Capítulo 1711
Capítulo 1711
Flávio foi empurrado para trás, dando dois passos instáveis, um olhar vazio fixo na porta da s
de emergência. Tentou fr várias vezes, mas n?o conseguiu pronunciar uma pvra sequer.
Adalgisa deu-lhe outro empurr?o: “O que você está esperando, menino? Vai logo ver seu pai. Com um
filho ingratoo você, ele n?o morrerá em paz.”
Aqus pvras pesavam sobre Flávioo montanhas, causando uma dor que quase o impedia de
respirar. Demorou um bom tempo até que Flávio recuperasse o f?lego, enquanto caminhava
cambaleando até a s de emergência.
Seu pai descansava na mesa de ressuscita??o, os olhos cerrados e o rosto pálido sem qualquer
tra?o de
cor.
Esmeralda estava ajoelhada aodo da cama, segurando firmemente a m?o de seu pai, chorando
uma
voz rouca e exausta.
Flávio se aproximou e pareceu ver, naqu face pálida e desfigurada, o rosto de outra pessoa.
This belongs ? N?velDra/ma.Org.
Um ano atrás, quando recebeu a notícia, seu irm?o Cesar também estava deitado naqu cama fria,
com seu rosto bonito pálido e deformado.
Era um rosto que ele conhecia t?o bem, mas que naquele momento parecia t?o estranho, t?o
irreconhecível.
Era exatamenteo naquele dia…
A dor se espalhava do cora??o de Flávio por todo o seu corpo, deixando seus membros rígidos; ele
n?o queria acreditar, mas era obrigado a fazê-lo.
As pessoas quem ele conversava normalmente haviam desaparecido.
Talvez,o todos diziam, ele n?o fosse nadaparado ao irm?o. Por ser uma decep??o, seu pai
talvez tivesse se apressado em ir ao encontro de Cesar.
Os murmúrios continuavam atrás dele.
“Se Flávio tivesse metade do bom senso de Cesar, nosso irm?o n?o teria adoecido t?o gravemente
após a
morte de Cesar.”
“Flávio já está na casa dos vinte, prestes a se formar na universidade, e ainda passa os dias sem fazer
nada.”
“Quando Cesar tinha a idade dele, ele já era capaz departilhar muitos dos fardos de seu pai, e
conseguia se manter sozinho.”
“Nosso irm?o morreu t?o cedo, desapontado esse filho, querendo se juntar a Cesar.”
As pvras das pessoas n?o eram apenas sobre a morte do pai de Flávio; eram acusa??es de que
ele era o culpado.
Ele se virou bruscamente, um olhar feroz que varreu friamente as pessoas ao seu redor, que
eram sua família. Mas logo após a morte de seu pai, eles já estavam ansiosos para culpá-lo.
Ele se virou violentamente para trás, seu olhar severo varrendo friamente as pessoas à sua frente.
Essas pessoas eram seus parentes, mas seu pai tinha acabado de falecer e eles mal podiam esperar
para colocar esse tipo de rótulo nele.
Eles n?o estavam tristes p morte de seu pai, apenas estavam preocupados em desmoronar seu
psicológico.
No entanto, ele n?o deixaria essas pessoas maliciosas levassem a melhor: “Fora! A última coisa que
meu pai queria era ver vocês, seres, insensíveis, indiferentes e que só pensam na boca.”
Q resto da família Henrique ficou em silêncio, exceto por Adalgisa, que continuou: “Cunhada, agora
que o irm?o se foi, você precisa contrr esse garoto maluco. N?o pode deixá-lo continuar agindo
imprudentemente.”
Flávio gritou: “Fora!”
Esmeralda, apoiando se no ch?o uma m?o e segurando a ponta da camisa de Flávio a outra,
chamou: “Flávio…”
Ele se virou e agachou-se aodo de Esmeralda, demorando um tempo até finalmente dizer: “M?e…”
Ao ver seu filho, Esmeralda pareceu encontrar apoio, e depois de gritar “Flávio”, seu corpo inteiro
desabou no
ch?o.
Flávio ficou aterrorizado, o seu cora??o parando em choque: “M?e…”
Alguém disse: “Veja só. Toda a família vai acabar por sua causa, você está feliz agora?”
Flávio gritou: “Chamem o médico!”
Dois dias depois, Kira recebeu a notícia de que o pai do Flávio havia falecido.
O corpo de o pai do Flávio foi cremado na funerária e as cinzas foram devolvidas a Mans?o Henrique.