Capítulo 276
Se s?o íntimos ou n?o, isso n?o impede vocês de terem um encontro? – Zombou Liliane.
–
Alguém se importou em perguntar se eu estou sofrendo? – Disse Vinícius, uma express?o
mncólica.
Liliane e William olharam para Vinícius ao mesmo tempo.
Você que se meteu nisso, n?o foi? – Disseram eles, em uníssono.
Após fr, Liliane e William ficaram surpresos por um.
Os dois se encararam, a atmosfera ficou sutil e logo voltaram a se virar cada um para o seudo.
– Vamos, queridos, panhem a mam?e até o trabalho. – Disse Liliane,
olhando para os pequenos.
Alice, de bom humor, acenou para William.
Sr. William, desejo a você um encontro agradável! – Disse Alice.
– Felicidades! – Seguiu Ian.
A express?o de William ficou ainda mais sombria.
William, nunca pensei que você chegaria ao ponto de ter encontros às cegas. – Disse Vinícius,
morrendo de sorrir.
– Você pode cair fora! – Disse William,n?ando um olhar frio para Vinícius.
Vinícius ficou sem pvras.
No caminho para o destino, Pa já estava impaciente e ligou para a casa da B.
Ao ouvir que o homem estava divorciado e tinha um filho, mas possuía propriedades em todo o país,
B concordou em relutancia.
Tudo bem, marque um encontro para ele vir aqui pessoalmente me encontrar, fremos sobre isso na
hora. Disse B.
Pa concordou prontamente.
No entanto, ao chegar ao local e descer do carro, olhando para a ca “Hospital Psiquiátrico” à sua
frente, a familia Marques ficou at?nita.
– M?e? – Chamou Diego, os olhos arregdos, perguntando. – Você tem certeza de que n?o
errou o endere?o?
A express?o de Pa mudou rapidamente de cor.
– Como assim eu errei! Com certeza é este endere?o! – Afirmou Pa.
Raul n?o acreditava, pegou o papel o endere?o de Pa e abordou uma.
– Mo?a, a Rua da Felicidade 264 é aqui? – Perguntou Raul.
– ro que é aqui, este é o famoso Hospital Psiquiátrico da Serafim, conhecido por tratar doen?as
mentais graves! Respondeu a mo?a que passava.
A familia Marques ficou perplexa, desarrumada pelo vento!
– Caramba, aquele cara n?o está nos fazendo vir aqui para examinar nossa sanidade mental? M?e,
ele está zombando de nós! – Falou Diego.
Ele foi o primeiro a reagir.
–
Com essa aparência decente, quem diria que ele é só um trapaceiro! – Disse Pa, furiosa.
–
Essa situa??o é toda culpa da Liliane. N?o é à toa que estava rindo tanto antes, essa mulher
insolente! M?e, n?o podemos engolir isso! – Disse Diego, indignado.
– Quem disse que eu vou engolir?! Você vai vero eu vou lidar ! Gritou Pa, uma
voz aguda.
– Como você vai lidar isso? – Perguntou Raul, de forma perplexa.
Vamos! Já que nos tratou assim, vamos gastar o dinheiro d! Muita gente gosta de marcas
famosas, né? Vamosprar aqu coisa chamada Archi! – Respondeu Pa, frieza.
M?e, o que é Archi? – Perguntou Diego, co?ando a cabe?a.
– Você é t?o ignorante. Eu vou te mostrar quando chegarmos lá! Deveria ter estudado mais em vez de
gastar tempo bobagens! Respondeu Pa,n?ando um olhar para Diego.
Com isso, a família partiu apressadamente de táxi em dire??o ao shopping de luxo.
Pa guiou a família por várias lojas até encontrar a tal loja de produtos de luxo.
é isso aí, Archi! Ouvi dizer que é muito
famoso, as pessoas ricas na televis?o usam isso! – Disse Pa, apontando para uma sequência de
pvras em inglês
+15 BONOS
na fachada.
M?e, na televis?o isso é chamado de “Ai“! – Disse Diego, franzindo os lábios.
– Oh, “Ai“, é isso! N?o importao chamam, vamosprar hoje mesmo! – Disse Pa, n?o se
import.
Dizendo isso, entrou na loja a cabe?a erguida.
– Alguém! Eu queroprar “Ai“! – Gritou Pa, em voz alta, ao ver uma atendente.
A atendente avaliou a aparência da família. Após hesitar brevemente, set aproximou mantendo sua
atitude profissional.
Olá, senhora. Qual modelo você gostaria deprar? – Perguntou a atendente.
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Capítulo 277