alcan?ou o celr de William, pronta para entregá–lo.
Porém, ao ver que a liga??o era de Liliane, parou o movimento em suas m?os
Uma pitada de frieza passou por seus olhos e, hesitando por menos de um
segundo, desligou o telefone. Fingindo que nada tinha acontecido, o colocou de volta no paletó de
William.
Nesse momento, ao ver a liga??o ser encerrada, Liliane ficou paralisada onde
estava.
Ele estava ocupado?
Liliane mordeu o lábio. Com a esperan?a de que William retornaria a liga??o, pegou um táxi em
dire??o ao cassino.
Uma hora depois.
Liliane desceu do carro em frente à imponente entrada do cassino.
Após atravessar o sagu?o do cassino, Liliane perguntou o caminho e chegou à porta da s privativa
número 02.
respirou fundo e empurrou a porta.
No momento em que a porta se abriu, um cheiro forte de cigarro misturado um odor intenso de
sangue atingiu seu nariz.
Dentro da suíte, havia alguns homens express?es ferozes, enquanto seu pai estava de cabe?a
baixa, o rosto pálido, sendo mantido de joelhos por alguém.
Sua m?o cortada estava enrda em gaze de forma desajeitada para estancar o .
sangue.
Ao ouvir o barulho da porta, Nelson levantou a cabe?a dificuldade.
Quando ele viu Liliane, seus olhos brilharam um forte desejo de sobrevivência.
– Lili! Me salve! Me salve! – Ele gritou.
Mesmo que Liliane estivesse zangada, no momento em que viu Nelson, toda a sua raiva desapareceu
instantaneamente.
se aproximou rapidamente de Nelson, mas foi impedida por alguém em seu
*18 BONUS
Aodo, o homem
Srta. Liliane, para que tanta pressa? Primeiro, o dinheiro! uma cicatriz de facada no rosto,
fumando charuto, zombou.
Seu olhar percorria o corpo de Liliane constantemente, e a luxúria em seus olhos deixava Liliane
medo.
Liliane reprimiu o medo e a raiva em seu cora??o, se virou para o homem da cicatriz e disse:
Solte meu pai primeiro, ent?o eu te darei o dinheiro!
O homem da cicatriz foi bem direto, acenou a m?o e os dois homens que estavam segurando
Nelson soltaram imediatamente.
Ao mesmo tempo, Nelson se levantou cambaleando do ch?o.
Ele correu em dire??o a Liliane, seus olhos cheios de gratid?o por ter sobrevivido
a um desastre.
– Lili, eu vou embora primeiro, e você… Você fique e pague minha dívida!
Dito isso, ele saiu correndo sem olhar para trás, deixando Liliane sozinha alí.
–
Srta. Liliane, você realmente tem um bom pai! – Todos riram alto.
Liliane segurou a amargura de ser abandonada pelo pai e olhou para o homem da cicatriz, dizendo:
–
No momento, só tenho cinquenta mil, você pode me dar mais dois dias de tolerancia?
O sorriso no rosto do homem da cicatriz congelou instantaneamente e, no
momento seguinte, ele atirou for?a seu copo de bebida na mesa, gritando:
–
Você n?o tem dinheiro e ainda tem a audácia de negociarigo aqui para libertar alguém?!
Liliane estremeceu por todo o corpo e se for?ou a manter a calma.
–
Só preciso de um dia!
O homem da cicatriz rugiu de raiva:
–
Você está sonhando!
–
Ele ent?o estreitou os olhos e olhou para Liliane de cima
a baixo. – Já que você n?o tem dinheiro, ent?o use o seu corpo para pagar esses cinquenta mil!
Liliane deu um passo para trás, o rosto pálido.
Se vocês fizerem algo impróprio, eu vou chamar a policia!
Chamar a polícia? O homem da cicatriz riu alto e jogou o celr na mesa. – Chame! Se eu tiver medo
da polícia, eu me mato aqui mesmo!
Liliane engoliu em seco, nervosa.
sabia muito bem que chamar a polícia n?o adiantaria, mas n?o podía de forma alguma cair nas
m?os deles.
Caso contrário, seria mutda ou morta esta noite!
Liliane colocou a m?o no bolso e pressionou rapidamente o bot?o de desligar do celr três vezes
seguidas. Ao mesmo tempo, se movimentou
cuidadosamente para trás, aproveitando que o grupo n?o estava prestando aten??o n, e se virou
para fugir.
– Peguem !
Um rugido raivoso veio de trás, e Liliane conseguiu agarrar a ma?a da porta naqu mesma hora.
Porém, apenas teve tempo de abrir uma frestinha antes de sentir o seu cabelo sendo puxado
for?a.
– Ah!!
Liliane gritou de dor quando foi violentamente jogada no ch?o, em meio ao rastro de sangue deixado
pelos cortes dos dedos de seu pai.
Uma dor intensa se espalhou rapidamente por todo o seu corpo, enquanto a intensa tontura fazia
que tudo ficasse escuro diante de seus olhos.
mordeu o lábio inferior for?a, se ergueu e olhou assustada para o homem careca que se
aproximava rapidamente d.
Antes mesmo de conseguir se levantar, foi violentamente esbofeteada pelo homem.
O zumbido intenso nos ouvidos e a dor ardente na bochecha quase a fizeram perder a consciência.
Sentindo seu couro cabeludo ser puxado novamente, Liliane foi for?ada à olhar para cima.
–
– Fugir? Ninguém consegue fugir do meu território! Se eu n?o te torturar até a morte esta noite, meu
sobrenome n?o é mais Tavares!
Ao dizer isso, o homem careca recuou a m?o e rasgou a roupa de Liliane.
15 SONUS
A sensa??o de frio em seu peito trouxe Liliane instantaneamente de volta à realidade. arregalou os
olhos em desespero e gritou:
N?o… N?o!!!
Neste momento, nos corredores do sal?o, Jorge correu rapidamente em dire??o à s onde William
estava o celr na m?o.
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Devido ao seuportamento desrespeitoso, os convidados na s franziram a testa, descontentes.
William ficou o rosto sombrio, mas ele sabia que Jorge n?o agiria t?o impetuosamente se n?o
fosse urgente.
Ele puxou a gravata em seu pesco?o e disse friamente:
– Fale!
Jorge parecia sério:
Sr. William, a secretária Liliane está em apuros!
A express?o no rosto de William ficou instantaneamente fria, seus olhos escuros se encheram de
sombras.
–
Descubra onde está!
Jorge rapidamente abaixou a cabe?a e mexeu no celr, encontrando
rapidamente a localiza??o de Liliane.
Surpreso, ele olhou para cima e disse para William:
–
está na s aodo…
William se levantou abruptamente, e Mavis aodo dele, sem entender o que estava acontecendo,
também o seguiu apressadamente.
+15 BOPRIS
Capítulo 12