Capítulo 1011
Capítulo 1011
Ca disse, furiosa, uma enxurrada de pvras.
Mas Marco Ant?nio só ouviu uma frase.
disse que só se importava ele.
A única pessoa quem se importava, disse, era ele.
Ele estendeu a m?o, segurou a cabe?a d e acariciou suavemente, “Você acha que eu me importo
se o Alonzo me traiu de verdade?”
Ca ficou ainda mais zangada, virou a cabe?a, n?o querendo nem olhar para ele, “Ent?o, eu estava
apenas pensando demais.”
Marco Antonio virou a cabe?a d novamente, for?ando-a a olhar para ele, “Ca, a única pessoa
com quem eu me importo é você.”
Ca, “…”
A súbita dera??o deixou Ca desorientada.
corou e desviou o olhar.
Mas Marco Ant?nio n?o permitiu.
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Ele abaixou a cabe?a, se aproximando d.
Ca pensou que ele ia beijá novamente e, inconscientemente, fechou os olhos.
No entanto, n?o recebeu o beijo esperado, apenas ouviu a risada profunda de Marco Antonio.
Ca abriu os olhos, corada e olhou para ele insatisfeita, “Por que você está rindo? Pare de rir!”
Marco Ant?nio a envolveu em seus bra?os, “Você é t?o dominadora!”
Ca, “Sim, eu sou. Você n?o gosta disso? Ent?o me morda!”
Marco Ant?nio realmente mordeu sua bochecha suave.
Ele mordeu um pouco de for?a, deixando marcas de dentes.
Ca ficou chateada e o mordeu de volta.
Devido à sua altura, n?o podia morder-lhe a cara, apenas os lábios.
mordeu for?a, rompendo o lábio dele, e o gosto metálico de sangue rapidamente se espalhou
entre eles.
Depois de “abusar” dele, Ca se arrependeu um pouco, “Eu te machuquei?”
Marco Ant?nio, “N?o dói!”
Ca, “Como n?o pode doer.”
Ele é apenas um ser humano de carne e osso, n?o éo se fosse feito de ferro.
Marco Ant?nio sorriu, “Comparado a dor emocional, o que é essa pequena dor física?”
A dor emocional a que ele se referia certamente tinha a ver Andreo, o que diabos aquele
desgra?ado tinha dito a ele?
Ca ficou o cora??o partido ao ouvir, mas n?o perguntou mais.
Se ele n?o queria fr agora, n?o adiantava perguntar.
Quando ele quisesse fr, ele naturalmente fria .
pegou sua m?o, “Vamos para casa.”
“Que descarada.” A vizinha que vinha em dire??o oposta olhou para Ca de soio, e quando
percebeu que era Ca, suas pvras se tornaram ainda mais ofensivas.
“As meninas devem ser reservadas, se agarrando um homem em plena luz do dia, realmente n?o
tem vergonha. Se minha filha ousasse fazer isso, certeza eu e o pai d quebraríamos suas
pernas.”
Ca inicialmente n?o queria lidar essa mulher, mas estava indo longe demais, “Sua m?e te
deixou alguns meses depois de você nascer, seu pai morreu cedo, você cresceu sem a educa??o de
uma m?e. Agora que sua avó que cuidou de você também morreu, eu n?o ficaria surpresa
qualquer coisa vergonhosa que você fizesse.”
Ca n?o deixaria essa mulher insultá, “Qual é o problema se eu abra?o meu marido? O que
estamos a fazer no seu caminho?”
A mulher de meia-idade ficou pálida o insulto, mas respondeu arrogantemente: “Quem sabe se
ele é realmente seu marido? Afinal, você já tentou seduzir o marido dos outros antes. Nós n?o
sabemos de onde você tirou aquele video, que até colocou Ernesto na pris?o…”
A mulher de meia-idade estava fervorosa os insultos, quando, de repente, sentiu um arrepio na
nuca.