Capítulo 1065
Capítulo 1065
Marco Ant?nio ficou em silêncio, apenas olhando fixamente para o Mario, fazendo-o sentir um arrepio.
Mario disse, “Diretor António, se tens algo a dizer, por favor, diga diretamente.”
Depois de um tempo que parecia uma eternidade, a sensa??o de que Ca estaria de volta a
qualquer momento, Marco Antonio falou lentamente, “A partir de hoje,a Ca já n?o pode ter acesso a
documentos importantes da empresa.”
“O qué? Diretor Ant?nio, o que você disse?” Mario pensou que tinha ouvido errado, tocou um pouco
atrapalhado a orelha e perguntou, “Diretor Ant?nio, eu ouvi certo? Ca n?o só é sua secretária, mas
também sua esposa, você n?o confia n?”
Em pouco tempo, muitos pensamentos passaram p mente de Mario.
Marco Ant?nio sempre confiou em Ca, desde que e?ou a trabalhar ele, nunca havia
escondido qualquer documento importante d.
Hoje, ele pediu especialmente para Ca sair e disse a ele que n?o poderia mais deixar Ca ter
acesso aos documentos confidenciais da empresa, isso ramente mostrava desconfian?a em Ca.
Talvez n?o fosse desconfian?a, mas o fato de que Ca agora era a esposa do Diretor Antonio e
metade do dinheiro que ele ganhava deveria pertencer
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à Ca.
Os rcionamentos conjugais s?oplicados, hoje podem estar muito bem, amanh? podem estar
em constante desaven?a.
Talvez Marco Ant?nio estivesse se prevenindo, se algo acontecesse seu rcionamento
Ca, n?o teria direito a sua fortuna.
Depois de pensar muito, Mario sentiu que essa era a maior possibilidade
Mas ent?o, Marco António disse, “Eu nunca desconfiei d.”
Ao ouvir isso, Mario se sentiu um pouco envergonhado, mas n?o p?de deixar de perguntar, “Ent?o, por
que você n?o quer que tenha acesso aos documentos confidenciais da empresa no futuro?”
Marco Ant?nio olhou para Mario, virou-se e saiu
Esse olhar encheu Mario de dúvidas, mas ele n?o ousou perguntar mais.
A reuni?o de hoje foi principalmente para discutir um projeto que o Grupo Ant?nio estava nejando
investir em uma regi?o remota do Oeste.
O local escolhido para o projeto n?o só era remoto, mas também n?o possuía nenhum recurso natural
que codesse ser explorado. No entanto, muitas famílias pobres ainda viviam lá, muitas das quais
nunca deixaram as montanhas e nunca viram o mundo exterior.
O motivo era a falta de estradas ligando as montanhas ao mundo exterior
Se as pessoas nas montanhas quisessem ir à cidade, teriam que caminhar por um longo caminho
montanhoso.
Muitas empresas que queriam ganhar dinheiro n?o iriam se desenvolver lá, pois se fossem para
aquele lugar, teriam que construir estradas para o mundo exterior.
O terreno lá eraplicado, a constru??o de estradas era extremamente dificil, o custo da constru??o
era muito alto, e certamente seria necessário um grande investimento para fazer a liga??o o
mundo exterior.
Resumindo, se investissem neste projeto, n?o seria possível lucrar nos primeiros anos ou até
décadas, e seria necessário um grande investimento, tornando este projeto de caráter beneficente
Embora fosse um projeto beneficente que n?o gerava lucro, todos os participantes da reuni?o foram
extremamente ativos, oferecendo suas melhores sugest?es para o projeto.
Depois da reuni?o, Ca se sentiu especialmente feliz.
Aqus pessoas que normalmente poderiam facilmente assinar projetos no valor de dezenas de
milh?es de dres estavam t?o empolgadas em fazer trabalhos beneficentes, mostrando que s
realmente queriam contribuir para a causa da pobreza.
Mario e Ca voltaram ao escritório Marco Antonio, entregaram o rtório do dia e Mario disse,
Vocês devem ter algo a dizer em particr, certo? Ent?o, eu vou embora primeiro.”
Marco Antonio, “Eu te disse para ir?”
Mario, “Diretor Ant?nio, há algo mais que você precisa dizer?”
Marco Ant?nio, o rtório de Ca de hoje, você vai concluir.”
Se n?o fosse pelo ocorrido antes da reuni?o, Mario provavelmente pensaria que Marco Ant?nio estava
tentando se vingar dele. Agora, ele n?o conseguia entender o que Marco Ant?nio estava pensando.
Ca disse, “N?o precisa. Eu cuido das minhas coisas.”
Marco Ant?nio respondeu, “Agora estamos na empresa.”
Ent?o, ele estava a lebrando de separar o pessoal do profissional. Ele era o chefe, a sua pvra era a
lei e Ca tinha apenas que aceitar.
Marco Ant?nio disse a Mario, “Você pode ir agora.”
Mario saiu imediatamente, n?o importa o quanto ele estivesse curioso sobre o que havia acontecido,
ele n?o ousou escutar mais.