Capítulo 851
Capítulo 851
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Ca disse: “Eu sou a assistente dele.”
O homem olhou para o belo rosto de Ca, especialmente sua pele suave que o fez querer tocá
para vero era a sensa??o, “Ok, você cuida disso. Mas antes,o você neja fazer?”
Ca pegou seu celr, tirou algumas fotos e as enviou para o responsável da seguradora, “Nós
batemos em você, definitivamente somos culpados. Agora temos duas op??es: a primeira, eu ligo para
a policia agora para que eles venham identificar a responsabilidade e deixar a seguradora lidar
isso. A segunda, aceita um acordo particr, e nós te pagamos em dinheiro.”
Ca analisou o dano ao veículo à frente, que n?o era sério, apenas um pequeno amassado. O carro
n?o era valioso, no máximo duzentos dres seria suficiente para resolver este problema..
Para Marco Ant?nio, seu tempo era mais valioso que duzentos dres, e um acordo particr era a
maneira mais simples e rápida de resolver o problema.
O homem concordou rapidamente, “Ok, vamos resolver isso em particr.
Ca perguntou: “Qual é o seu pre?o?”
Para sua surpresa, ele pediu um valor muito alto, “Cinquenta mil dres.
Mesmo que o carro fosse novo, n?o valeria mais de dez mil dres. Agora, esse homem estava
pedindo cinquenta mil, ramente n?o estava tentando resolver o problema.
Ca sorriu e perguntou educadamente, “Senhor, tem certeza de que n?o está brincando?”
O homem se aproximou de Ca e sussurrou, “Eu também tenho duas op??es: a primeira, você me dá
cinquenta mil dres; a segunda, você dormeigo, e eu dispenso a indeniza??o.”
Ao ouvir esse assédio verbal, Ca n?o se ofende. Em vez disso, manteve um sorriso calmo no rosto,
“Tem certeza disso?”
O homem respondeu: “Se você me satisfizer, quem sabe eu até possa te dar dinheiro.”
Ca sinalizou para que ele se aproximasse.
Ele obedeceu e abaixou a cabe?a. Ca sussurrou em seu ouvido, “Você acha que merece dormir
comigo?”
O homem n?o esperava ser rejeitado por Ca, sua express?o mudou. Ele pegou o celr para filmar
Ca e Marco Ant?nio, que ainda estava no carro sem perceber o que estava acontecendo dodo de
fora, “é assim que os ricos intimidam as pessoas? Vou postar este video na inte agora mesmo e
deixar todosentarem.”
Ca continuou sorrindo, mas seu tom de voz ficou frio, “O homem no carro n?o é seu para filmar.”
“Eu n?o posso filmá-lo? Ele vai meer? Você acha que por ser rico pode me amea?ar assim?” O
homem n?o acreditou em suas pvras e estava prestes ae?ar a filmar a camera do celr.
Ca bn?ou o celr em sua m?o, “A parte em que você disse que queria dormirigo… Eu
gravei tudo. Se você quer que os internautasentem, ent?o vamos deixá-losentar.”
Trabalhando aodo de Marco Ant?nio há tanto tempo, Ca sabia que precisava de provas para
tudo. tinha gravado a conversa desde a primeira frase, temendo encontrar pessoas sem
escrúpulos.
Você está brincandoigo, vou te fazer pagar por isso…” O homem levantou a m?o para bater em
Ca, mas antes de tocá, sua m?o foi agarrada por outra m?o forte e um som alto de algo
quebrando foi ouvido, seu pulso foi quebrado.
Ca n?o tinha certeza deo Marco Ant?nio, que estava no carro concentrado no celr e n?o
prestava aten??o no que acontecía dodo de fora, tinha aparecido antes de o homem bater n.
Será que Marco Ant?nio poderia se teletransportar?
O homem gritou de dor, “Além de causar o acidente, vocês me batem, n?o vou deixar isso passar. Vou
tornar isso público, vocês v?o ver.”
Marco Ant?nio perguntou friamente, “Você queria bater n?”
O homem respondeu, “Essa múlher é ingrata. Eu queria dormir , recusou e ainda me
insultou.”
Um tapa alto soou, e o rosto do homem inchou imediatamente.
Marco António nunca batia pessoalmente nas pessoas, sempre deixava para Bruno fazer isso.
Desta vez, ele n?o esperou por Bruno. Depois de dar um tapa, ele pisou for?a no homem, “Você
ainda quer dormir ?”
Aquele homem sabia que havia provocado a pessoa errada, tremendo de medo, “Eu estava errado, eu
estava errado… Eu n?o deveria ter pensado em bater n, muito menos ter tido aqueles
pensamentos sujos.”