Capítulo 618
Capítulo 618
Ca riu e disse, “Ele n?o é sortudo por ter a mim. Ele é t?o excelente e leal, que qualquer garota que
ele escolhesse, seria ter uma vida feliz.”
Essas pvras fizeram Emo olhar para Ca um novo respeito.
A primeira vez que ele a encontrou, estava levando os papéis do divórcio para , pois
subconscientemente, ele acreditava que o estava traindo. A impress?o inicial que teve d foi
terrível.
Naqu época, Ca era apenas uma b mulher em sua mente, sem qualquer outro mérito.
No entanto, cada vez que ele a encontrava, lhe dava uma impress?o diferente.
era realmente uma garotapreensiva, educada e capaz.
Emo disse, “Se você precisar de algo, é só pedir.”
Ca replicou, “Apenas fiqueigo e me dê seu apoio.”
Emo derou, “Eu estou curioso de repente.”
Ca perguntou, “Curioso sobre o quê?”
Emo perguntou, “Quem é que manda quando você está em casa o Marco?”
Ambos têm personalidades fortes e s?o eficientes no que fazem.
No trabalho, eles têm uma r??o de subordina??o, e Marco Ant?nio é definitivamente o líder.
Mas em casa, eles s?o um casal. Ent?o, quem manda?
Marco Ant?nio sempre foi quem dava as ordens, e Emo realmente n?o conseguia imaginar que ele
pudesse ouvir alguém.
Ca n?o entendeu a pergunta de Emo e disse, “ro que o Diretor Ant?nio é quem manda, sou
subordinada a ele,o poderia inverter a ordem hierárquica?”
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Emo disse, “N?o estou perguntando sobre o trabalho, estou perguntando sobre quando vocês s?o um
casal, quem é que manda.”
Ca corou ao ouvir isso, fez uma express?o séria e olhou para ele friamente, dizendo, “N?o fa?a
esse tipo de pergunta.”
Emo disse, “N?o é a coisa mais normal entre casais?”
Ca disse, “Tem coragem de perguntar ao Diretor Ant?nio?”
Emo, “…
Ele realmente n?o tinha coragem para isso.
Cerca de mais de dez minutos depois, a polícia chegou.
André levou os policiais diretamente até Ca e disse, “Senhor, minha madrasta perdeu um cr no
valor de trinta milh?es de dres, e uma testemunha disse que foi essa mulher que roubou. A
testemunha também afirmou que o cr roubado está na bolsa d.”
André tinha se ausentado por um momento, mas seus homens estavam de olho na bolsa de Ca
para ter certeza de que n?o entregava o cr a ninguém.
Ca casualmente abriu a bolsa, tirou elegantemente um cr brilhante e perguntou, “é este o cr?”
à primeira vista, o cr parecia idêntico ao que estava no seu pesco?o, mas quando tocado, a
diferen?al entre o original e a imita??o era evidente.
“Veja, eu vi meus próprios olhos, foi que roubou, e n?o admite, agora todo o mundo viu.” A
mulher de preto ergueu a cabe?a,o se denunciar Ca fosse algo glorioso.