Capítulo 764
Capítulo 764
Ele estava encarregado de administrar o imenso Grupo Ant?nio, tendo inúmeras tarefas para tratar
mesmo em seus momentos de descanso. Ele já estava t?o ocupado, n?o queria causar mais
preocupa??es à ele, n?o queria que ele tivesse que encontrar tempo e energia para ajudá em meio
à sua já agitada rotina.
Quando Ca disse isso, Bruno n?o perguntou mais nada, “Voltamos pro hospital agora?”
Ca assentiu.
Depois de algum tempo na estrada, Ca falou novamente, “Bruno, você poderia me fazer um favor?”
Bruno, “Pode fr.”
Ca disse, ‘Tenho certeza que as fotos desta tar de foram enviadas por Pa, mas n?o seio
conseguiu. Você pode me ajudar a descobrir quem está por trás disto?”
Bruno, “ro.”
Ca estava preocupada que Bruno n?o tivesse pistas e n?o conseguisse descobrir nada, ent?o
deu ele uma pista, “Sobre isso, isso causou um grande alvoro?o em Norte de Be na época, todos
em Norte de Be devem saber disso.
Mas Salvador fica a milhares de quil?metros de Norte de Be, a história no máximo se espalhou p
nossa esc, o público em Salvador n?o saberia. Quem poderia ter guardado as fotos e o jornal da
época, eu acho que deve ser alguém de Norte de Be.”
N?vel(D)ra/ma.Org exclusive ? material.
Bruno, “Fique tranqu, vou encontrar essa pessoa.”
Bruno era o assistente maispetente aodo de Marco Ant?nio, um guarda-costas excepcional,
encontrar pessoas n?o era um problema para ele.
Ca, “N?o conte nada disso ao Diretor Ant?nio.”
“Certo.” Bruno n?o perguntou o porquê, mas Ca explicou mesmo assim, “A saúde do Diretor Ant?nio
n?o está boa, ele está ocupado o trabalho, n?o quero que meus problemas lhe causem mais
estresse.”
Bruno era homem de Marco Ant?nio, Ca pensou que, talvez, assim que pedisse para Bruno n?o
contar a Marco Ant?nio, ele poderia ir direto e
contar à ele.
A única forma de fazer Bruno n?o contar era fazê-lo entender o qu?o cansado Marco Ant?nio estava,
para que sentisse pena dele e n?o lhe contasse tudo.
De volta ao hospital, a avó Lídia ainda estava na s de emergência.
A avó d já era muito velha, por isso quanto mais tempo passava na s de emergência, mais
perigoso era todos sabiam disso, quando viram Ca retornar, todos olharam para
preocupa??o.
Jean foi o primeiro a se aproximar dando-lhe um grande abra?o, “Ca, a vovó vai ficar bem, n?o se
preocupe
Ca entendia que quanto mais tempo a avó passava na emergência, pior era para sua saúde,
estava mais nervosa do que qualquer pessoa, mas mantinha a calma, “A vovó vai ficar bem. Ontem
mesmo eu estava fndo , nossa casa nova estará pronta em dois meses, pedi para se
preparar para mudarigo.”
? ?
Ao ouvir isso, Jean se sentiu triste, Ca sempre nejou levar a avó para a nova casà, decorando o
quarto d lindamente.
Se a avó morresse antes de se mudar para a noya casa que Ca preparou para , seria um grande
choque para Ca.
Ele sentiu que Ca deve estar muito confusa por dentro, certamente n?o t?o calma quanto parecia,
“N?o se segure, se quiser chorar, chore à vontade, todos aqui s?o amigos e família, ninguém vai rir de
você.”
Ca respondeu: “Quem disse que eu vou chorar? Eu acredito que a vovó vai ficar bem, por que eu
deveria chorar?”
Marco Ant?nio se aproximou e segurou a m?o d, n?o mencionando a avó, mas tentando desviar
sua aten??o, “Como você tem lidando sua situa??o?”