Capítulo 260
-Eu tenho uma pergunta.
—
Disse Vinícius, mudando o assunto.
O que é? Perguntou Marc, dando um gole na bebida.
–
Liliane está procurando parcerias para a fábrica? – Perguntou Vinícius.
Mesmo que eu n?o pergunte, isso é óbvio. precisa acelerar a produ??o! – Respondeu Marc.
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Me ajuda a marcar um horário . – Pediu Vinícius.
Marc, desconfiada, olhou para ele.
–
Por que n?o f logo o que quer? Por que ficar enrndo? Perguntou Marc.
Eu vou emprestar minha fábrica para usar. – Respondeu Vinícius.
– Ah, deveria ter dito antes! – Resmungou Marc. – Amanh? eu marco para você!
à noite, 20h.
Liliane abriu os olhos fracos e viu Eduardo fndo ao celr em voz baixa.
Ao ver Liliane, Eduardo ficou surpreso por um momento e depois disse ao celr.
Sua m?e chegou, deixo fr vocês.
–
Disse Eduardo. Dito isso, ele colocou
o celr perto do ouvido de Liliane. – As crian?as est?o te ligando.
Alo? – Liliane, surpresa, pegou o celr.
–
–
Mam?e! A voz animada de Alice veio do celr.
Eu e Ian já chegamos em casa.
Mam?e, quando você vai voltar para casa?
Liliane tossiu de leve, tentando se animar, dizendo:
Vocês já chegaram? Quando vocês voltaram?
– Chegamos de manh?,, eu en estávamos te esperando o dia todo! – Respondeu
Alice.
–
Entendi, já estou indo para casa em breve.
Disse Liliane, sorrindo.
+15 BOHUS
—
Ok, eu en estávamos esperando você voltar! Disse Alice.
Depois de desligar a chamada, Liliane se levantou de imediato da cama.
Eduardo entendeu que Liliane estava ansiosa para voltar para casa e ajudou a se
levantar.
Vai calma, sem pressa. Disse ele.
– Eu sei, Eduardo, n?o se preocupeigo. – Falou Liliane, vestindo o casaco.
– Eu n?o posso me preocupar? – Disse Eduardo, suspirando. Da próxima vez, me
avise antecedência, n?o carregue tudo sozinha.
– Eu sou alguém incapaz de lidar as coisas? – Disse Liliane, sorrindo.
Eduardo afagou carinho o cabelo de Liliane.
–
Sei que você é capaz, mas eu sou seu irm?o. Disse Eduardo.
N?o tem ninguém de ferro, eu seio você é ocupado. – Respondeu Liliane.
Eduardo também entendeu a natureza forte de Liliane, ent?o n?o insistiu mais no
assunto.
Depois de levar Liliane para casa, Eduardo n?o saiu. Em vez disso, foi para a cozinha fazer canja para
.
Liliane resistiu, mas insistiu em brincar um pouco os dois filhos.
Depois de as crian?as se arrumarem, desceu paraer.
Eduardo serviu um prato de canja para Liliane.
– Lili, os resultados da investiga??o da polícia s?o apenas uma referência. Falou Eduardo.
–
Por que você diz isso? – Perguntou Liliane, pegando o prato.
– N?o acha que investigar um pouco mais as pessoas ao seu redor seria mais eficaz do que o que a
polícia pode descobrir? – Perguntou Eduardo, de volta.
Liliane, soprando a canja, refletiu por um momento.
– Quer dizer que mesmo se a policia encontrar pistas, n?o significa que esse seja o
resultado? – Questionou Liliane.
Exatamente. Geralmente, criminosos inteligentes n?o deixam evidências que denunciem eles. Existe
também a possibilidade de eles empurrarem a culpa para outra pessoa, bagun?ando seu pensamento
normal. Essas pessoas s?o especialistas em umportamento especifico “a espera“! Explicou
Eduardo, voz suave.
–
Com essa observa??o de Eduardo, Liliane de repente se lembrou das pvras de
Nanda para . Poderia ser que aqu pessoa fosse Nanda?
Nanda salvou e s n?o se conheciam, seria possível que Nanda prejudicasse
?
Depois de pensar um pouco, Liliane contou a Eduardo sobre Nanda.
– Nossa análise está muito unteral agora. Em vez de especr aqui, por que você
n?o tentan?ar um anzol para ver as rea??es? – Sugeriu Eduardo.
Quer dizer, devo suspeitar de Kerry de propósito? Testar as rea??es de Nanda? – Perguntou Liliane.
– Exatamente. Veja se agarra a situa??o Kerry. Além disso, há um ponto
muito importante, n?o fique muito ansiosa, espere que fale primeiro. – Disse
Eduardo, sorrindo.
– Beleza, vou tentar. – Concordou Liliane.