Capítulo 917
Capítulo 917
Ricardo n?o viu nada de errado em suas pvras, mas Marco Ant?nio parecia ter percebido algo
errado.
Pa certamente já havia pensado em matar Ca.
A maioria dos pais amava profundamente seus filhos, mas havia alguns que n?o mereciam ser pais.
No entanto, Marco Ant?nio tinha uma forte esperan?a de que a m?e que Ca tanto sentia falta fosse
uma m?e boa e responsável, e n?o t?o repulsivao os pais dele.
Marco Ant?nio disse: “Leve-os para fora!”
Bruno imediatamente deu um passo à frente sem dizer uma pvra, apenas fazendo um gesto para
que saíssem.
Ricardo seguiu Bruno alguns homens. Depois de alguns passos, ele queria olhar para trás para
Marco Ant?nio, mas n?o teve coragem. “Quem é o seu chefe?”
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Bruno n?o lhe deu aten??o.
Depois de sair do condomínio, quando Bruno se foi, alguns baderneiros de repente se tornaram
arrogantes ee?aram a gritar: “Ricardo, n?o basta aquele cara ter nos batido,o eles ousam
amea?ar você? Quem s?o eles? Como se atrevem a te amea?ar no nosso território? Vamos chamar
refor?os agora e lidar eles à noite.”
Ricardo os olhou friamente. “Antes de descobrirmos a verdadeira identidade desse homem, ninguém
deve ir atrás dele. Quando descobrir quem ele realmente é, darei a ele toda a humilha??o que sofri
hoje.”
O homem que foi mais espancado foi o que fez mais barulho: “Ricardo, isso aqui é o Norte de Be,
nosso território, o lugar onde temos mais poder. Agora, há pessoas nos amea?ando em nosso
território. Você pode aguentar, mas nós n?o podemos. Vamos chamar refor?os agora, temos que
encontrar aqueles dois caras.”
Ricardo deu-lhe um tapa na cara, dizendo: “Você está fazendo barulho aqui agora, por que n?o vi você
gritando antes?”
O homem que foi espancado cobriu o rosto e n?o ousou fr mais nada.
Ricardo olhou para eles e disse: “Eu fui humilhado hoje, vocês acham que n?o estou bravo? Se fosse
o meu velho eu, já teria batido nele.
“Ele conhece minha identidade e ainda ousa me desafiar assim, o que significa que ele n?o tem medo
de mim. Isso significa que ele pode ser mais poderoso do que eu,”
Ricardo tinha se mantido seguro no Norte de Be por muitos anos gra?as ao seu próprio
discernimento.
Os bandidos n?o eram assustadores, o que era assustador era que os bandidos também podiam
pensar.
Marco Ant?nio voltou para cima.
As pessoas ainda estavam jogando cartas.
Ca estava sentada aodo de Maria, assistindo. estava um pouco sonolenta, mas estava se
esfor?ando para ficar acordada.
Quando viu Marco Ant?nio voltar, imediatamente o recebeu: “Por que você demorou tanto?
Alguma coisa aconteceu?”
Marco Ant?nio apertou a bochecha d, dizendo: “Você parece sonolenta, por que n?o vai para o
quarto e dorme um pouco? Eu fico de vigia.”
Ca disse: “Eu estou lhe fazendo uma pergunta, n?o mude de assunto.”
Marco Ant?nio disse: “Eu estava conversando Ricardo.”
Ca perguntou: “Você n?o gosta dele, por que estava conversando ele?”
Marco Ant?nio disse: “Como você sabe que eu n?o gosto dele?”
Ca disse: “Quando ele tocou levemente no seu ombro, seu corpo reagiuo se estivesse
resistindo. Eu n?o sou cega, eu vi.”
A percep??o de Ca era muito aguda, por isso, n?o era fácil enganá. Mas havia coisas que ele
ainda n?o podia contar a .
Se soubesse que Pa, que sempre fazia coisas ruins , era na verdade sua m?e biológica,
talvez n?o conseguisse aceitar.
Marco Ant?nio teve que inventar uma desculpa. “Eu estava procurando alguém para descobrir quantos
anos Ernesto poderia ser condenado.”
Ca disse: “Eu li na inte que eleeteu muitos crimes, ele deve ser condenado a pelo menos
quinze anos de pris?o.”