Capítulo 837
Capítulo 837
Marco António, certeza, n?o dá valor aos que os outros pensam, ele estava no topo, era
poderoso o suficiente, todos estavam sob seu controle.
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E Ca, era apenas uma assistente do presidente no Grupo Ant?nio.
Alguns a respeitavam porque tinha o apoio de Marco Ant?nio.
Alguns a desprezavam, até queriam vé longe, também por causa de Marco Ant?nio.
Em outras pvras, se n?o está no topo, ent?o significa que teria que se importar o que
os outros diziam.
tinha uma experiência profunda disso.
Enquanto Marco Ant?nio estava pensando emo consolá, Ca se moveu um pouco nas costas
dele, encontrando uma posi??o mais confortável e de repente perguntou: “Marco Ant?nio, por que
você n?o quer ter um filhoigo?”
Quantas doses tinha bebido?
Nessa noite, estava disposta a fazer e dizer qualquer coisa.
Marco Ant?nio respondeu: “Eu nunca disse que n?o queria ter um filho você.”
Ca se aproximou do ouvido dele e perguntou raiva: “Você é um mentiroso! Da última vez que
pedi para ter um filho você, você ramente disse que n?o queria.”
Marco Ant?nio a levantou for?a, “Acredito que ter um filho deve ser baseado no fato de duas
pessoas se gostarem e estiverem de acordo, e n?o para cumprir o desejo de alguém. Isso é respeito
mútuo e respeito p nova vida.
Além disso, ter um filho é bem fácil, mas educá-lo bem é muito mais difícil. Eu acredito que uma vez
que você tenha um filho, deve ser responsável p vida dele, n?o pode ser desleixado.”
Marco Ant?nio explicou seriamente, e Ca, bébada, de repente disse: “Mas você n?o pensava assim
antes, você disse que o casamento é para ter
filhos.”
Marco Ant?nio ficou sem pvras.
Ele realmente disse algo assim.
se lembrou ramente.
Elee?ou a suspeitar que estava fingindo estar bébada.
Ele n?o respondeu, e Ca disse novamente: “Eu acabei de ouvir Nara dizer que quer ter um filho,
mas Juan disse que n?o merece ter um filho dele. Como ele pode dizer isso para sua esposa?
Marco Ant?nio, Juan é seu amigo, você também pensa assim? Se você acha que eu n?o mere?o ter
seu filho, me diga logo, eu vou embora…”
“Ca, se você ousar pensar em n?o passar o reste de sua vidaigo, eu realmente vou ficar
chateado!” Marco Ant?nio interrompeu, sua voz baixa e
séria.
Sua seriedade fez Ca se sentir injusti?ada, “Por que você está bravoigo? Você n?o pode ficar
bravoigo! Se você ficar bravoigo de novo, eu vou te ignorar.”
Marco Ant?nio disse: “Se você parar de fr bobagens, eu n?o vou ficar bravo,”
Ca disse: “Ent?o vamos ter um bebé esta noite.”
Marco Ant?nio ficou sem pvras.
Na discuss?o, Marco Ant?nio a carregou nas costas para casa.
Ele a colocou gentilmente no sofá da s, depois pegou um cobertor fino para cobri, “Descanse um
pouco, feche os olhos, eu vou fazer uma sopa para curar a ressaca.”
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Marco Ant?nio estava prestes a sair quando Ca subitamente estendeu a m?o e agarrou seu
pesco?o, puxando-o for?a. Seus lábios se encontraram os dele.
Sob o efeito do álcool, n?o tinha limites, beijou-o ousada e e sem parar.
Marco Ant?nio n?o queria aproveitar a situa??o para se envolver , ele tentou empurrá, mas
estava presa neleo um polvo.
Depois de beijá-lo, Ca o soltou, “Marco Antonio, você realmente n?o pode ter um filhoigo?
Vamos tentar, talvez você possa.”
“Ca, o que você está dizendo?” Uma frase rouca saiu da garganta de Marco Ant?nio.
Ca n?o tinha consciência dos problemas que suas pvras e a??es poderiam causar, estendeu
a m?o e tocou seu rosto, “Vamos tentar, o que você acha? Se você realmente n?o puder, eu n?o vou
rir de você.”
Marco Ant?nio n?o tinha a menor ideia do que estava fndo. Ele n?o queria brigar uma
mulher embriagada, ent?o a colocou de volta no sofá. “Fique aí quietinha, sem fazer bagun?a, vou
fazer uma canja pra ressaca.”