Capítulo 777
Capítulo 777
Ca ficou o cora??o pesado quando ouviu, “Sou t?o ingrata, avó já insinuou várias vezes e eu
sempre pensei que só estava ansiosa para que tivéssemos um filho. Nunca considerei que avó
estava t?o ansiosa para que tivéssemos um filho porque estava preocupada que eu n?o conseguiria
viver bem se me deixasse sozinha quando partisse.”
Marco Ant?nio disse, “N?o é tar de demais para entender agora. Vou lhe dar alguns dias de folga para
você passar um tempo avó.”
Ca perguntou, “Ent?o eu deveria agradecer ao Diretor Ant?nio?”
Marco Ant?nio disse, “N?o brinque e vá ver avó.”
“Certo.” Ca virou-se para ir, mas depois de alguns passos voltou e disse, “Diretor Ant?nio, n?o conte
à avó sobre o envenenamento. é velhinha e n?o aguenta sustos, tenho medo de assustá.”
Marco Ant?nio disse, “Talvez avó seja mais forte do que você imagina.”
Ca perguntou, “Você contou para avó?”
Marco Ant?nio perguntou, “Você acha que eu faria isso?”
“Quem sabe?” Ca disse e virou-se para ir, mas Marco Ant?nio a puxou de volta.
Ele olhou para , uma express?o séria, “Ca, eu tenho algo para se dizer.”
olhou para ele, seus olhos brilhando, “O que é?”
Marco Ant?nio ficou em silêncio por alguns segundos,o se tivesse tomado uma decis?o
importante, antes de finalmente dizer, “Eu quero cuidar de você, n?o apenas porque você é minha
esposa.”
Ca parecia entender o que ele queria dizer, mas n?o tinha certeza, ent?o queria confirmar, “O
que você quer dizer?”
Marco Ant?nio ficou em silêncio novamente, “Vá agora, avó está se esperando.”
“Você só disse metade, eu n?o vou.” Ca odiava quando as pessoas só diziam metade das coisas,
insistiu para que ele terminasse o que estava
dizendo.
Marco Ant?nio disse, “Acho que gosto de você.”
pensou que ele n?o diria mais nada, mas ele disse que gostava d. Ca se arrependeu de ter
questionado, “Ah, entendi.”
Depois disso, saiu correndo.
Marco Ant?nio, “…”
Ele confessou seu amor por e apenas respondeu, “Ah, entendi.” e o deixou sozinho.
queria que ele gostasse d ou n?o?
Entrando no quarto de avó, o cora??o de Ca ainda estava batendo forte.
Avó Lídia vendo seu rosto corado, perguntou preocupada, “Carlita, seus olhos est?o vermelhos de
chorar, mas por que seu rosto está t?o vermelho?”
Ca ficou nervosa e disse, “O vento estava forte, areia entrou nos meus olhos, eu n?o estava
chorando.”
Avó Lídia sorriu, “Você já é casada, mas ainda é á mesma menininha de sempre, n?o admite quando
chora.”
Ca se sentou aodo da avó Lídia, “Quem disse que depois de casar tem que mudar?”
Avó Lídia disse, “é verdade, contanto que a Carlita esteja feliz, isso é tudo que importa.”
Ca disse, “Avó, ainda é cedo, posso ficar você um pouco mais?”
Avó Lídia disse,”ro.”
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Ca, permiss?o da avó, subiu na cama e se deitou aodo d, abra?ando-a firmemente p
cintura.
Neste momento, o cheiro da avó ao seu redor, seu cora??o em panico finalmente se acalmou,
“Avó, eu se amo muito, eu n?o posso viver sem
você…
estava muito medo de n?o poder abra?ar a avóo estava fazendo agora, de n?o poder
ouvir a voz da avó novamente, de viver nos próximos dias a avó existindo apenas em suas
memórias.
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“Eu também amo minha Carlita!” Avó acariciou a cabe?a de Ca, cantarndo uma can??o de ninar,
como costumava fazer quando Ca era crian?a.