Capítulo 1557
Capítulo 1557
Se Lucas Bento n?o tivesse aguentado firme naqu época, ele já teria sumido do mundo.
S?ra admitiu remorso: “Eu sei que eu errei antes, já pedi perd?o, por que você continua pegando
no meu pé? Vou fr de novo, de qualquer jeito, fui eu que del a vida para ele.”
Quem dá a vida, tem que assumir a responsabilidade por .
N?o é justo ignorar e deixar a crian?a sofrer daquele jeito.
Ca ficava mais irritada a cada pensamento: “Tem pai que n?o merece ser chamado de pai. Esses
pais que s?o um lixo acham que os filhos s?o propriedade deles, acham que podem contrr tudo na
vida da crian?a. Querem, pegam; n?o querem, jogam fora, e ainda s?o capazes de machucar
tanta crueldade.”
“Vocês nem percebem que um filho n?o é objeto, n?o é propriedade, é um ser vivo independente. A
vida do filho pertence só a ele, ninguém tem o direito de mandar.”
Sira se defendeu: “O que você está fndo? Como ele poderia ser minha propriedade? Olha só a
personalidade dele, até o próprio pai ele foi capaz de ser t?o cruel. Você acha que eu consigo
contrr ele?”
Quanto mais Ca ouvia, mais desconfortável se sentia e ficou cda.
Mas Sira n?o parava de fr,o se finalmente tivesse encontrado alguém para remar de Lucas
Bento: “Ele é um ser sem emo??o, um verdadeiro sangue frio, uma pedra de gelo…”
Ca interrompeu Sira frieza: “Conhecendo meu marido, ele é um homem devotado e gentil.
Você n?o sabe o que o Andreo fez? Depois de ele ter machucado tanto o Marco, o Marco n?o deveria
se defender?”
Para Sira, n?o importava que tipo de pessoa Lucas Bento era. O que importava era que Ca poderia
reconciliá Lucas, para que conseguisse o que queria: “Sim, sim, o Marco é um filho
obediente. Ele te escuta muito, f ele para me perdoar.”
Ca foi ra: “Se ele te perdoa ou n?o, é decis?o dele. Eu n?o posso convencer ele a fazer algo
contra a
vontade dele.”
Sira se sentiu abandonada: “Você n?o vai me ajudar?”
Ca foi firme: “N?o.”
“Por que você n?o me ajuda? Quer ficar ele só para você, é isso?”
Ca ficou sem pvras a cara de pau da mulher.
Sira continuou a jogar acusa??es: “Você é a esposa dele, quer o amor dele só para você, eu entendo.
Mas nunca vai mudar o fato de que ele é meu filho. Uma mulher esperta aconselharia o marido a se
dar bem a sogra, n?o a criar discórdiao você.”
Ca quis xingar, mas se conteve.
Quando viu que n?o ia ganhar no jeito, Sira mudou de tática: “N?o precisa fazer tempestade em copo
d’água. Você é apenas uma mulher que a família de Ant?nio trouxe para casa, nunca será uma de
nós.
Ca riu: “Quem quer ser uma de vocês? Meu marid n?o tem nada a ver vocês.”
Sira insistiu: “N?o mude de assunto, n?o importa o sobrenome do Marco, eu sou a família dele
la?os de sangue. E você, é só mais uma entre milhares. Como diz o ditado, mulher é igual a roupa, se
ele quiser trocar, é t?o fácil quanto trocar de camisa.”
“N?o importa qu?o ele resista, n?o muda o fato de que somos m?e e filho, que ele é carne da minha
carne. O que você tem parapetirigo?… Ca, melhor você se tocar de quem você é.
Ca olhou para Sira, pensando em todo o mal que essa mulher tinha feito a Lucas Bento, e a raiva
subiu: Você merece?”
Ca, se você n?o me ajudar, eu n?o vou ter paz, e nem você vai ter.”
De repente, Sira se ajoelhou um baque: “Ca, por favor, deixa eu ver meu filho. Sel que ele te
ama, que ele te mima, mas você n?o pode impedir o nosso encontro.”
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Ca sabia bem a jogada que Sira estava tentando fazer, mas estava preparada e n?o se abalou.
deixou Sira se divertir suas artimanhas, curiosa para ver até onde iria suas tramoias.
Em pouco tempo, Sira se levantou, irritada, “Sua pirralha, você acha que pode jogarigo? Você
ainda é muito verde.”
Com um sorriso no rosto, Ca provocou, “Você está querendo me queimar na pra?a pública?”
Sira respondeu astúcia, “Você é esperta. Agora todo mundo sabe que você é a mulher do
presidente do Grupo Bento. Se eu soltar esse vídeo que acabei de gravar, o pessoal na inte vai te
afogar em críticas. Lá vem cancmento, colega.”
Ca levantou a voz, “Pode seguir em frente.