Capítulo 254
–
Sra. Liliane, estou apenas analisando objetivamente os fatos. Continuou Nanda,
imperturbavel.
–
– Isso depende das pessoas! – Disse Liliane, irritada. Eu conhe?o Kerry,o você acha que eu n?o
saberia?
Nanda permaneceu em silêncio, encarando diretamente Liliane.
Depois que o ambiente ficou mais calmo, Liliane percebeu que havia reagido rápido
demais.
– Desculpe, Nanda. – Desculpou Liliane, se sentindo culpada. – Aconteceu muita
coisa hoje. Eu sei que você estava tentando me ajudar uma análise. Mas Kerry
n?o é assim. Espero que você também possa confiar nele tanto quanto eu.
– Sim, eu entendi, Sra. Liliane. Vou tentar entrar em contato ele.
Nanda.
Você pode ir para casa agora.
Disse Liliane.
– Está bem.
–
Concordou Nanda.
Respondeu
Assistindo Nanda sair do escritório, Liliane levou a m?o à testa.
O temperamento de Nanda sempre foi assim,o poderia ter perdido a
paciência t?o facilmente?
O tempo voou e logo era de madrugada.
Liliane, debru?ada sobre a mesa, adormeceu profundamente. No escritório apareceu
uma figura alta.
Ele abriu a porta, notou a pequena manta no sofá e a pegou.
Caminhando até Liliane, cobriu gentileza.
Ao olhar para o pequeno rosto d, que dormia inquieto, um toque de ternura
apareceu no rosto do homem.
Mas, ao fechar os olhos firmeza, Liliane, talvez sentindo o calor, franziu a testa.
Rapidamente, lágrimas escorreram por seus cílios úmidos enquanto murmurava em
sonho.
“M?e… Estou muito cansada…”
Os olhos profundos de William escureceram um pouco mais e seus dedos
articdos se moveram por instinto para tocar de leve o rosto de Liliane.
Mas no último momento antes de tocar o rosto d, ele parou.
Encolhendo os dedos, ele recuou uma express?o de resigna??o.
talvez nem quisesse ver ele…
Ent?o, por que ele deveria aparecer quando estava t?o angustiada? Só iria causar
mais desconforto a ?
William apertou os lábios, se for?ando a desviar o olhar, deixou o escritório.
No andar de baixo.
William voltou para o carro.
Sr. William, por que você desceu t?o rápido? Perguntou Jorge, surpreso.
Os dois n?o costumavam sempre brigar quando se encontravam?
Além disso, Sr. William foi para discutir o problema da coopera??o temporária da
Srta. Liliane.
Em menos de dez minutos, ele desceu. A Srta. Liliane recusou o Sr. William t?o
rapidamente?
estava dormindo, ent?o eu n?o quis iodar..- Disse William, uma voz
suave.
Entendi… Respondeu Jorge.
Ele deu uma olhada discreta no espelho retrovisor, na express?o serena do Sr.
William.
Esse visual… Talvez ele estivesse sentindo pena da Srta. Liliane de novo?
Era uma pena que eles dois n?o admitissem, um para o outro, o quanto se
importavam.
No dia seguinte.
Ao amanhecer, Liliane acordou na mesa.
Esfregando os bra?os doloridos, se endireitou.
No entanto, algo deslizou de suas costas, fazendo olhar surpresa para baixo.
Uma manta?
Liliane ficou perplexa, quando foi que alguém cobriu ?
Seus funcionários n?o teriam ousado entrar em seu escritório sem permiss?o, ent?o
quem poderia ser?
Liliane olhou para a camera no escritório, em seguida, procurou as grava??es da
noite passada noputador.
Ao ver as imagens da madrugada, Liliane arregalou os olhos perplexa.
A manta em seus ombros? Foi William que colocou .
Como ele entrou na empresa d?
Liliane baixou o olhar para a manta em suas m?os e uma emo??o inexplicável surgiu
em seu cora??o.
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De manh?, às nove.
Antiga Mans?o da família Gabaldo.
Guilherme se levantou cedo, na s de estar, aguardando ansiosamente o rtório
de DNA que seria entregue naquele dia.
Quando o médico que estava borando o rtório saiu do quarto, Guilherme ficou
emocionado.
– Como está? Já saiu? Perguntou Guilherme, ao médico..
– Dê uma olhada. – Disse o médico, se aproximando e entregando o rtório.