Capítulo 725
Capítulo 725
Ent?o, tentou.
Ele era todo musculoso, mas os lábios eram macioso goma de uma pastinha, do tipo que
gostava deer quando estava se sentindo triste. Elástico, macio, delicioso…
Enquanto Ca saboreava seu “doce”, o homem abriu lentamente seus olhos profundos….
A garota que estava provando a “goma de uma pastinha” n?o percebeu que cada um de seus
movimentos estava sendo capturado pelos olhos dele.
Até que ele de repente a puxou para si for?a, sua voz baixa e rouca soou novamente em seu
ouvido, “Ca, seu homem também é um homem
Ele passou mais de vinte anos sem se rcionar mulheres, n?o porque n?o podia, nem por n?o
querer, mas porque sempre se manteve casto, sem se envolver casualmente alguém.
Agora, a mulher ao seudo era sua esposa. Ele n?o apenas a aceitou em seu cora??o, mas também
com seu corpo. provavelmente n?o sabia que cada olhar, cada movimento d, poderia despertar
nele o desejo de abra?á.
Ca, “…”
Ele acordou!
Quando ele acordou?
estava t?o concentrada em saborear sua “doce” que n?o percebeu.
“Vamos, durma!” Ele a abra?ou, impedindo-a de se mover.
Ca, “Você estava fingindo? Ou eu te acordei?”
Marco Ant?nio, “Seu beijo me acordou!”
Ca, “…”
Ah-
Por que fez uma pergunta t?o boba?
“Ca!”
Sua voz soou novamente em seu ouvido.
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Ca, “Hmm?”
Ele disse novamente, “A atra??o que você tem por mim é muito maior do que você pensa. Antes de
estar totalmente pronta para me aceitar, n?o tente desafiar minha autocontrole.”
Ca, “Eu…”
n?o estava tentando desafiar o autocontrole dele!
Naquele momento, só queria beijá-lo, ent?o o beijou.
n?o passou p cabe?a d.
Aqu noite, Ca pensando sobre isso, até adormecer tar de da noite, acordando apenas ao
amanhecer.
Ao acordar, se espregui?ou pregui?osamente,o sempre, primeiro procurou seu celr, mas
antes de encontrá-lo, ouviu uma voz profunda, “Acordou?”
Esta era a segunda noite quepartilhavam a camao marido e mulher, mas Ca ainda ficou
desnorteada por um momento antes de perceber. Como uma pessoa solteira por muito tempo,
realmente precisava de algum tempo para se acostumar a presen?a de outra pessoa ao seudo.
Ca olhou na dire??o da voz, mas as jans e luzes fechadas, o quarto estava escuro e n?o
conseguia encontrar Marco Ant?nio.
o ouviu dizer de novo, “Feche os olhos.”
Ca n?o entendeu por que ele queria que fechasse os olhos, mas obedeceu.
Mal fechou os olhos por dois ou três segundos, ele disse novamente, “Agora, abra-os devagar.”
Ca fezo ele disse, abrindo apenas uma fresta primeiro. percebeu a luz do quarto, gra?as a
Deus que abriu os olhos lentamente e a luz era suave, n?o a cegando nem machucando seus
olhos.
Foi ent?o que entendeu por que ele queria que fechasse os olhos e depois os abrisse.
olhou para ele, ele estava sentado no sofá aodo da jan a cabe?a levemente baixa,
completamente focado no livro que tinha em m?os, nem mesmo olhou para , “Vá se arrumar, nós
vamos tomar café da manh? daqui a pouco.”
Ca, Tudo bem…”
Mas n?o se mexeu.