Capítulo 1752
Capítulo 1752
A mulhern?ou–lhe um olhar de desprezo e soltou um som de escárnio. “Humpf…”
Kira abra?ava firmemente a marmita e, antes que a porta se fechasse, perguntou mais uma vez,
“Onde está o Flávio? Foi ele que me trancou aqui?”
A mulher n?o respondeu a Kira, apenas fechou a porta e se foi.
Felizmente, tinham deixado uma luz acesa para , e Kira p?deer aida que a mulher
trouxera sob a ilumina??o.
Aida era farta, mas para Kira, tinha um único sabor – amargura.
Mesmo assim, ia. Queria continuar viva.
Sobreviver a todo custo!
Havia uma camera na c, e logo após Kira terminar deer, a porta se abriu novamente, e a
mulher, um rosto inexpressivo, recolheu os utensílios.
Kira pensou em fugir enquanto a mulher n?o estava atenta, mas uma frase d dissipoù tal ideia.
Com um tom gdo, disse, “Mesmo que consiga sair daqui, n?o conseguirá escapar lá fora.
Kira parou no meio do caminho e olhou para trás, para a mulher sem express?o, “Eu quero ver o
Flávio ”
“Flávio é alguém que você pode ver quando quiser?” A mulher deixou essas pvras no ar e saiu
carregando a marmita.
A luz se apagou novamente, deixando o quarto empleta escurid?o.
Kira voltou para a cama e, sem saber por quanto tempo, permaneceu deitada até que a mulher
trouxesse maisida.
Os dias se repetiam, sem luz do dia ou qualquer dispositivo eletr?nico para marcar o tempo, Kira só
podia contar os dias ps vezes que recebiaida.
Um dia, dois dias, três dias… dez dias, vinte dias…
à medida que os dias passavam, o apetite de Kira ficava cada vez pior.
Cerca de um mês depois, n?o conseguia engolir nada, vomitava tudo o queia, e seus cabelos
caíam aos montes…
Sem um espelho no quarto, Kira n?o sabia que aparência tinha, só sabia que seu corpo n?o
aguentaria por muito mais tempo.
Ent?o, quando a porta se abriu novamente, sen?ou em dire??o à saída um grito fraco, “Me
deixem sair, eu n?o quero morrer nesta pris?o sem ver a luz do dia.”
“Quer morrer?” Uma voz masculina sombria soou de repente acima d.
Kira fez um esfor?o para olhar para cima, n?o era a mulher que lhe traziaida, mas sim Flávio,
Flávio estava diferente do homem que conhecia, seu olhar era assustador.
Ele parou diante d,o um soberano olhando para baixo para seu servo, “Realmente quer
morrer?”
Kira quis sorrir, mas as lágrimas vieramo uma enchente incontrolável, “Flávio…”
Flávio se agachou lentamente, segurou seu queixo, “Depois de tanto tempo, você ainda me
reconhece. Devo ficar feliz?”
Kira tentou afastar sua m?o, mas n?o tinha for?as e simplesmente deitou–se no ch?o, olhando para
ele, “Quando eu morrer, você pode me enterrar em um lugar ensrado?”
se encolheu, o corpo trêmulo, “Tenho frio, tenho medo do escuro, n?o ví a luz enquanto vivia,
e depois de morta…”
n?o terminou a frase quando Flávio a pegou no colo de repente, “Kira, quem me engana n?o tem
uma morte t?o fácil.”
Kira exmou, “Você é louco!”
Flávio respondeu, “Você n?o é a primeira pessoa a pensar isso.”
Kira soube que n?o deveria tentar entender Flávio uma lógicaum; ele nunca jogava seguindo
as regras.
De acordo a suposi??o do av? Henrique e o que sabia sobre Flávio, depois de saber que ele
havia sido enganado, ele provavelmente pediria para terminar o noivado.
Mas Flávio n?o fez isso; em vez disso, trancou–a em um lugar sem luz e, quando seu corpo estava
quase falhando, levou–a embora rapidamente para o cartório e lá pegaram a certid?o de casamento.
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