Capítulo 683
Capítulo 683
Marco Ant?nio n?o sabia de que forma a família de Acosta ajudava seu av? e n?o aprofundou
deliberadamente essa r??o.
No entanto, ele se lembrava dos conselhos de sua avó; se a família de Acosta precisasse de ajuda,
desde que n?o envolvesse atividades ilegais, ele faria o possível para ajudar.
“Por favor, sentem-se.” Depois que Marco Ant?nio se sentou, Ca passou alguns documentos para
ele, destacando as partes importantes.
Era preciso admitir que Ca era uma assistente incrível. Desde que e?ou a trabalhar para ele,
Marco Ant?nio sentiu que as coisas ficaram mais fáceis.
No entanto, ele percebeu que quanto mais fácil era para ele, mais trabalhoso era para .
Antes do início oficial da reuni?o, o Sr. Adam da Luna Tologia disse, “é uma honra para a Luna
Tologia cborar o Diretor Ant?nio e o Grupo Ant?nio. Esperamos contar a orienta??o de
todos presentes.”
Marco Ant?nio n?o disse muito, apenas anunciou o início da reuni?o.
Ca e Mario,o sempre, sentaram-se em cadado de Marco Ant?nio, fazendo seu trabalho. Uma
entregando documentos, o outro anotando os pontos principais da reuni?o.
Enquanto Ca preparava os documentos para Marco Ant?nio, sentiu que alguém a estava
observando. Quando levantou a cabe?a, seus olhos encontraram os de Roman.
Ele sorriu para ,o se estivesse dizendo algo em silêncio.
Ca n?o tentou adivinhar o que ele disse, apenas olhou para ele por um momento, depois desviou o
olhar e continuou se concentrando no trabalho de Marco Ant?nio.
Hoje foi a primeira discuss?o sobre a cbora??o neste projeto. Subindo ao palco primeiro, Sr. Adam
da Luna Tologia apresentou o no inteiro do projeto, seguido por Roman, o responsável p
execu??o do projeto.
Como membro chave da equipe de pesquisa e desenvolvimento tico da Luna Tologia, Roman
era obviamentepetente. Ele falou sem parar no palco, todas as mulheres na teia
seguindo-o os olhos.
No entanto, ele n?o prestou muita aten??o nas outras mulheres; seus olhos sempre parecíam pousar
em Ca. Durante meia hora no palco, ele olhou para Ca mais de dez vezes.
Ca notou, mas estava ocupada tomando notas e n?o tinha tempo para prestar aten??o nele.
Para sua surpresa, Marco Ant?nio sussurrou em seu ouvido enquanto lhe entregava os
documentos: “Você conhece aquele homem?”
Ca bn?ou a cabe?a, entregou-lhe os documentos e disse: “Estamos trabalhando e há muita
gente olhando, você n?o pode fazer isso.”
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Seus ouvidos ficaram vermelhos quando Marco Ant?nio se aproximou d; temia que ele a
beijasse na frente de tantas pessoas.
“Você está medo que aquele homem veja, ou que a gente veja?” Ele pegou os documentos, de
repente se tornando frio, olhando para o se fosse uma estranha. Como se n?o fosse ele
quem tinha acabado de sussurrar em seu ouvido.
Essa era a forma de intera??o que Ca queria, mas por que se sentia desconfortável quando ele
realmente agia o um superior?
No entanto, Ca n?o teve tempo para pensar muito sobre isso, pois Roman ainda estava no palco
fndo sobre alguns assuntos ticos. Essas eram coisas que Ca n?o conhecia bem, ent?o
precisava se concentrar totalmente para entender o que seguiria e desempenhar melhor seu trabalho.
Depois de duas horas de manh? e três horas à tar de, um total de cinco horas de reuni?o, todos
estavam cansados no final. Logo, a s de reuni?es estava praticamente vazia.
Enquanto Ca organizava os documentos, se preparando para sair Marco Ant?nio, Roman de
repente
a chamou: “Ca!”
Ele n?o a chamou de “assistente”, mas pelo seu nome.
Com essa chamada, os olhos de todos que ainda estavam na s se voltaram para eles dois.
Especialmente Marco Ant?nio, seu passo hesitou um pouco, deu uma rápida olhada em Ca pelo
canto do olho e, impassível, continuou a andar para fora.
Ca parou, virou-se, olhou diretamente para Roman um leve sorriso nos lábios, “Posso ajudar?”
era cortês e profissional, um tom que parecia tratar do trabalho.
Esse tom estranho fez Roman franzir ligeiramente a testa. Ele caminhou até Ca, “Você tem algum
no depois do trabalho? Se n?o tiver, gostaria de convidá para jantar, se estiver disposta.”