Capitulo 1417
Capítulo 1417
A voz de Juan era baixa e profunda.
Como um vinho enterrado por dezoito anos.
Rico e agradável.
No entanto, quando Nara ouviu, cada pvra parecia envenenada, violenta e cruel.
Nara cobriu seus ouvidos e abra?ou sua cabe?a, n?o querendo ouvir mals, “Pare de fr! Pare de
fr! Juan, eu estou te implorando, pode parar de fr por favor?”
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N?o se sabia se eles n?o podiam ouvir sua voz ou simplesmente a ignoravam.
Juan, passos elegantes, caminhava em sua dire??o.
“Nara, eu disse, n?o tente fugir de mim. Este casamento terminará quando eu quiser, nunca foi você
quem decidiu.”
“Nara, a estr? Sem mim, Juan, você ainda estaria rndo nama, muito menos teria o brilho de
hoje
“O qué? Diga isso de novo? Você quer ter o filho de quem? Você quer ter o meu filho?”
“Nara,o você ainda n?o entende quem você é? Você é apenas uma substituta, que direito você
tem de ter um filho meu?”
“Nara, mesmo que nos separemos, mesmo que eu n?o queira você, você n?o pode ficar outro
homem. Eu já deixei minha marca em você, quem ousar tocar em você, eu o matarei.”
Vendo o homem se aproximando passo a passo, Nara recuou desesperadamente, “N?o, n?o, n?o…”
De repente, uma dor aguda trouxe Nara de volta à realidade, e o homem que se aproximava
desapareceu de sua vis?o.
Deixando-a uma dor infinita.
Dor no cora??o.
Dor no corpo.
As dores a atingiram.
“Dói, dói muito…”
“Pai, m?e, Nara está muita dor!”
“Pai, m?e, Nára está dor, por favor, ajudem Nara…”
queria gritar, mas n?o conseguia emitir nenhum som.
só podia rugir repetidamente no fundo de seu cora??o.
“M?e, Nara deveria ter te ouvido, deveria ter feito o exame para ser professora, deveria ter ficado em
nossa cidadezinha ensinando, n?o deveria ter ido para a cidade grande…”
definitivamente n?o deveria ter tido a ideia absurda de ser atriz.
Se n?o tivesse ido para a Cidade de Mar, certamente n?o teria conhecido Juan.
Se n?o fosse por Juan, n?o teria sido notada por Dani Varga, n?o teria sofrido um acidente de
carro, e n?o estaria sentindo tanta dor agora
“Pai, m?e, Nara está muita dor…”
“Vocês podem ouvir Nara?”
“E Abel, Carlita… se, se…”
Uma voz soou em seu ouvido novamente.
“Nara, Nara, Nara …”
“Nara, você tem que aguentar, nós vamos te levar ao hospital agora.”
“Nara, você ficará bem, certeza ficará bem.”
“Nara …
Quem estava a chamando?
Quem estava pedindo para aguentar?
Nara n?o sabia.
Porque a voz estava t?o longe que mal podia ouvir.