Capítulo 271
William, passou por muita coisa, n?o há necessidade de ficar preso por causa dos filhos. Disse
Vinícius.
Ent?o me diga, se está t?o triste, por que teve mais dois filhos Eduardo? – Perguntou
William, segurando a raiva, sua presen?a imponenteo um juiz no mundo dos vivos.
– Talvez seja uma forma de consolo para mesma. – Conjecturou Vinícius.
William jogou o copo for?a, um estrondo ressoou.
Consolo? A maneira d se consr é se envolver homens? – Zombou
William.
– William, vou fr honestamente. Se Mavis foi capaz de tirar uma crian?a de Liliane, certeza
poderia ter feito algo os outros dois. Os ciúmes de uma mulher n?o é algo que nós, homens,
possamos entender! – Vinícius tentou explicar.
William semicerrou os olhos, cheios de hostilidade.
– Vou investigar esse assunto! – Disse William.
Vinícius soltou vários suspiros consecutivos, sabendo que essa investiga??o n?o seria fácil.
Especialmente Mavis, ele tinha a sensa??o de que n?o era simples.
N?o apenas , ele sentia que havia uma for?a significativa nas sombras.
Em outras pvras, se Liliane n?o foi a assassina naquele incidente do passado, que papel Mavis
desempenhou naqu situa??o?
Uma vítima inocente ferida?
Ele n?o acreditava! Definitivamente n?o era t?o simples!
Sábado.
Dessa vez, Liliane n?o acordou as crian?as cedo para o café da manh?, deixando s dormir até
acordarem naturalmente.
Afinal, era melhor manter as crian?as longe daquele grupo lá embaixo.
Até as dez e meia, Alice e Ian apareceram para abrir a porta de Liliane.
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Ao ver os dois, Liliane levantou o cobertor.
Acordados? Que tal sairmos paraer algo? – Perguntou Liliane.
–
Mam?e, meu est?mago está protestando. – Disse Alice, apertando sua barriguinha fofa.
Mesmo semer uma refei??o, ainda há muita carne na sua barriga. – Comentoun, sorrindo
elegancia.
–
Você é t?o chato! Sempre dizendo coisas desagradáveis! – Disse Alice,n?ando um olhar irritado
para Ian.
Liliane riu enquanto pegava roupas do armário.
Pensem no que queremer. Disse Liliane.
Podemos ir ao Felicidade Infante Restaurante, mam?e, pode ser? – Perguntou Alice, sorrindo.
ro! Vou ligar para reservar uma mesa. – Respondeu Liliane.
No patamar da escada, Viviane ouviu a conversa deles.
se virou e desceu as escadas para contar a Pa sobre o no deles.
Diego, aodo, se animou, pegou o celr ee?ou a procurar o tal restaurante infantil que Viviane
mencionou.
Ao ver que o custo médio por pessoa era mais de mil, seus olhos se arregram de surpresa.
– Viviane! Você também quer ir, né? – Perguntou Diego.
Nunca fui! ro que quero! – Respondeu Viviane.
Diego concordou e olhou para Pa.
M?e, o restaurante infantil tem um custo médio de mais de mil reais! N?o podemos perder essa
oportunidade de aproveitar, né? – Disse Diego.
Pan?ou a ele um olhar descontente. Mais de mil? Isso n?o significava nada! gastou mais de
oito mil na noite passada! Liliane realmente era econ?mica!
Mas já estavabinado que Liliane cuidaria de tudo rcionado aida e bebida, ent?o teve
que engolir a insatisfa??o.
– Está bem, vamos! – Disse Pa.
Quinze minutos depois, Liliane desceu as crian?as.
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Ao ver a família Marques na s, todos vestidos de maneira arrumada e de pé, ost três ficaram
surpresos.
– Mam?e, vamos embora logo! – Disse Alice, puxando a m?o de Liliane.
Liliane assentiu, levando as crian?as para fora da mans?o.
Sem saber, assim que entraram no carro, a família Marques também correu apressadamente até eles,
até mesmo se for?ando a entrar no carro.