antes que pudesse pegar qualquerida,
Raul já havia servido aida no prato dele.
Breno apertou a testa, segurando os talheres uma m?o, mas sem mexer.
Ian olhou para a cena, soltando um sorriso frio.
–
Breno n?oeida que estranhos d?o para ele.
Falou
Ian.
Pa ficou o rosto um pouco sombrio. Por que esse garoto tinha tantos maus hábitos?
Comer já era o suficiente, por que ser t?o exigente?
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Se ele n?o fosse rico, Pa certeza repreendiria ele.
Que costume ridículo! Comer aida que meu pai deu é uma honra para você! Zombou Diego.
Pa olhou para Diego, tentando deter ele.
Fique quieto, n?o fale muito,a mais! – Interveio Pa.
M?e, eu falei alguma mentira? Há veneno nos talleres do meu pai? Perguntou Diego, estndo a
língua.
Se você n?o quer, euo! Disse Viviane, pegando o prato de Breno.
Breno baixou os olhos, apertando os lábios, sem dizer uma pvra.
Sem educa??o! Comentou Alice, apertando os dentes de raiva.
Depois de uma refei??o, a família Marques estava satisfeita, enquanto os três pequenos n?oeram
muito.
Após a refei??o, Pa chamou o gar?om para pagar a conta.
– Olá, o total é 5899 reais. Você prefere pagar cart?o ou celr? – Perguntou o gar?om,
entregando a conta a Pa.
Ai, onde está minha bolsa? Eu ainda estava quando sai! – Disse Pa, enquanto vasculhou
seus pertences. Dizendo isso, Pa olhou para Raul, perguntando. – Raul, você trouxe a carteira?
Raul também fez uma encena??o de procurar.
Acho que n?o trouxe.
Respondeu Raul.
Diego percebeu a artimanha dos seus pais e se exibiu.
Eu também n?o tenho. Disse Diego..
Pa soltou um som e se virou para Breno.
Garoto bonito, olha só a nossa confus?o, que tal você pagar primeiro? – Disse
Pa.
Breno n?o disse uma pvra e tirou em silêncio seu celr infantil para entregá- lo ao gar?om.
Breno pensava que mais de cinco mil reais por uma refei??o era bem barato, convidarn e Alice para
comer era a coisa certa a se fazer.
+15 BONOS
No entanto, Ian e Alice ficaram de olhos arregdos.
Alice agarrou o bra?o de Breno prestes a fr, mas Ian a interrompeu.
– Eles est?o fazendo de propósito! Nada que dissermos agora vai ajudar! – Sussurrou Ian.
Mas n?o podemos simplesmente deixar eles intimidarem o Breno! – Disse Alice, apertando as
sobrancelhas.
Eu vou dar um jeito! N?o vou deixar que eles fiquem se gabando impunemente! Disse Ian, depois de
pensar por um momento.
Ao ouvir isso, Alice ficou em silêncio. confiava em Ian!
Ao saírem do restaurante, Pa levou os três pequenos para o shopping.
Assim que entraram, Ian viu uma máquina de raspadinha automática. Ele sorriu de leve, agora ele
tinha um no!