Capítulo 1707
Capítulo 1707
Se n?o fosse evidente que Susana n?o tinha essa inten??o, Kira poderia muito bem acreditar que
Susana estava se gabando para . Viver por dezoito anos sem experimentar o que é ser
sinceramente cuidada por alguém. Talvez, na vida futura, ninguém se importasse tanto .
Susana disse de novo: “Kira, vamoser alguma coisa primeiro, esquece esses caras chatos.”
Kira concordou a cabe?a: “Tá bom.”
Assim que Susana se sentou, Ravi, que estava jogando cartas, se aproximou: “Susan…”
Susana o empurrou: “O que você quer?”
Ravi: “Te chamei, por que você me ignorou?”
Susana: “Você estava jogando eles, por que eu iria até lá?”
Ravi estendeu seu bra?o longo e a abra?ou: “Susan, eu estava errado. A partir de agora, nunca mais
vou te envolver nessas partidas chatas se você n?o quiser.”
Susana: “Você só percebeuo essas partidas s?o chatas para mim agora?”
Ravi: “é, eu percebi.”
Vendo que ele estava arrependido, Susana decidiu perdoá-lo: “Da próxima vez, se a Kira estiver, você
me chama. Se n?o estiver, nem pense em me chamar. E aquele Juan, n?o é que ele está de olho
em uma garota? Se ele conseguir ficar , pode me chamar também.”
Ravi beijou a testa de Susana: “Combinado.”
Kira rapidamente desviou o olhar, evitando olhar para algo que n?o deveria ver.
Susana limpou a testa desgosto: “Ravi, você me beijou de novo. Eu disse que antes de
casarmos, você n?o pode me beijar aleatoriamente. Você mais uma vez quebrou sua promessa.”
Ravi sorriu para : “Quem mandou minha Susan ser t?o irresistível.”
Susana: “Vai embora!”
Ravi: “Vemigo.”
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Susana: “Se eu for você, o que a Kira vai fazer? Você quer que eu a deixe aqui sozinha?”
Kira rapidamente entrou na conversa: “Olha, Susana, vocês n?o precisam se preocuparigo. Eu
estou acostumada a ficar sozinha, n?o tem problema.”
A voz de Flávio de repente veio de longe: “Kira, você pode me trazer uma garrafa de água?”
Aproveitando a oportunidade para sair, Kira se levantou rapidamente: “ro.”
pegou uma garrafa de água e a entregou a Flávio, pensando em recuar.
Mas ent?o ouviu Flávio perguntar: “Você sabe jogar?”
Kira tinha aprendido a jogar cartas desde muito jovem, uma habilidade necessária nas reuni?es
sociais de sua família, mas n?o gostava muito: “Sei.”
Flávio se levantou e cedeu seu lugar: “Vem, joga uma partida conosco.”
Kira n?o estava vontade: “N?o sou muito t?o boa, e se eu perder?”
Flávio: “Se perder, perdeu. O que mais pode acontecer?”
Juan: “Sra. Kira, Guilherme está preocupado que você fique entediada sozinha, ent?o pediu para que
você participasse. Por favor, n?o desaponte sua sinceridade.”
Kira: ‘N?o me sinto entediada sozinha, vocês n?o precisam se preocuparigo.”
Flávio: “Se estou pedindo para você jogar, jogue. N?o há necessidade de tantas raz?es.”
Susana também se juntou a Ravi: “Kira, se ele está pedindo para você jogar, basta jogar. Além disso,
sentar aqui e ficar só assistindo também é chato.”
Kira olhou para Flávio, querendo dizer mais alguma coisa, mas antes que pudesse fr, foi
pressionada para sentar-se na cadeira.
Sem alternativa, Kira teve que se juntar a eles na partida.
N?o se sabia se era por sorte d ou por outras raz?es, mas sempre que queria uma carta,
alguém a descartava imediatamente. Quando estava prestes a ganhar, a próxima pessoa jogava a
carta que
precisava.
Juan sorriu: “N?o é de se admirar que o Guilherme queria que você jogasse, olha a sua sorte, você
tem potencial para ser uma campe?.”
Flávio riu: “Esse jogo está t?o fácil que está difícil de assistir. Como você tem coragem de elogiá
assim?”