Capítulo 1618
Capítulo 1618
Ele sa muito bem que, mesmo que n?o retomasse naquele dia, o casamento entre a familia de
Henrique e a família de Heitor já teria sido finalizado e registrado quando eles atingissem a idade legal
para se casar..
Avan?ando rapidamente, atravessou o vasto quintal até chegar na s de estar, uma caminhada que
lhe tomou um bom tempo.
Mal tinha dado alguns passos quando a melodia de um violino o alcan?ou, “Quem está tocando
violino?”, indagou.
O mordomo, un sorriso estampado no rosto, respondeu: “é a mo?a da familia de Heitor. Antes de
você chegar, tocou piano para todos nós. Dizem que é versátil em vários instrumentos, além de
ser b e talentosa. Depols do Sr. Cesar, você é oo que o velho mais preza. A parceira escolhida
para você, certeza, é das melhores.”
As pvras “Sr. Cesar atingiram Flávioo agulhadas em seu peito, mas ele n?o deixou sua
express?o mudar e continuou caminhando para dentro,
A s estava cheia; os mais velhos da família de Henrique estavam todos lá, assimo alguns
rostos desconhecidos, que Flávio supos serem os anci?os da família de Heitor.
A garota estava sentada bem no centro, abra?ando o violino enquanto tocava dedica??o e
seriedade.
Seus cabelos lisos caíam sobre os ombros e,o estava de costas para a entrada, Flávio n?o p?de
ver seu rosto.
No entanto, ele podia sentir o desconforto d.
Como poderia estar à vontade?
Sentados na s, os anci?os de ambas as familias n?o paravam de elogiar seu talento e habilidade
com o violino. Diziam ser elogios, mas mais pareciam avaliar um objeto.
Todos pareciam ouvir atentamente, mas na verdade estavam mais interessados na conversa aodo,
e ninguém notou a chegada de Flávio.
Ele tossiu intencionalmente, “Vo, cheguei!”
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Todos levantaram os olhos para ele naquele instante, exceto a menina do violino, que tremeu
ligeiramente e continuou a tocaro se nada tivesse ouvido.
O patriarca da família de Henrique expressou seu descontentamento: “Ent?o você se lembrou de
voltar.”
“Vo, n?o foi por vontade própria que eu voltei. Foram seus seguran?as que me trouxeram à for?a”,
respondeu Flávio, sem dar a mínima para a autoridade do homem mais poderoso da familia de
Henrique.
ro, a rea??o do velho Henrique foi de pura insatisfa??o.
Ele n?o disse mais nada, apenasn?ou um olhar para Esmeralda, a m?e de Flávio,o quem diz,
“Veja o filho que você criou, sem nenhum respeito. Como posso confiar o legado da família de
Henrique nas m?os dele?”
Esmeralda tentou amenizar a situa??o, “Filho, estes s?o Patricio e Bárbara Mandes, seus futuros
sogros. Cumprimente-os.”
Flávio, n?o querendo causar problemas para sua m?e, levantou-se e cumprimentou os pais da mo?a
da familia de Heitor, “Tio, tia, tudo bem vocês?”
Os Mandes o observaram aten??o e pareceram satisfeitos o futuro genro. “Ah, Flávio, agora
somos todos uma família, n?o precisa de formalidades.”
Flávio apenas acenou a cabe?a, dispensando as formalidades.
Naquele momento, a música do violino cessou.
A garota se levantou e reverenciou todos os mais velhos presentes, virando-se por último em dire??o
a Flávio, fazendo-lhe também uma reverência.
Quando ele pousou os olhos sobre , percebeu que era realmente encantadora, um rosto
rosado e delicado, e olhos t?o expressivos e brilhanteso se estivessem cheios de água.
Enquanto ele a observava, o encarou de volta, seus olhares se encontrando por um instante antes
d se assustar e desviar o olhar rapidamente,o um coelhinho assustado.
Era meio adorável,
Flávio n?o pode eviter other para mais uma vez e viu quando entregou o violino a um dos
cnados e, obedientemente, sentouse sodo de Barbara Mandes
Obediente o inanmadao uma boneca