Capítulo 930
Capítulo 930
Marco Ant?nio disse: “Você n?oeu muito ontem à noite, deve estar fome. Se tiver algo que
queiraer, posso preparar para você.”
Desde que a avó Lidia morreu, Ca mal tinhaido, mas n?o estava fome. “N?o queroer
nada, mas todos precisamos tomar café. Vou mevar e preparar o café da manh? para todos.”
Marco Antonio disse: “Vou você.”
Ca respondeu: “Tudo bem.”
O banheiro da casa era grande, suficiente para duas pessoas sevarem ao mesmo tempo sem se
sentirem apertadas.
Ca escovou os dentes primeiro, Marco Ant?nio a observava pelo espelho, Ca se sentiu
desconfortável o olhar dele, “Por que você está me olhando assim?”
Marco Ant?nio a abra?ou de repente, “Ca, se você está triste, fale, n?o sofra sozinha, ok?”
n?o disse nada, nem demonstrou sua tristeza na frente dos outros. se protegia muito, n?o
deixava ninguém ver a verdadeira Ca.
Vendo-a assim, Marco Ant?nio ficou ainda mais preocupado.
Ca se aconchegou em seus bra?os, ouvindo o batimento cardiaco forte e rítmico dele,o se
estivesse obtendo for?a dele. “Minha avó n?o queria que eu ficasse triste, ent?o eu vou ser forte, eu
vou ser corajosa, eu n?o vou preocupá.”
“Ca!” Marco Ant?nio disse uma voz profunda, um pouco irritado. “A avó Lídia queria que você
n?o ficasse triste, queria que você realmente estivesse bem, n?o que você contrsse suas
emo??es. Se quiser chorar, chore, você n?o precisa ser t?o forte….”
Desde crian?a, todo mundo, inclusive mesma, dizia a para ser corajosa e forte, porque n?o
tinha pais, tinha que ser forte.
E Marco Ant?nio foi o primeiro a dizer a que também podia n?o ser t?o forte.
Ca olhou para ele, uma lágrima silenciosamente rolou pelo canto do olho, “Eu realmente posso n?o
ser t?o forte?”
A lágrima d caiu no dorso da m?o de Marco Ant?nio, sua dor erao se tivesse sido cortada
uma faca. “Ninguém disse que você tem que ser forte, desabafar suas emo??es de vez em quando
também é uma maneira de aliviar o estresse.”
Incentivada por ele, Ca parou de contrr suas emo??es e suas lágrimase?aram a fluir mais e
mais,o uma enxurrada rompendo uma barragem.
As lágrimas encharcaram a camisa de Marco Ant?nio, sua pele sentiu o calor úmido.
Ele acariciou suas costas suavemente,o se estivesse consndo uma crian?a, “Chore, n?o
segure…”
Ca chorou nos bra?os dele, depois de chorar, se sentiu muito mais aliviada e rxada.
Olhando para seus olhos, nariz e bochechas inchados e vermelhos, a voz de Marco Ant?nio se
suavizou ainda mais, “Está se sentindo melhor agora?”
Ca assentiu, “Muito melhor.”
“N?o importa o que aconte?a no futuro, n?o hesite, fa?a o que achar confortável.” Marco Ant?nio
pegou um len?o, molhou-o água e delicadamente enxugou as marcas de lágrimas no rosto d.
Ele era muito gentil, Ca ficou um pouco envergonhada, “Eu posso fazer isso.”
Marco Ant?nio disse, “Eu queria fazer isso por você.”
Ca respondeu, “N?o sou uma crian?a que n?o pode cuidar de si mesma.”
Marco António perguntou, “Quem disse que só crian?as é que n?o podem cuidar de si mesmas?”
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Ca olhou para ele olhos vermelhos e n?o disse nada.
Marco António tocou levemente o nariz vermelho d, “Você já tem um marido, pode confiar um
pouco nele. Deixe-o saber que ele ainda é útil para
você.”