Capítulo 859
Capítulo 859
Marco Ant?nio perguntou, “Tenho devar as cuecas?”
Ca ficou sem pvras.
Ele era um maníaco por limpeza!
N?o usava o casaco dois dias seguidos,o é que podia usar o mesmo par de cuecas durante dois
dias?
O que é que havia de fazer?
De repente, e?ou a sentir uma certa repulsa por ele!
Ca ouviu ele dizer novamente, “Eu jogo minhas cuecas fora depois de usar uma vez, troco todos os
dias. Se você n?o acredita, pode verificar.”
Ca respondeu, “Eu acredito! Eu acredito!”
Ok, admitiu que tinha os olhos demasiado estreitos…
n?o tinha experimentado a vida luxuosa dos ricos.
Ca ignorou-o novamente e sentou-se na cómoda parae?ar o seu regime de cuidados a
pele.
Quando terminou, Marco Ant?nio já estava na cama.
A cama tinha apenas um metro e meio dergura, n?o havia muito espa?o para quando ele se
deitava.
Ca caminhou lentamente em dire??o à cama, mal se sentou, e foi puxada para um abra?o apertado
pelos bra?os fortes e estendidos dele..
Ele enterrou a cabe?a em seu pesco?o, inndo o cheiro único d, dizendo satisfeito, “Ca,
podemos parar de brigar no futuro?”
Ca respondeu aborrecida, “Acha que eu gosto de brigar?”
Ele sabia o quanto se sentia triste após a briga de hoje?
ro que n?o!
Marco Ant?nio disse, “Sempre que pudermos, temos que tentarunicar de forma racional. Ninguém
pode mencionar o divórcio novamente.”
Ca também sabia que mencionar o divórcio machuca, “Eu prometo, n?o mencionarei facilmente o
divórcio.”
Com a promessa d, Marco Ant?nio a abra?ou firmemente. Como era bom poder abra?á assim!
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Ele segurou t?o firmemente que Ca mal conseguia respirar, se mexeu um pouco,
inadvertidamente abrindo a camisa dele e revndo seu peito musculoso.
olhou para cima e viu várias cicatrizes de diferentes profundidades em seu peito. Eram feridas
recentes.
Ca ficou imediatamente tensa, “O que aconteceu as feridas no seu peito?”
Marco Ant?nio respondeu, “O que você acha?”
“Como eu deveria saber!” Ca estava t?o preocupada que n?o pegou a dica dele.
No seu nervosismo, abriu a camisa dele e viu que n?o apenas o peito estava ferido, mas também
havia mais feridas nas costas, grandes e pequenas, de diferentes tonalidades, fazendo seu cora??o
doer, “Quem é que te fez mal? Chame Bruno de volta, eu n?o preciso dele me seguindo.”
Marco Ant?nio respondeu, “Você realmente esqueceu?”
Ca perguntou, “O quê?”
Marco Ant?nio disse, “Estas feridas s?o do meu gatinho selvagem que me arranhou ontem à noite…”
Ca n?o respondeu.
Memórias voltaram-lheo uma onda gigante
estava dor na noite passada, ent?o o fez sentir dor também, ent?o…
Marco Ant?nio viu a face de Ca ficar vermelha e soube que se lembrou, “Você finalmente se
lembrou?”
Ca n?o queria mais fr ele, e o rosto vermelho, enterrou a cabe?a em seu peito sem
dizer uma pvra.
Marco António rjú, a risada era baixa e profunda, fazendo seu peito tremer.
Ca disse, “N?o ria!”
Marco Ant?nio respondeu, “Ok, eu n?o vou rir.”
Vendo que ele realmente segurou a risada, Ca levantou a cabe?a para olhar para ele novamente, e
estendeu o dedo para tocar levemente as cicatrizes em seu corpo, “Ainda dói?”
Marco António disse, “N?o!”
Ca perguntou, “Você tem algum remédio? vou esfregar-te um pouco.”
Marco Ant?nio respondeu, “N?o precisa. Eu estou bem.”