Capítulo 697
Capítulo 697
Agora, olhando para trás, a avó parecia muito falsa quando fingia estar doente, era fácil de perceber,
mas naquele momento ele estava t?o preocupado que n?o percebeu e acabou caindo na
armadilha d.
Depois, ele dirigiu até a Universidade de Salvador, estacionando o carro sob a sombra de uma árvore
de sibipiruna na entrada norte da universidade, chamou a garota para pegar as coisas.
A garota chegou rapidamente depois de atender a liga??o. A luz sob a árvore de sibipiruna era fraca e
a jan do carro dele n?o estava totalmente aberta. Desde o encontro até entregar as coisas para a
garota, ele n?o conseguiu ver o rosto d ramente.
Ele provavelmente n?o estava disposto a prestar aten??o n, estava ansioso parapletar a tarefa
que a avó havia lhe dado, para poder voltar e passar mais tempo .
O interior do carro estava mais escuro eo a jan dele estava apenas um pouco aberta, ele
supunha que também n?o conseguiu ver o rosto dele ramente.
Tantos anos se passaram, ele ainda se lembra disso, porque naqu época ele achava que a garota
era muito rude, pegou a coisa dele e nem sequer agradeceu antes de se virar e sair.
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Aqu garota, provavelmente era Ca.
Ou seja, o destino dele Ca pode tere?ado há anos.
O tempo em que ele encontrou Ca podia ser anterior ao Roman, ele n?o era o retardatário.
Esta conhecimento deixou Marco Ant?nio muito animado!
Ca, desconhecendo a agita??o interna de Marco Ant?nio, continuou a fr sobre a avó, “Naqu
época, sua avó também me disse que era uma pessoa de alto escal?o em Salvador, e que se
alguém se atrevesse a me intimidar, eu deveria procurá, me defenderia.
Só que naqu época eu n?o sabia quem era, eu pensei que sua avó estava apenas tentando me
confortar porque eu estava medo de estar em uma cidade desconhecida.
Se eu soubesse naqu época que sua avó era a chefe do Grupo Ant?nio, o que significa que eu
tinha o Grupo Ant?nio me apoiando, eu certamente me sentiria mais confiante.”
Marco Ant?nio olhou para e perguntou de repente, “Que tipo de coisas a avó te deu naquele ano?”
Ca disse, “Sua avó deu muitas coisas,ida, itens de uso diário, roupas… Eu quase n?oprei
nada para uso pessoal durante o periodo na universidade, tudo foi dado p sua avó. até tentou
me dar dinheiro para gastar, maso eu poderia aceitar o dinheiro d!”
Marco Ant?nio perguntou, “Tudo foi entregue a você pessoalmente p avó?”
Ca disse, “Houve uma vez que n?o foi. Eu me lembro muito bem daqu vez.”
Aqu vez deve ser referente a ele, a impress?o que tem dele é forte?
Marco Ant?nio parou de andar, olhou para Ca, querendo vero era a impress?o d dele, “Oh?
Me
conte.”
Ca disse, “Uma noite por volta das dez horas, eu já tinha terminado de me arrumar e estava pronta
para ir para a cama. De repente recebi uma liga??o de um número desconhecido, dizendo que avó
Luisa havia pedido para ele me entregar algo.
Eu n?o desconfiei, coloquei um casaco e fui ao local indicado. Quando cheguei lá, vi que a pessoa
tinha estacionado o carro num lugar escuro, a jan do carro também n?o estava totalmente aberta,
senti um
cfrio quando me aproximei do carro
Eu senti que algo estava errado naquele momento, eu quis sair correndo, mas ent?o a pessoa
estendeu algo p jan do carro, ent?o eu peguei e saí correndo, eu corri t?o rápido que quase
tropecei.
Depois, eu suspeitei que poderia ter encontrado uma pessoa má, até liguei para a minha avó para
perguntar, me disse que realmente havia pedido a alguém para me entregar algo, ent?o eu me
senti aliviada.” Marco Ant?nio,
Ca, “Sua avó tem algum motorista ou guarda-costas assustador?”
Marco Ant?nio,
Ele parecía assustador?
foi assustada por ele sem sequer vê-lo?
Ca, “Por que você parou de fr de repente?”
Marco Ant?nio, “A pessoa que te entregou as coisas… sou eu!”
Parecia que Ca tinha ouvido algo inacreditável, arregalou os olhos para ele e de repente
come?ou a
rir, “Ent?o foi você, hein? Isso realmente é uma explica??o razoável. Ent?o, pelo visto, o dia em que
nos registramos n?o foi a primeira vez que nos vimos?”
ainda estava rindo!
Isso era t?o engra?ado assim?