Capítulo 766
Capítulo 766
Estr disse, “Entendi.”
Jean, um pouco constrangido, disse, “Você mencionou da última vez que queria um livro autografado
p Carliluna. Eu já preparei, quando você estiver disponível, podemos marcar um encontro para eu
te entregar.”
“Certo. Vamos marcar quando eu estiver livre. Agora eu preciso ir ver minha avó.” Estr se despediu
educadamente de Jean, e ent?o se dirigiu à avó Luisa.
“Certo. Jean observou Estr se afastando, seus olhos quase grudados n.
Seus movimentos sutis n?o passaram despercebidos por Ca. Eles três cresceram juntos e se
conhecem muito bem, às vezes até pensam a mesma coisa.
Ca puxou Jean dedo, “Jean, me diga diretamente, você está interessado na Estr?”
“Fale mais baixo.” Jean cobriu a boca de Ca, e ent?o olhou por cima do ombro d, “Nós só nos
encontramos duas vezes e você já está dizendo que eu gosto d?”
Ca disse, “O que eu digo n?o é importante. O importante é, você está interessado na Estr?”
Jean bn?ou a cabe?a e ent?o acenou afirmativamente, “Quem n?o gostaria de uma garota bonita,
gentil e cultao ? Mas ro, é a Estr, irm? do Marco Ant?nio, a filha do Grupo Ant?nio, eu
estou muito distante d.”
A diferen?a social é de fato um abismo difícil de cruzar.
Ca pensou que se soubesse da verdadeira identidade de Marco Ant?nio mais cedo, nunca teria se
casado ele. Agora que Jean tem essa preocupa??o, Ca acha que ele está sendo bastante
sensato.
E sabe muito bem que Jean brilha quando vê Estr, mas n?o parece particrmente
animada quando o vê.
Nos olhos de Estr, Jean é apenas um amigo da inte, nada mais.
Ca deu um tapinha nas costas de Jean, “Jean, você certamente encontrará uma garota que gosta
de você e que você também goste.”
Jean deu um sorriso amargo, “Embora existam bilh?es de pessoas no mundo, n?o é fácil encontrar
alguém qué você gosta e que goste de você
também.”
Ca disse, “Jean…”
Jean disse, “Eu quero te dizer, já que você escolheu ficar Marco Ant?nio, ent?o viva bem ele,
eu n?o vou mais fr mal dele na sua frente.”
Ca perguntou, “O que aconteceu quando eu n?o estava aqui?”
Jean disse, “Ele fez muitas liga??es, pedindo que todos os especialistas viessem, dizendo que pagaria
qualquer pre?o para curar a avó. Ele estava muito nervoso, provavelmente mais do que você. Ele
realmente neja viver bem você, você deveria valorizá-lo.”/
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Ca disse, “Eu entendo.”
Jean olhou para o teto e disse após um longo silêncio, “Você e Marco Ant?nio têm diferen?as sociais,
mas ele é muito bom para você, acho que você será feliz. A diferen?a social n?o é um abismo
intransponível, você acha?”
Ca entendeu que o que Jean realmente queria dizer era, “Se duas pessoas se amam e têm o
mesmo objetivo, talvez a diferen?a social n?o seja um problema insuperável.”
Jean perguntou, “Eu sou inútil? As garotas que ficamigo sempre me veem apenaso um
amigo, nunca querem ser minha namoráda.”
Ca n?o permitiu que Jean fosse negativo ee?ou a fr de suas experiências passadas, “Desde
o jardim de infancia, pequenas garotas gostavam de você, s te davam doces todos os dias, mas
você n?o se importava.
E na universidade, n?o havia lindas garotas que se deravam para você? s te diziam diretamente
que queriam ficar contigo, cuidar de você, e que você n?o precisaria trabalhar no futuro.”
Ao mencionar o passado, Jean riu, “O tempo passa t?o rápido, já se passaram quase três anos desde
que nos formamos na faculdade.