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Cap铆tulo 88

    Capítulo 88


    Finalmente,  desceu da serra.


    Liliane, segurando a cabe?a pesada e o enjoo no est?mago, levantou as pernas


    entorpecidas e caminhou em dire??o à luz.


    Mal deu dois passos e tudo escureceu,  caiu pesadamente na neve.


    Jardim Azul.


    Mavis, um pouco distraída na s, ouviu Pablo dizer que a venda confidencial n?o


    aconteceu de jeito nenhum!


    Agora, ele precisava que  arranjasse dinheiro para enviar a ele.


    O prazo máximo era de três dias para reunir quinhentos mil reais.


    Pensando emo fr William,  ouviu um barulho dodo de fora da


    mans?o.


    Mavis se levantou apressadamente, ao ver William uma express?o furiosa, desistiu


    imediatamente de pedir dinheiro.


    se aproximou rapidamente, segurando o bra?o de William.


    William, o que aconteceu? Por que você está essa express?o terrível? – Perguntou Mavis,


    carinho.


    Largue. Disse William, apático, assustando Mavis, que rapidamente retirou a m?o.


    olhou para ele de forma tímida.


    – William, n?o fa?a isso, estou medo. Disse Mavis, tristeza.


    No futuro, n?o vá mais à empresa sem a minha permiss?o. Falou William.


    William n?o olhou para Mavis, se virou e subiu as escadas.


    Mavis ficou nervosa, se perguntando se William descobriu algo.


    Mordendo os lábios ansiosamente, depois de pensar por um momento,  percebeu


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    O +15 BONUS


    por que Liliane n?o retornou.


    William estava t?o zangado porque algo aconteceu entre ele e Liliane.


    As a??es de Liliane fizeram William ficar alerta, ent?o ele a proibiu de ir à empresa


    para evitar problemas.


    Pensando nisso, Mavis sorriu de leve.


    Parecia que o destino estava a seu favor.


    Mesmo que Liliane n?o voltasse, n?o fez diferen?a,  já conseguiu o que queria.


    Enquanto eles estavam fora,  foi ao quarto de William e encontrou algumas


    mechas de cabelo de Liliane na penteadeira.


    No dia seguinte,  nejava passar um dia na familia Lima, deixando o cabelo na


    escova.


    No quarto.


    William segurava o celr de Liliane, tenso no sofá.


    era habilidosa, deixando o celr de propósito no carro dele.


    Depois de um tempo em silêncio, William se levantou abruptamente e foi até a jan.


    Observando os flocos de nevee?ando a cair là fora, o rosto de William escureceu.


    Naqu noite, o norte da cidade estava enfrentando uma grande tempestade de neve,


    temperaturas abaixo de zero.


    Aqu mulher que desceu da serra n?o teria uma jornada fácil.


    Mesmo para alguém resistente ao frio, n?o era garantido que suportava o vento e a


    neve intensos.


    William apertou os lábios, irritado, e tirou o próprio celr, ligando para Jorge.


    – Leve alguém para procurar Liliane, na Serra dos Tvares no norte da cidade.


    Ordenou William.


    Jorge ficou perplexo do outrodo da linha.


    +15 BOMUS


    Sr. William deixou Srta. Liliane perdida na Serra dos Tvares?


    – Sim, Sr. William! – Respondeu Jorge, apressadamente.


    à uma da manh?.


    Quando Jorge encontrou Liliane,  já estava coberta por uma espessa camada de


    neve.


    Felizmente, ainda havia sinais de vida em sua respira??o.


    Jorge a levou de volta ao Jardim Azul. Quando chegaram, William ainda estava


    sentado na s.


    Ao ver Jorge entrar Liliane, pálidao a neve, William sentiu uma contra??o


    forte no cora??o.


    – Sr. William! A Srta. Liliane estava sob a neve por n?o sei quanto tempo e seu corpo está quase sem


    temperatura. – Exmou Jorge, pressa.


    O semnte de William refletia urgência enquanto ele se levantava para receber


    Liliane.


    Ao tocar na m?o de Liliane, ele percebeu imediatamente o frio intenso no corpo d.


    Chame Lucinda e traga o médico! Disse William, pressa, se dirigindo para


    cima.


    De volta ao quarto, William trocou todas as roupas molhadas de Liliane, cobrindo  cuidado


    o edredom.


    Quando Lucinda entrou, mal p?de conter o choque.


    Sr. William, a Srta. Liliane… Disse Lucinda.


    Prepare água quente e ajude  a se limpar! – Interveio William, frieza.


    Lucinda foi se apressar, pensando que Liliane estava à beira da morte, dada a palidez


    cadavérica.


    Quando voltou a água quente, William pegou a toalha ee?ou a limpar o corpo d.


    Repetidamente até a chegada do médico.


    – Sr. William, a saúde da Srta. Liliane já n?o era boa, e agora, após esse frio, a


    recupera??o será difícil. – Avisou o médico, suspirando, despois de examinar.


    William encarou frieza o médico.


    Chamei você para dizer isso? – Bradou William.


    Desculpe, Sr. William. Vou fazer uma lista de suplementos para ajudar na


    recupera??o da Srta. Liliane. Respondeu o médico, assustado.


    William apertou a mandib uma tens?o anormal, continuou esfregando as


    m?os gdas de Liliane.


    Olhando para a mulher tranquo se estivesse sem vida, ele se arrependeu


    profundamente.


    Por que deixou  sozinha?


    Mesmo que  estivesse errada, n?o deveria ter abandonado .


    Três dias depois.


    Liliane acordou grogue, ao abrir os olhos, se deparou o homem sentado no sofá


    próximo.


    A sua barba exibia uma sombra azda e o cabelo era bagun?ado.


    As olheiras sob os olhos denunciavam noites sem dormir, enquanto as express?es em sua testa e


    olhos revvam uma ra exaust?o.


    deu uma rápida olhada e desviou o olhar, fechando os olhos novamente.


    Ele trouxe  de volta mais uma vez?


    O tratamento de alternar entre a ira e a do?ura era algo que  simplesmente n?o


    conseguia suportar.


    Capítulo 89
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