Capítulo 956
Capítulo 956
Marco Antonio consolou, “Eu ouvi você. Vou cuidar de mim e fazer muitas coisas significativas
Ca.”
Dr. Donato ficou muito satisfeito ao ouvir isso, e disse: “Ent?o vocês devem descansar cedo. Eu e
Ameri cuidaremos da Srta. Luis.”
Depois que Dr. Donato saiu, Marco Ant?nio segurou Ca em seus bra?os, acariciando levemente as
costas d.
Ca estava dormindo inquieta, tremendo de vez em quando,o se tivesse sido assustada
novamente.
“Ca, posso te contar uma história?” Marco Ant?nio tentou acalmar o medo d sua voz.
Ele sussurrou, “Era uma vez, há muito tempo atrás, nasceu um menino em uma família muito rica.
Desde o nascimento, o menino atraiu muita aten??o, pois era o único herdeiro da família.
Os pais do menino se amavam muito, o pai era leal, a m?e era gentil e boa. Eles viviam felizes juntos,
levando uma vida invejável.
Quando o menino tinha seis anos, seus pais tiveram outra filha. A chegada da irm? tornou a família já
acolhedora ainda mais feliz.
Todos os dias antes de ir trabalhar, o pai segurava a irm?, dava-lhe um beijo e dizia a e ao menino
que os amava muito e queria que fossem sempre felizes.
A m?e ficava em casa as crian?as, desenhando eles, cozinhando juntos….”
A voz de Marco Ant?nio já era agradável, e agora que ele contava essa história aconchegante, dava
uma sensa??o de seguran?a ainda mais forte.
E Ca, que estava sempre inquieta, gradualmente se acalmou.
Sentindo que Ca n?o estava mais medo, Marco Ant?nio se deitou.
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Talvez porque estivessem dormindo juntos, ou talvez porque n?o tivessem dormido bem nas duas
noites anteriores, os dois dormiram muito profundamente desta vez.
Quando Ca acordou, já era manh?.
Quando abriu os olhos, viu um par de olhos olhando para , cheios de piedade e amor.
Ca estava um pouco surpresa, “Por que você está me olhando assim?”
Marco Ant?nio colocou a cabe?a d em seu peito e deu-lhe um beijo suave na testa, “Ca,te amo!”
Ao acordar cedo, a mente de Ca ainda n?o estava totalmente desperta.
n?o esperava ouvir uma dera??o t?o direta de Marco António.
ficou atordoada.
Marco Ant?nio continuou, “Espero que sempre que o fizeres, te lembres que me tens na tua vida.”
Ca disse, “Eu sei.”
Marco Ant?nio disse, “Você n?o sabe.”
Marco Ant?nio pegou a m?o d e a segurou firmemente em sua m?o, “Eu quero te dizer que você
n?o precisa se preocupar mais nada. Faz o que quiseres quando quiseres, eu estou disposto a
estar sempre ao teudo.”
Ouvindo essas pvras repentinas dele, Ca se sentiu um pouco nervosa, “Aconteceu alguma
coisa?”
Marco Ant?nio perguntou, “Você teve um pesadelo ontem à noite, lembra?”
Ca n?o tinha muita lembran?a, mas quando Marco Ant?nio a relembrou, pareceu se recordar de
algo, “Parece que foi um pesadelo muito assustador. Mas depois eu ouvi sua voz e n?o fiquei mais
com tanto medo.”