Liliane tirou o celr do bolso e, ao ver que era uma liga??o de seu pai, uma sombra de fadiga cruzou
seu rosto.
apertou o celr, ignorando a dor no tornozelo, e caminhou até a cozinha para atender.
–
Al?. Liliane disse uma voz carregada de preocupa??o.
– Lili,o você pode passar tanto tempo sem responder a uma liga??o?
– Você me bloqueou, lembra? Com medo de que alguém me usasse para chegar até você. Você
esqueceu disso?
Eu esqueci, desculpe. Onde você está agora? Nelson riu de forma constrangida.
Trabalhando horas extras.
– Entendi, ganhando um bom dinheiro horas extras é uma ótima notícia. Lili, você tem algum
dinheiro agora?
Liliane apertou o copo em suas m?os, irritada que a única coisa que ele queria era dinheiro.
Ele já esqueceuo o resgatou daqu situa??o no cassino da última vez?
Liliane falou frieza:
– N?o tenho nada! Usei tudo para pagar suas dívidas!
Nem que fossem algumas centenas de reais, Lili, você n?o tem nem isso? – Nelson ficava impaciente.
Liliane sentiu um aperto no cora??o.
– Pai, você quer me levar à beira do abismo? Você nunca ajudou as despesas médicas da m?e, e
as dívidas do jogo que eu paguei. O que mais você quer?
– Como você p
fr assim? Eu te criei, o que há de errado em pedir um pouco. de ajuda financeira? 2
Liliane deu uma fungada, tentando conter as emo??es.
Eu realmente n?o tenho dinheiro, talvez possamos conversar sobre isso no próximo mês.
– N?o, n?o é uma op??o! – Nelson a interrompeu. Eu preciso de dinheiro agora.
Se você n?o me der, será uma filha sem cora??o!
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Você quer jogar de novo, n?o é? A li??o da última vez n?o foi suficiente? Liliane estava tremendo de
raiva.
–
Com quem você está fndo assim? – Nelson gritou raiva. – Tudo bem, se você n?o me der
dinheiro, n?o se surpreenda se eu aparecer na sua empresa! Veremos quem vai ter vergonha!
Liliane, lágrimas nos olhos, cedeu:
Duzentos reais! é tudo o que tenho!
Duzentos reais servem para uma refei??o. Transfira agora!
Depois de encerrar a liga??o, Liliane se apoiou na bancada da cozinha, impotente, lágrimas
escorrendo pelo rosto.
Por que tinha um pai t?o problemático?
Nos dias seguintes, Liliane raramente saía do quarto.
estava sofrendo de náuseas terríveis, vomitando mais do queia.
Além disso, o prazo para a inscri??o do concurso se aproximava rapidamente, e a press?o era
esmagadora. estava t?o magra que poderia ser derrubada pelo
vento.
Finalmente, depois de esbo?ar seu design e descansar por um dia, à tarde . desceu para jantar.
William entrou em casa naquele momento e ficou chocado, franzindo a testa ao ver o rosto pálido d.
Ele n?o a via havia apenas alguns dias e parecia ter se torturado tanto.
estava fazendo isso de propósito para que ele se preocupasse ?
Liliane evitou seu olhar, sentando–se à mesa.
Mas ao ver aida, n?o conseguiu evitar a náusea e correu para o banheiro.
A express?o de William escureceu de imediato. n?o queria vê–lo? E por que estava tendo uma
rea??o t?o forte?
Lucinda apareceu o jantar e cumprimentou William ao vê–lo:
– Senhor, você voltou,
William soltou sua gravata.
n?o temido ultimamente?
– A Srta. Liliane tem estado acordada até tarde e sua alimenta??o está desregda. perdeu muito
peso. – Lucinda estava preocupada.
–
-Acordada até tarde? – William olhou na dire??o do banheiro que estava fechado. – O que está
fazendo?
Lucinda apontou para os rascunhos de design de Liliane que ainda estavam na
mesa.
está desenhando.
William pegou um dos desenhos e deu uma olhada.
Desenhos de moda?
William refletiu, parecendo n?o ter visto qualquer men??o a design em seu curriculo,
Quando teriae?ado a aprender?
Ele continuou examinando os desenhos enquanto Liliane saia do banheiro.
Liliane saiu do banheiro e, ao ver William olhando para seus desenhos, seu rosto. ficou pálido.
avan?ou rapidamente e pegou os desenhos de volta.
Você n?o deveria ver.
William arqueou a sobrancelha e a encarou.
– Quando você aprendeu a desenhar?
Liliane se sentiu culpada e mentiu:
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– Apenas algo que aprendi online para passar o tempo e n?o ficar entediada.
William ficou pensativo por um momento.
– Amanh?, venhaigo para um leil?o.
costumava panhá–lo em eventos sociais, mas geralmente envolviam
beber.
estava grávida e n?o podia beber.
-Estou me sentindo enjoada e n?o quero beber. – tentou se esquivar.
William ficava descontente em um instante:
– Isso é problema seu.
Por que você n?o chama a vice–gerente, Mavis? Liliane abaixou o olhar.
William se sentou à mesa e pegou elegancia os talleres.
–
n?o é adequada para aquele tipo de evento.
Liliane sorriu de forma ir?nica.
Um leil?o significava intera??o social, e onde havia intera??o social, havia homens inadequados.
Como ele queria que sua amada enfrentasse aqus situa??es desagradáveis?
Liliane n?o p?de recusar, ent?o concordou.
era apenas alguém dispensável para William.
Sábado à tarde.
William chamou um estilista para ajudar Liliane a maquiagem.
Liliane já possuía uma beleza natural, tra?os refinados e uma pitada de elegancia clássica.
Com um pouco de maquiagem, sua beleza podia eclipsar a todos.
O vestido escolhido era um longo e elegante, um vestido preto al?as finas e uma fenda que
real?ava a graciosa silhueta de Liliane, conferindo–lhe um toque. de elegancia misteriosa.
Depois de trocar de roupa, se aproximou de William.
No entanto, ele a olhou um olhar sombrio e disse:
–
Troque isso.