Capítulo 1566
Capítulo 1566
A garota era a fotógrafa de Nara.
Ninguém conhecia melhor a qualidade do trabalho d do que Nara, que cborava há anos.
Foi assim que Nara decidiu apoiar sua fotógrafa, reconhecendo seu esfor?o e talento e expondo-a
para um público maior.
Com Nara, uma figura t?o influente, defendendo a fotógrafa, a situa??o do roubo de fotose?a a se
resolver de maneira positiva. Mais e mais gente passou a acreditar na fotógrafa, e cada vez mais
pessoas defendiam sua causa.
Mas defender seus direitos era muito dificil, e até aquele momento, a fotógrafa ainda n?o tinha
recebido uma decis?o legal.
Nara, contudo, n?o tinha inten??o de revr a verdade para Juan.
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Que ele continuasse o mal-entendido.
Ao ouvir Nara, Juan n?o conseguiu esconder sua verdadeiras emo??es. “Eu n?o permito! Sem a
minha autoriza??o, você n?o vai conseguir fazer um filme t?o ousado.”
Nara abriu seus belos olhos e o encarou em silêncio, sem dizer uma pvra.
Percebendo que tinha ido longe demais, Juan mudou o tom. “Nara, eu te imploro, por favor, n?o filme
esses tipos de filmes. Eu realmente fico ciúmes. Você n?o acha que estou parecendo um tonel de
vinagre derramado agora?”
Nara estava cansada de discutir, corta o assunto.”Nós n?o somos casados, nem namorados. Com que
direito você fica ciúmes? Se n?o está satisfeito, pode ir embora. N?o vou te prender aqui.”
Juan sentiu uma dor no peito as pvras d. “Nara…”
“Eu preciso descansar. Você pode sair…”, diz Nara, fechando os olhos e se entregando ao sono. Juan,
segurando seus pés, tenta persuade. “Nara, ainda s?o dez horas da noite. Ainda é cedo. Deixe-me
dormir um pouco, e quando acordar, eu vou embora.”
Nara responde sem rodeios: “Juan, n?o exagere. O quebinamos é que você deve sair antes dos
meus pais acordarem.”Juan, ainda segurando seus péso um cachorro triste, implora: “Nara…”
“Jábinamos isso, se você n?o quer cumprir, n?o precisa mais vir me procurar.”
Juan, agarrado a o um cachorrinho, recusava-se a ir embora. “Nara, esta noite, considere-me
seu favorito e me deixe ficar para seu entretenimento. Além do mais, está frio lá fora e parece que vai
nevar. N?o tem aquecimento em casa, e você teria um aquecedor portátil de gra?a.”
De fato, a proposta era tentadora.
Nara pensou por um momento. “Tudo bem, você pode ficar. Mas tem que ir embora antes dos meus
pais acordarem.”
“Mas sua m?e já sabe que estou aqui, n?o precisamos mais nos esconder.”
Nara olhou para ele de rnce.
Juan apressou-se em oferecer uma trégua. “Pode deixar, eu n?o vou deixá-los perceber.”
“N?o me aborre?a mais. Estou exausta”, diz, fechando os olhos e mergulhando no sono profundo.
Juan, abra?ando-a, n?o consegue desviar o olhar d por um segundo sequer, ambos relutantes em
quebrar o contato visual.