Capítulo 1636
Capítulo 1636
Em dois dias, tudo passou rapidinho.
vio tinha sumido de casa nesse tempo, e Kira Heitor só ficava no quarto d, se enterando nos
livros ou descendo praer.
Chegou o dia de Kira se apresentar na esc, levantou cedinho, mandou vir no café da manh? e
já ia saindo.
Dona Lidia observava Kira arrumando as coisas, parecia estar cheia de paradas pra fr, mas no fim
apenas disse, “Senhorita Kira Heitor, porque você n?o espera um pouco? Eu arranjo um motorista pra
te levar”
Kira respondeu “N?o precisa se iodar, Dona. Eu tenho pouca bagagem, um taxi só resolve.”
Com so um violino e uma malinha, Kira n?o queria dar trabalho pra familia Henrique
Mas quem diria, Flávio que tinha evaporado, apareceu do nada no port?o de casa. Ele deu uma
olhada nas coisas de Kira e subiu sem dizer qualquer coisa.
Dona Lidia ficou sem gra?a por Kira, mas tava tranqu, “Dona, to indo”
“Deixa que eu te panho ate lá fora.”
“N?o precisa.”
Dona Lidia viu que Kira n?o quena mesmo iodar, e n?o falou mais nada, so viu indo embora.
Quando se virou, deu de cara
Sem no??o de quando ele tinha descido, “vio…”
“Manda o moterista levar pra esc. N?o vamos deixar que falem que a familia Henrique maltrata
a mo?a.”
Dona Lidia abnu um sorriso e ligou pro motorista
Depois da liga??o,entou, Flávio, a Kira Heitor pode parecer frágil e timida, mas é forte e tem
suas próprias convic??es…
“E dai? Ate você quer me convencer a casar ?”
“N?o e isso. E so que a menina veio pra capital sozinha, sem ninguém, da um dó. Vocês v?o estudar
juntos, n?o da pra você dar uma for?a pra ?”
Flávio sacou um cigarro, acendeu e deu umas tragadas fortes, “Há um mont?o de gente tendo do por
ai.”
Dona Lidia ia fr mais, mas a campainha tocou, “Será que a Senhorita Kira voltou?”
Quando viu p t de camara da porta, era Esmeralda, “vio, a patroa chegou.”
Flávio n?o disse nada.
Dona Lidia correu pra abrir a porta e foi receber a visita.
Trouxe Esmeralda pra dentro num instante.
Esmeralda entrou perguntando, “Eu vi a Kira Heitor na rua agora, tá indo pra onde?”
“Senhorita Kira foi morar na esc.
“Dona Lidia, deixa a gente. Quero fr a sos o Flávio. Depois de dispensar Dona Lidia,
Esmeralda sentou dodo de vio e passou a m?o no cabelo dele, “Filho.”
Flávio, num gesto de rebeldia, afastou a m?o d.
Esmeralda deu uns tapinhas nas costas dele, “M?e sabe que você ta chateado, tambem n?o queria
que seu casamento fosse arranjado, mas você sabeo a situa??o da nossa familia ta
Depois que seu irm?o se foi, seu pai desandou, seu avo ramente prefere seu tio e o Eder. Se n?o
fosse por seu pai ser o primogênito dos Henrique, a nossa parte da familia ja tena perdido o lugar.
Toda nossa esperan?a tá em você agora, você cresceu, n?o pode mais fazer o que bem entende,
sen?o seu avó vai acabar te deixando
na m?o.”
Flávio apagou o cigarro no cinzeiro e soltou a pergunta: “M?e, no fundo do seu cora??o, o que é mais
importante: eu ou a heran?a da familia do Henrique?”
“Você, ro que é você, respondeu Esmeralda, seus olhose?ando a se encher de lágrimas ao
olhar para o rosto de Flávio, t?o parecido o do seu filho mais velho. “Eu já perdi o seu irm?o,
agora você é meu filho único. Você é a minha vida”
“Eu sou a sua vida? vio deu um sorriso amargo “Mas você escolheu a heran?a da familia do
Henrique e me abandonou
loprimas rotaram enquanto Esmeralda se defendia: “A heran?a da familia do Henrique e você nunca
foram uma quest?o de escolhaAll content ? N/.?vel/Dr/ama.Org.
desde os quinze anos panhavir seu pai, se desdobrando p empresa da familia. Eles se
dedicaram de corpo e alma npo Empresanal Hernque, e viram a empresa crescer e se fortalecer sob a
lideran?a déles
Capitulo 1656
Sua voz falhou pasgemas transbordaram Esmeralda apressou se em secar o rosto. “Depois que seu
irm?o se fol, nem bem e esfrou na terra e a diretoria, liderada pelo Eder e outros, já tinha usurpado o
lugar do seu pai. En nunca vou acreditar que a morte do seu irm?? foi um acidente.”