Capítulo 856
Capítulo 856
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Maria sem saber que tinha algo rndo entre Marco Ant?nio e Ca. abaixou a jan do carro,
cumprimentou para Marco Ant?nio entusiasmo. “Sr. Ant?nio, veio buscar a Ca?”
Marco Ant?nio assentiu, olhando para Ca atrás d.
Brincando, Maria disse: “Ca, seu marido veio te buscar, volte ele.”
Jean parou o carro. “Você precisa descer para fr ele?”
Ca abanou a cabe?a.
Jean ligou o carro novamente e dirigiu para o estacionamento subterraneo.
“Brigaram?” Maria perguntou.
“N?o…” respondeu Ca.
“Ent?o por que vocês brigariam?” Maria perguntou de novo.
“Eu disse que n?o brigamos, Ca respondeu.
“Ele estava te esperando na porta de casa e nem sequer o cumprimentaste e disseste que n?o tinhas
discutido, Maria disse.
Ca n?o disse mais nada. Quando chegou em casa, correu para a jan para olhar para baixo.
Marco Ant?nio ainda estava lá, parecia ter acendido outro cigarro.
Quando e?ou a trabalhar ele, ele fumava todos os dias. Depois, do nada, parou de fumar.
Por que ele voltou a fumar agora?
Maria p?s-se aodo d e seguiu a sua linha de vis?o. “Ca, o que está acontecendo? Está um
calor do c?o lá fora. Seu marido está lá parado há um temp?o. Você realmente vai ignorar ele?”
Ca pegou o celr e ligou para Bruno. “Diga ao seu chefe para ir embora. está tanto calor que ele
vai ter uma ins??o.”
“Minha fun??o é cumprir ordens, n?o aconselhar,” disse Bruno.
“Diga a ele que eu ordeno que ele vá embora.”
“Por que você n?o liga para ele e diz isso?” Bruno perguntou.
Ca n?o respondeu.
Maria disse: “Você sempre nos diz para resolver problemas conversando, n?o os guardarmos. porque
é que agora está a ficar de castigo ele??”
Ca concordou Maria. “Vou lá fr ele.”
Ca saiu do prédio. Marco Ant?nio jogou fora o cigarro e dirigiu-se imediatamente para . “Ca…”
Ao aproximar-se, Ca sentiu o cheiro de tabaco nele. “Por que você voltou a fumar?”
“Estou aborrecido por dentro,” ele disse.
“Por minha causa?” perguntou.
“Estou medo de que você n?o precise mais de mim,” Marco Ant?nio respondeu.
A resposta curta de Marco Ant?nio fez os olhos de Ca doerem e lutou contra as lágrimas e
disse: “Nunca vou te abandonar, mas também tenho minhas próprias preocupa??es e medos…”
Ca fez uma pausa e continuou: “N?o quero que, só porque sou sua esposa, tenha que depender de
você e aceitar tudo o que você diz. Antes de ser sua esposa, eu sou Ca, um indivíduo independente
e pensante.”
Ca sabia exatamente o que estava fazendo e o que queria em um casamento: respeito mútuo,o que
é fundamental.
Mesmo as pessoas mais próximas n?o podem tomar decis?es por sem sua autoriza??o
Hoje foi a mudan?a de seus pertences, o que será amanh?? E depois?
Os dias que se avizinhavam ainda é longo.
Se n?o interferir agora, ele vai se acostumar a tomar decis?es por , fazendo que se
torne cada vez mais dependente dele e perca sua independência é autoestima.
achava que se se tornasse uma Ca sem identidade, nem nem Marco Ant?nio iriam gostar.
ro, algumas pessoas podem achar que está sendo dramática e pretensiosa, que ele está
fazendo isso para o bem d e que deveria obedecer incondicionalmente, que n?o deveria ter
seus próprios pensamentos…