Capítulo 695
Capítulo 695
Ca disse, “N?o só tenho que cuidar de você, mas também da vovó. Agora, vocês s?o minha família
e é ro que vou cuidar de vocês.”
era linda e bondosa, e fva t?o docemente, quem n?o gostaria de uma garota assim?
“Carlita, estou muito feliz hoje.” A avó Luisa mostrava um sorriso que a tornava muito amigável e, para
Ca, estava realmente satisfeita.
ro, a avó n?o era a única feliz naquele dia, Marco Ant?nio também estava.
Ele n?o fva muito, mas ouvia atentamente cada pvra que Ca disse.
Ele a viu defendê-lo, viu defendendo sua irm?, e ainda disse que todos eram uma família.
Mesmo que n?o tivesse aceitado t?o rapidamente a mudan?a em seu status, estava fazendo o
melhor que podia para se adaptar.
As pvras de Ca, as a??es de Ca, eramo ondas de calor que lentamente pravam em
seu cora??o, fazendo-o sentir-se aquecido.
Ele olhava para Ca, ouvindo-a em silêncio.
Até que a avó Luisa chamou seu nome, “Marco, por que está aí parado? Leve a Ca para cima para
trocar de roupa, e conversaremos sobre o resto quando Carlita voltar.”
Marco Ant?nio assentiu, “Certo.”
Ca, “Vovó, eu n?o trouxe roupas para trocar.”
Avó Luisa disse, “N?o tem problema, Marco já preparou tudo para você.”
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Ca olhou para Marco Ant?nio.
Ele já tinha preparado tudo para ?
Por que ele sempre era t?o atencioso?
Quanto mais atencioso ele era, mais parecia que era uma esposa inadequado.
Marco Ant?nio estendeu a m?o e a segurou, “Vamos.”
Ca se sentiu um pouco envergonhada segurando a m?o dele, mas todos da família presentes,
n?o podia simplesmente se soltar, ent?o deixou que ele a conduzisse, e os dois subiram as
escadas juntos.
A mans?o de Ant?nio foi escolhida pelo pai do v? de Marco Ant?nio, e também foi onde duas gera??es
da família de Ant?nio viveram e lutaram. Depois que o Grupo Ant?nio cresceu, o vov? e a vovó
reformaram e ampliaram a casa antiga uma vez.
Já se passaram várias décadas desde a reforma, ent?o a casa n?o é t?o nova quanto as casas de
hoje, portanto, n?o há elevador para subir, apenas uma escada que leva ao terceiro andar.
Marco Ant?nio, segurando Ca, subia lentamente as escadas.
Ca falou baixinho, “Pensava que voltar para casa seria apenas jantar a vovó e conversar um
pouco , n?o sabia que havia tantos rituais. Por que você n?o me avisou antes para eu vir
minhas roupas de trabalho, parece que estou desrespeitando a vovó.”
“Respeitar alguém n?o tem a ver o que você veste, mas o que você faz. Você veio à mans?o
de Antonio, é t?o simples quanto voltar para casa depois do trabalho, há necessidade de trocar de
roupa?”
Marco Ant?nio disse, apertando o cabelo d um sorriso. Essa era uma das coisas que ele mais
gostava de fazer.
Ca murmurou, “Eu n?o consigo vencer você.”
Marco Ant?nio, “Você acha que estou errado? Se você n?o respeitasse a vovó,o é que gosta
tanto de você? N?o se engane o sorriso constante d, costumava ser muito firme e forte,
poucos n?o tinham medo d.”
Ca, “Você está fndo mal da vovó?”
Marco Ant?nio, “Sim, só estou medo de que você goste mais da vovó do que de mim.”
Ele sempre foi t?o direto que Ca se sentiu incapaz de lidar a situa??o.
tinha acabado de recuperar o rosto normal, mas por causa de suas pvras, seu rosto corou
novamente.