Capítulo 1489
Capitulo 1489
Enrique era um site to pacato, daqueles que respondiamo que lhe perguntassem sem rodeios. Pois é,
a Nara tá melo adoentada. precisa descansar um bocado.”
N?o demorou e alguém soltou “Enrique, quando a Nara melhorar, tem que fazer dar umas voltas,
bater um papa a gente. N?o pode ser igual as festas de fim de ano, que nem batava o pé fora
de casa. Quem n?o sabia até pensava que virou celebridade, que n?o quena mais papo a
gente, a turma da antiga
Essas pvras deixavam um gosto amargo, mas o Enrique n?o dava muita b, só defendia a filha
por Instinto. “Essa mo?ada de hoje em dia vive grudada no celr, por isso nem gostam de sair de
casa. N?o é só a nossa Nara que fica no canto d.”
A conversa virou “A Nara da sua casa é diferente dessa molecada daqui. Ouvi dizer que uma selfie
com vale uma grana preta. Capaz de vocês n?o deixarem a Nara aparecer só pra gente n?o
faturar em cima d.”
Osentários estavam cada vez mais pesados, e Enrique, mesmo iodado, n?o retrucavo.
De repente, um foi mals longe, “Enrique, tá rndo o boato que a Nara se divorciou é verdade isso?”
Logo outro emendou, “Enrique, também tá na boca do povo que a Nara nem se casou de verdade,
que era bancada por um rico familia. A Nara seria a outra, segundo os ftórios.”
Ennique, conhecido por ser um bom vivant, sempre disposto a estender a m?o, mesmo diante de
pedidos absurdos.
Por essas e outras, a vizinhan?a n?o tinha papas na lingua ele, quase que pisoteando o homem
sem dó nem piedade.
Mas aquele dia, cada pvra, cada letra, era um insulto imperdoável para Enrique.
Podiam xinga–lo, bater nele, pisoteá–lo, mas que ninguém cusasse mexer sua filha.
Num rompante, ele se ergueu, brandindo o cachimbo para o fdor, “O que vocês est?o fndo al?
Repitam o que disseram!”
A turma parou, meio atónita. Logo alguém falou, “O, Seu Enrique, mesmo que tenhamos acertado na
mosca, n?o precisa ficar t?o bravo
assim
Enrique estava quase jogando o cachimbo na sujeito, “Como assim acertado na mosca? Quem foi o
fofoquero que espalhou que a minha Nara ti de amante por ai?”
O fdor, que n?o esperava uma rea??o t?o explosiva do homem sempre manso, recuou medo.
“Eu só escutei por al. Por que está descontando em mim?”
Enrique se aproximou “Escutou de quem?”
O sujeito gaguejou, sem conseguir explicar direito, “Ah, sei lá, só cui fr
Anda hoje, muitos têm preconceitos contra mulheres, sempre prontos para julgar aqus que se
destacam no trabalhoo se fossem sustentadas por alguém
Esse tipo de maldade contra as mulheres persiste há anos,
Enrique aportava o cachimbo furioso, “F logo, quem foi? Eu quero saber pra acertar as contas.”
Sempre pacato, Ennque n?o rendava as piadas e zombarias. Até aquele dia.
Diante da súbita rea??o dele, todos ficaram meio que sem a??o, depoise?aram a protestar,
“Poxn, Seu Enrique, a gente só queria vera Nara que voltou pra casa, e você al, sem saber
agradecer.”
Quanto mais Enrique ouvia, mais raiva sentia, os olhos vermelhos de fúria. “Como n?o saber
agradecer? Vocês espalham boatos sobre minha filha sem saber de nada, e chamam isso de boa
inten??o? Vocês também têm filhas, o que sentinam se fssem assim ds? N?o tem pal que n?o
tenha sua filhao a joia mais preciosa, seu maior tesouro”
A turná toda se encolheu
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Eneque prenia, e desabatou. “Escutem bem, se alguén voltar a espalhar mentiras sobre minha filha,
eu n?o vou deixar barato e val
szem dessou. “Você diz que n?o é amante, mas por que nunca vimos trazer i namorado pra
casa?
do si gum velho rien que podia ser av dele& Deve teat
hé? E os ricajok jó
“Dum licen?a, vocês est?o querendo me ver?”.
De repente, uma voz masculina suave e agradivel, sou por trás da multid?o