Capítulo 71
Carlos seguiu o olhar de Liliane e entendeu de imediato o que estava acontecendo.
Ouer que eu suba primeiro? – Perguntou Carlos, a voz suave.
N?o se preocupe, vou lá cumprimentar e volto. Respondeu Liliane, depois de
pensar por um momentinho.
n?o era alguém que gostava de dramas.
William a havia ajudado antes e mesmo sem entender por que ele estava ali, era uma quest?o de
cortesia cumprimentar ele.
Carlos assentiu, ficando no lugar enquanto Liliane se dirigia ao carro de luxo.
Ao abaixar o vidro, o rosto elegante e sério de William apareceu diante de Liliane.
Sr. William, Feliz Natal. Cumprimentou Liliane, adotando um tom frio e educado.
A simples utiliza??o de “Sr. William” já estabeleceu uma distancia.
William deu um olhar frio para .
Entre no carro. Disse William, frieza.
–
Meu amigo ainda está me esperando, vou cumprimentar você e vou voltar. –
Recusou Liliane, gentileza.
N?o espere que eu repita! A voz de William n?o tolerava recusas.
Liliane riu desdém. Ele ousavaandar assim tarde da noite>
Sr. William, eu n?o sou mais sua empregada. N?o preciso obedecer às suas ordens.
Recusou Liliane.
Depois de dizer isso, se virou para sair.
Contudo, no momento em que se virou, o rosto de William ficou mais sombrio.
Ele abriu rapidamente a porta do carro e avan?ou para agarrar o bra?o de Liliane.
Liliane ficou tensa, puxando o bra?o de volta, olhando caut o homem à sua
frente.
– St. William! Você é uma pessoa casada agora, por favor, me respeite! – Advertiu Liliane.
Eu n?o disse a você que o contrato ainda n?o foi assinado? Disse William, encarando frieza.
– Sr. William, homem canalha só pensa em ter dois amores. Você quer ser esse tipo de homem?
Retrucou Liliane.
Jorge, ouvindo isso, ficou chocado. Liliane foi a primeira a chamar William de ” homem canalha“!
Liliane, você está cansada da vida? – Gritou William, raiva.
N?o, apenas um lembrete amigável, Sr. William. N?o venha tarde da noite para puxar e empurrar
outras mulheres. N?o quero ter problemas quando Mavis vier me iodar, você ainda acha que a
culpa é minha! – Liliane riu.
– Ent?o, por que você veio? – Perguntou William, furioso.
—
Sr. William, você n?o sabe o que é uma sauda??o por educa??o? – Disse Liliane, sorrindo.
Liliane! – William olhou para Carlos no corredor, continuou. – Você n?o entrou no carroigo por
causa dele?
–
N?o! – Negou Liliane, acrescentou. Sr. William, eu aprecio que você tenha me salvado, ent?o achei
apropriado vir cumprimentar você quando vi. No entanto, acho que devemos estabelecer limites ros
desde o momento em que Mavis apareceu, agora mais do que nunca. Se retrocedermos um pouco, se
você tivesse deixado eu ir
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desde o início, Mavis n?o teria mirado na minha m?e! Você deu toda a prote??o e
confian?a a uma pessoa má! Já que chegamos a esse ponto, Sr. William, desejo que
você e a mulher suja de cora??o tenham uma vida feliz até a velhice!
Que porra de confian?a era essa, n?o queria mais!
Liliane n?o queria mais se envolver um homem “cego“.
Antes, n?o havia entendido, mas ao testemunhar a prote??o que William deu a
Mavis naqu noite, preendeupletamente.
Amada, mesmo que suja, ainda era amada!
era apenas uma pe?a de xadrez descartável a qualquer momento.
Liliane, olhos em forma de amêndoa cheios de indiferen?a e decis?o, se afastou,
subindo as escadas Carlos.
William encarava as costas dos dois, uma express?o extremamente sombria.
No elevador, Carlos olhou preocupa??o para Liliane, cujos olhos estavam
vermelhos.
– é difícil deixar isso para trás, n?o é? – Perguntou Carlos.
– Mesmo que seja difícil, preciso deixar. N?o vou guardar sentimentos por alguém
n?o confia em mim. Fungou Liliane.
que
Observando o rosto pálido de Liliane, Carlos suspirou em silêncio.
A
à uma hora da madrugada.
Liliane panhou Carlos e Marc até o térreo.
Quando voltou, a porta foi batida novamente.
Pensando que era Marc que tinha esquecido alguma coisa, Liliane abriu a porta
em breve.
Por que você voltou… Disse Liliane, suas pvras se perderam quando Liliane
congelou, encarando o intruso inesperado dodo de fora.
William está aqui? – Perguntou Mavis, uma express?o sombria.
O que você está fazendo na minha casa procurando
Liliane.
or seu homem? Retrucou
Mavis empurrou Liliane de repente. olhou para a s de estar e depois para o
quarto, mas n?o encontrou ninguém.
Digo a você, se ousai tei qualquer coisa William, eu absolutamente. Ah.. Amea?ou Mavis,
olhar feroz.
Antes que Mavis pudesse terminar, Liliane levantou a m?o e deu um tapa n.
Mavis, furiosa, encarou Liliane, mas Liliane deu um tapa na outra bochecha.
– O que você acha que está fazendo na minha casa? Disse Liliane, se aproximando de Mavis. N?o
consegue contrr seu homem, ent?o vem me causar problemas?
Mavis, segurando o rosto, furiosa, olhou para Liliane..
– Liliane! Você está louca? Gritou Mavis.
–
Sim, estou louca. Você acha que eu esquecio minha m?e morreu? – Disse Liliane, sorrindo
desdém.
–
Sua m?e morreu, o que isso tem a verigo? N?o foi você que virou amante e
irritou sua m?e? Eu só estou expondo os fatos! Disse Mavis, ódio, olhou
fixamente para Liliane, seus olhos vermelhoso se quisessem perfurar Liliane.
–
– Expor os fatos? Questionou Liliane semicerrando os olhos. Ent?o me diga, eu deveria ou n?o
encontrar uma oportunidade para expor os fatos ao William?
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Capitulo 72