Capítulo 870
Capítulo 870
Marco Antonio abra?ou Ca bem apertado, querendo dizer que tudo aquilo n?o era um sonho, mas
ele estava relutante em destruir sua ilus?o, e queria que continuasse feliz por mais alguns minutos.
Ca levantou a cabe?a de seu peito e disse: “Eu preciso ver minha vó, se eu n?o ver meus
próprios olhos que está bem, n?o conseguirei me
acalmar.”
Marco Ant?nio a abra?ou ainda mais forte, recusando-se a soltá: “Ca, n?o vá.”
Ca lhe deu um sorriso, beijou-o suavemente na bochecha e disse: “Eu só vou ver minha vó, verificar
se está bem, voltarei para dormir você, por que está se preocupando?”
Marco Ant?nio ainda se recusava a soltar: “Ca…”
Ca levantou a m?o, beliscou a bochecha dele suavemente, depois alisou suas sobrancelhas
franzidas: “Me diga, por que está se preocupando? Somos casados, temos que fr sobre qualquer
problema, n?o pode esconder de mim.”
A calma de Ca só fez Marco Ant?nio se preocupar ainda mais.
Ele sabia que, mesmo se n?o dissesse, Ca acabaria descobrindo que sua avó já havia falecido, que
n?o era um sonho. Em vez de deixar outra pessoa contar essa triste realidade, ele preferia ser o
portador das noticias: “Ca, você n?o está sonhando, vovó Lídia realmente faleceu.”
This content is ? N?velDrama.Org.
Ca ficou imediatamente irritada: “O que você está fndo! Vou te dizer, mesmo sendo casados, há
coisas que n?o se pode dizer assim, se você continuar fndo assim, vou ficar brava.”
Marco António sabia que estava evitando a realidade, se recusava a aceitar que vovó Lídia
havia falecido, acreditando que tudo que estava acontecendo era um sonho.
pensava que assim que acordasse, tudo de ruim teria desaparecido. Sua avó ainda estaria lá,
ainda poderia rir e incentivá a ter filhos.
Marco Ant?nio disse: “Ca, n?o adianta fugir da realidade, você tem que enfrentar o fato de que vovó
Lídia já se foi.”
Ca rapidamente o empurrou, pulou da cama e correu para fora, dizendo: “Marco Ant?nio, estou
avisando, pare de fr essas coisas. Isso é apenas um pesadelo, agora vou ver minha vó no quarto
d.”
correu t?o rápido, sequer cal?ou os sapatos, pisando diretamente no frio ch?o de mármore,
correndo para o primeiro andar.
Marco Ant?nio prontamente pegou seus sapatos e correu atrás d.
Eram onze da noite, normalmente a essa hora os empregados da casa já estariam descansando, mas
naqu noite, todas as luzes estavam acesas e todos estavam ocupados.
Ao ver Ca, todos olharam para simpatia.
Havia muitos empregados acordados t?o tar de, e até algumas pessoas que Ca n?o reconhecia.
Jean e Maria também estavam lá.
Quando eles viram Ca, imediatamente se aproximaram e disseram: “O ch?o está t?o frio, por que
você correu sem sapatos?”
Ca perguntou: “Por que vocês est?o aqui?*
Maria respondeu: “Foi Marco Ant?nio quem nos chamou para ficar você.”
Ca os empurrou: “V?o embora, n?o preciso depanhia, quero ficar minha vo.”
Eles conheciam bem Ca, sabiam que estava evitando a realidade.
Eles tinham vistoo era sério quando Ca evitava a realidade, ent?o dessa vez, eles n?o
permitiriam que fugisse.
Jean disse: “Carlita, sabemos o quanto sua vó era importante para você, e deve ser sido demais para
você aceitar que se foi de repente. Mas já se foi, e isso é uma realidade que n?o podemos
mudar, você n?o pode negar isso.”