Capítulo 1225
Capítulo 1225
Depois de acalmar Maria, Ca saiu paraprar ingredientes no mercado próximo.
Morando na Brisa do Mar, tinha Marta para preparar suas refei??es, fazia muito tempo que Ca
n?o visitava um mercado t?o cheio de vida.
No entanto, sobre o queprar eo pechinchar, Ca ainda era muito habilidosa nisso.
Caprou alguns ingredientes benéficos para a saúde, depois foi ao supermercadoprar
algumas frutas enches que Maria gostava. Ent?o, duas sacs cheias, voltou ao Distrito da
Lua Azul.
No caminho de volta, Ca encontrou Jean.
Mais precisamente, Jean sabia que Ca havia saído sozinha para fazerpras e foi buscá.
Jean pegou as sacs das m?os de Ca naturalmente e disse: “Ca, volte pra casa. Eu posso
cuidar de Maria.”
Ca perguntou: “Por que você sempre me apressa para ir embora? Faz muito tempo que nós três
n?oemos juntos, eu n?o posso ficar e jantar antes de ir?”
Jean respondeu: “ro que gostaríamos que você ficasse, até mesmo que morasse no Distrito da Lua
Azul, assim poderíamos estar juntos todos os diaso antes. Mas agora você tem uma família,
deves colocá em primeiro lugar.”
“Porque eu tenho uma familia, n?o posso mais conviver meus amigos de antes?” Ca abra?ou o
bra?o de Jean. “Em meu cora??o, você e Maria s?o insubstituíveis.”
Jean respondeu: “No meu cora??o, você e Maria também s?o. Quando penso que Maria foi enganada
por Andre, fico muito irritado. Precisamos encontrar uma maneira de punir esse cara, n?o podemos
deixar isso barato.”
“Eu também estou muito chateada, mas Andre é alguém que Maria já amou muito, ent?o vamos deixar
esse assunto pra lá. O melhor é n?o termos mais contato no futuro. Ca bn?ou a cabe?a.
Jean olhou para e disse: “Isso n?o parece você.”
Ca respondeu: “Com a idade e as experiências, as pessoas mudam.”
Jean achou que Ca estava certa e parou de pensar emo punir Andre.
Depois de um tempo, ele se lembrou de algo.
“Sua irm? Alba n?o está morando você, n?o é? Já faz alguns dias que n?o vemos luzes em sua
casa.”
“ deve ter ido a uma viagem de negócios Marco Ant?nio.” Ca respondeu.
Jean ficou em silêncio por um momento e depois disse: “Você é muito despreocupada.”
Ca sorriu, “Se eu n?o fosse, se eu pudesse seguir um homemo um rabo, ele me valorizaria?”
“Sua lógica é realmente peculiar.”
Ca riu e disse, “Bom, chega de fr sobre outras pessoas.”
“Quando é que seu marido Marco Ant?nio se tornou outra pessoa?” Jean perguntou.
“Para vocês, ele sempre foi um estranho.” Ca respondeu.
“Isso é verdade.”
Os dois riram enquanto voltavam para o bairro.
Preocupados em acordar Maria, Ca e Jean decidiram cozinhar na casa de Jean.
Eles trabalharam juntos e em pouco tempo um jantar farto estava pronto.
“Vou ver se Maria acordou. Se acordou, vou chamár para jantar.” disse Ca.
“Certo, vá ver . Vou fazer mais suco de frutas, é o preferido de Maria.”
Tá bom.
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Os três moravam no mesmo prédio, de uma casa para outra era muito conveniente.
Ca tinha a senha da porta de Maria, entrou diretamente na casa e viu Maria, que deveria estar no
quarto descansando, mas estva sentada no sofá na s de estar, em silêncio.
Ca se aproximou, mas Maria ainda n?o a percebeu.
“Maria.” Ca a chamou.
Maria voltou a si e for?ou um sorriso, “Carlita.”
Ca sentou-se aodo d e perguntou: “Você n?o consegue dormir?”
Maria assentiu a cabe?a, “Eu já vi casos assim no noticiário, nunca imaginei que aconteceria
comigo.”
Ca apertou firmemente a m?o d, disse, “N?o podemos mudar o dano que já foi causado. Tudo o
que podemos fazer é esquecer o mais rápido possível ee?ar uma nova vida.”
Maria acariciou a barriga, “N?o sinto falta do André. Eu só me arrependo de ter agido t?o
impulsivamente ao abortar meu filho.”