Capítulo 140
O cora??o de William se enchia de orgulho, mas tambérn de um pouco de culpa.
Como ele p?de negligenciar seu filho ao ponto de descobrir só agora que ele era um talento raro?
William reprimiu suas emo??es e focou na localiza??o noputador.
Apartamento Internacional da Serafim?
Será que Mavis estava por trás disso?
William cerrou o punho, seus olhos escuros ficaram ainda mais sombrios.
Será que fez isso porque ele n?o deu dinheiro suficiente?
Como ousava invadir sua empresa usando métodos t?o desprezíveis?
Breno, vendo a express?o feia do seu pai, soltou um suspiro de alívio.
Chegaram ao infantário cinco minutos depois.
Breno entrou na s de a, encontrandon e encarou ele de forma indiferente.
– Você n?o deveria ter feito isso. Comentou Breno.
Ian levantou os olhos, sorrindo para Breno.
–
O que você está dizendo? N?o entendi. – Disse Ian.
–
Você invadiu a rede da empresa do meu pai. Respondeu Breno.
Como você sabe que fui eu? – Perguntou Ian, sem se abr.
Eu rastreei o seu endere?o de IP. Respondeu Breno, frieza.
—
– Ent?o você admite que também sabe hackear, certo? Disse Ian, continuou sorrindo.
–
O que você está querendo dizer? – Perguntou Breno, cauteloso, encarou ele.
Ang, você é meu grande patrocinador, n?o posso fazer muito. Mas invadir a empresa do seu pai foi
minha escolha. Respondeu Ian, calma, sorrindo.
Meu pai vai ficar irritado. Disse Breno, tenso.
Ent?o eu só vou ter que assistir enquanto ele faz mal à minha m?e? – Retrucou Ian, escondendo o
sorriso do rosto.
Meu pai machucou sua m?e? – Perguntou Breno, atordoado.
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– Sim, ele fez minha m?e passar por muita coisa, for?ando a deixar a cidadeigo e minha irm?.
Respondeu Ian, raiva,
Breno ficou em silêncio, pensando.
Você também é filho do meu pai? Perguntou Breno, encarando ele.
– Sim. Respondeun, diretamente.
Depois de responder,n franziu a testa.
Se aqu mulher ruim n?o era a m?e de Breno, será que sua m?e era a m?e de Breno?
Nas informa??es recentes que ele descobriu, além de sua m?e, a única mulher ao redor de William
era Mavis.
Os dois olharam um para o outropreens?o silenciosa.
Eu adicionarei uma condi??o! – Falou Ian, primeiro.
Posso n?o contar ao meu pai sobre vocês. – Breno foi direto. Mas vocês n?o podem me impedir de
reconhecer minha m?e.
Ian ficou surpreso, Breno realmente era seu irm?o de sangue!
Ele conhecia todos os seus pensamentos.
– Feito, acordo! – Concordou Ian.
à tarde, Liliane e Kerry voltaram cansados para a empresa.
Eles visitaram várias fábricas de roupas, mas nenhuma ds atendeu às expectativas.
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Nós conhecemos bem o processo de produ??o de roupas. G, que tal abrirmos nossa própria fábrica?
Sugeriu Kerry, bebendo um gole d’água.
Abrir uma fábrica é possível, Kerry. Disse Liliane, ponderando e acrescentando. Mas precisamos de
alguém para administrar . Ambos. estamos ocupados na empresa, em quem confiaríamos para
cuidar disso?
Na parte de design, modgem, ajuste do corte de amostras, a equipe de Kerry estava totalmente
capacitada.
No entanto, o que eles n?o conseguiam lidar era a linha de produ??o na fábrica de roupas. Liliane
estava bastante preocupada. A fábrica de roupas era crucial e confiar em qualquer pessoa
desconhecida deixava inquieta.
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Kerry, um pouco chateado, olhou para Liliane.
– G, você parece ter esquecido do meue?o de carreira. – Lembrou Kerry.
Liliane ficou surpresa e ent?o se lembrou.
Kerrye?ou trabalhando em uma fábrica de roupas antes de se tornar autodidata em design de
moda.
– Kerry, você estaria disposto a assumir todas as responsabilidades da fábrica? – Perguntou Liliane,
animada, se levantando rapidamente.
Kerry colocou for?a a xícara na mesa, uma express?o que dizia que faria qualquer coisa por
Liliane.
Por você, estou disposto a tudo! Comentou Kerry.