Capítulo 1076
Capítulo 1076
Dando uma pequena pausa, Bruno continuou, “Dizem por aí que Kira Heitor cuspiu sangue sob Flávio.
Agora, ele já perdeu a sanidade, agarrando-se ao corpo de Kira Heitor.”
Marco Ant?nio havia aconselhado Flávio a n?o fazer algo que se arrependeria, mas Flávio ignorou seu
conselho, resultando em tragédia. “Você devia ir embora agora.”
Bruno respondeu, “Tudo bem.”
Depois que Bruno se foi, Ca se aproximou de Marco Ant?nio. “Está tarde, devemos ir para casa.
n?o perguntou sobre o que Bruno e Marco Ant?nio haviam discutido.
Se ele pudesse fr sobre isso, Marco Ant?nio certamente teria dito.
Ca colocou sua m?o na de Marco Ant?nio, seus dedos segurando os dele firmemente,o se
assim pudesse sentir seu batimento cardíaco. “A lua está t?o cheia esta noite. Está quase cheia?”
Marco Ant?nio respondeu, “A lua cheia foi ontem.”
Ca, “Entendi…”
As m?os dos dois se apertaram enquanto caminhavam devagar para casa.
Logo, Marco Ant?nio parou. “Ca, algo aconteceu Kira Heitor.”
Ca sentiu um aperto no cora??o. “O que aconteceu?”
Marco Ant?nio respondeu, “Kira Heitoreteu suicídio por envenenamento.”
Ca ficou chocada por um longo tempo, sua mente em branco.
Algumas horas antes, Kira Heitor conseguiu sorrir para , poderia abra?ar Kira Heitor, podia
sentir o calor de Kira Heitor.
Quanto tempo havia passado?
apenas voltou para casa, saiu para assistir a um filme e ent?o eles disseram que Kira Heitor
estava morta.
Ca bn?ou a cabe?a. “Eu n?o acredito que Kira Heitoreteria suicidio. me disse que queria
viver… amava tanto a vida,o poderia escolher se matar.”
Marco Ant?nio puxou Ca. “Ca, n?o se apresse. Vamos lá agora para ver o que está acontecendo,
talvez Bruno esteja enganado.”
Ca disse, “Tudo bem, vamos lá agora.”
Marco Ant?nio dirigiu rapidamente, levando Ca ao pátio anterior.
Dodo de fora, o pátio parecia o mesmo de sempre.
Assim que chegaram, alguém apareceu na entrada.
Ainda era o mesmo guarda-costas, só que desta vez n?o impediu Marco Ant?nio e Ca, mas pediu
ajuda. “Sr. Ant?nio, Sra. Ant?nio, por favor, venham ver o Sr. Henrique rapidamente.”
Marco Ant?nio disse, “Leve-nos lá.”
O guarda-costas prontamente guiou-os. “Por favor, sigam-me.”
Marco Ant?nio perguntou, “Ele chamou um médico?”
O guarda-costas respondeu, “Ele chamou um médico, mas já era tarde demais. Quando o médico
chegou, já havia parado de respirar. Agora o Sr. Henrique está agarrado a um cadáver, fndo
sozinho. Ninguém ousa se aproximar dele, só vocês podem ajudar.”
Antes, ele havia expulsado Marco Ant?nio, agora estava implorando por sua ajuda.
Se fosse outra pessoa, provavelmente teria punido o guarda-costas.
Marco Ant?nio era magnanimo, n?o guardava rancor.
Entrando no pátio, Marco Ant?nio sentiu-se desconfortável novamente, aquele sentimento inexplicável
o invadiu novamente, tornando a respira??o difícil.
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Mas ele n?o tinha tempo para pensar, n?o desperdi?ou um segundo, e junto Ca, seguiu o
guarda-costas até onde Flávio estava.
Assim que entraram na s, viram um homem e uma mulherpletamente nus.
O homem,o se estivesse enlouquecido, gritava alto, agitando a mulher em seus bra?os. “Kira
Heitor, eu te disse, você é minha mulher em vida e também na morte. Eu n?o dei permiss?o para você
morrer, mas você ousa morrer, vou fazer sua familia te panhar na morte!”
No entanto, n?o importa o quanto ele gritasse ou a sacudisse, a mulher em seus bra?os n?o abria os
olhos.
sua vis
Marco Ant?nio,o uma montanha, colocou-se na frente de Ca, tentando bloquear sua vis?o.
“Ca, n?o olhe.”