Ao se aproximar do carro, Jorge abriu a porta presteza.
No instante em que a porta se abriu, Liliane sentiu um arrepio sinistro que saiu de dentro do carro.
Seu cora??o afundou e, ao mesmo tempo, a voz rouca de William ecoou em seus ouvidos.
– Entre!
Engolindo em seco, Liliane entrou ansiedade no carro.
Antes mesmo de se odar, William ergueu a m?o, segurou seu queixo e for?ou -a a olhar em seus
olhos furiosos, capazes de consumi em chamas.
O rosto de William estava carrancudo, e ele rosnou:
– Liliane, você ignoroupletamente o que eu disse?
Liliane empalideceu e tentou se explicar.
– William, n?o é o que parece…
– O que parece? – William a interrompeu. – Liliane, eu só confio nos meus próprios olhos.
A cada pvra, William apertava ainda mais sua m?o em seu queixo.
Liliane sentiu dor, as lágrimas se acumndo em seus olhos.
Como explicava fazendo William acreditar n?
O seja, n?o importavao explicava, tudo seria em v?o?
ramente, era t?o óbvio que a coisa n?o era o que ele tinha visto?
William continuou olhando–a frieza.
Ele esperava que se rendesse.
Na noite anterior, ele havia concordado em deixá sair sozinha sem a vigilancia de Jorge.
No entanto, tratou a confian?a dele o quê?
– Fale! – William gritou, sua raiva fazendo Liliane quase perder o f?lego.
–
Com lágrimas nos olhos, Liliane controlou suas emo??es e perguntou:
E quanto a você, William?
A testa dele apertou ainda mais.
– William, você está t?o bravo devido ao seu orgulho ferido ou sua possessividade aflorando?
Enquanto você busca por sua amada, mas ainda me segura for?a. Já pensou nos meus
sentimentos?
– Sentimentos? – William riu friamente, suas pvras friaso o gelo. –
Liliane,o amante, você n?o tem o direito de ter sentimentos.
William soltou a m?o e a empurrou for?a antes de gritar para fora do carro.
– Jorge!
Jorge se apressou a entrar no carro.
–
Sr. William.
– Volte para o Jardim Azul.
–
Entendido.
Ao chegar ao Jardim Azul, William arrastou Liliane para fora do carro.
A dor em seus pés a fez quase cair várias vezes.
No entanto, William a ignorou e a levou direto para cima, jogando–a na cama.
Quando Liliane ergueu os olhos, o imponente corpo de William já estava sobre .
sabia o que ele pretendia fazer, mas pensando no bebê que carregava, resistiu todas as
suas for?as.
– William! Você n?o pode fazer isso!
A m?o longa de William prendeu suas m?os, mantendo–a imobilizada.
Com a outra m?o, ele rasgou raiva suas roupas, derando:
– Você sabe qual será o resultado se resistir a mim!
Perante a raiva dele, lágrimas escorriam dos cantos dos olhos de Liliane.
Pouco a pouco, desistiu de lutar.
estavao um peixe morto, permitindo que ele a consumisse…
Após um cochilo profundo, que durou a tarde toda, Liliane acordou quando
trocou de roupa e abriu a porta. Lucinda a olhou preocupa??o.
Srta. Liliane, o Sr….
Dona Lucinda, n?o mencione ele. – n?o queria ouvir o nome de William agora.
Sua atitude egoísta a assustava, fazendo–a desejar fugir.
N?o é assim, Srta. Liliane. O Sr. William trouxe uma mulher para casa.
Um toque de escárnio passava por seus olhos.
Ele a havia questionado e humilhado quando outros homens se aproximavam d.
O que ele queria agora?
Vingan?a?
Liliane já n?o tinha muito apetite, e agora, nem sequer queriaer.
–
Entendi, n?o vou descer. – Sua voz soou gélida.
–
– O Sr. William disse que você precisa descer… – Lucinda hesitou.
Liliane sorriu de forma ir?nica por
dentro.
Para n?o colocar Lucinda em uma situa??o difícil, tinha que descer.
Assim que entrou na s de jantar, viu Mavis sorrindo enquanto colocavaida no prato de William.
– William, posso descascar os camar?es para você?
Talvez tivesse ouvido os passos d se aproximando, ele levantou o olhar.
Seu rosto estava sombrio ao ver Liliane e ele respondeu:
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– Está bem.
Seguindo o olhar de William, Mavis também olhou para cima.
Ao ver Liliane, um brilho malicioso passou pelos olhos d.
No segundo seguinte, se levantou e disse sorrindo:
– Secretária Liliane, que bom que você veio. Sente–se.
A voz de Mavis soava familiar,o se Liliane fosse a convidada e n?o a dona da`
casa.
Capítulo 20